I ― Empreendedorismo, Negócios, Economia e Política

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Um mau economista acredita que saiba o que fazer para tornar o mundo próspero. Um bom economista acredita que sabe o que fazer para deixar o mundo se tornar próspero.

 

 

Um mau economista acredita que a remuneração possa ser legislada. Um bom economista acredita que a legislação pode ser remunerada.

 

 

Um mau economista acredita que os preços devam ser policiados pelo estado. Um bom economista acredita que a polícia deve ser precificada pelo mercado.

 

 

Um empresário se chama de chefe, mas o seu objetivo é servir os outros. Um político se chama de servo, mas o seu objetivo é chefiar os outros.

 

 

Um tolo acredita em projetar mercados. Uma pessoa de razão acredita em projetos de mercado.

 

 

Um tolo acredita que o mercado obtenha lucros com a corrupção. Uma pessoa de razão sabe que isso torna a corrupção não lucrativa.

 

 

Um tolo lamenta o fato de que a automação destrua empregos. Uma pessoa de razão se deleita com o fato de que isso torna os empregos menos automáticos.

 

 

Um bom economista acredita que a sua função é melhorar a compreensão do público sobre o mercado. Um mau economista acredita que a sua função seja melhorar a compreensão do mercado sobre o público.

 

 

Um bom economista acredita que os mais indicados para lidar com o problema da escassez são os empreendedores. Um mau economista acredita que sejam os economistas.

 

 

Um “lucro garantido” é algo semelhante a um perigo sem risco.

 

 

Um “economista matemático” é alguém ignorante demais em aritmética básica para ser um matemático, tecnicamente inepto demais para ser um cientista natural, avesso demais à realidade para ser um corretor de seguros e narcisista demais para ser um contador.

 

 

Um especulador bem-sucedido é alguém que pode identificar de forma consistente ilhas temporárias de previsibilidade num vasto oceano de aleatoriedade.

 

 

Um tecnocrata é um aspirante a economista filosoficamente ignorante. Um utopista é um aspirante a filósofo economicamente ignorante.

 

 

Um especialista em ética não alfabetizado em economia acredita que o dinheiro seja a raiz de todo mal. Um especialista em ética alfabetizado em economia acredita que o dinheiro fiduciário é a raiz de muito mal.

 

 

Um economista argumenta que os bens são escassos. Um protecionista argumenta que a escassez seja boa.

 

 

Um economista ensinando um empreendedor sobre como tornar a sociedade próspera é como um gramático ensinando um escritor sobre como escrever best-sellers.

 

 

Um empreendedor é alguém que encontra uma solução antes que os outros encontrem um problema. Um político é alguém que encontra um problema depois que os outros encontram uma solução.

 

 

Um empreendedor é alguém que vê um ganho onde os outros veem uma incompatibilidade.

 

 

O conselho de um empreendedor para o consumidor é que é razoável entender as suas opções. O conselho de um político para o eleitor é que seja opcional entender as suas razões.

 

 

Um economista alfabetizado em ética acredita que dever envolve poder. Um especialista em ética não alfabetizado em economia acredita que poder envolva dever.

 

 

A má ciência econômica ensina que computadores possam projetar mercados. A boa ciência econômica ensina que os mercados podem projetar computadores.

 

 

A má ciência econômica ensina que as economias possam ser planejadas. A boa ciência econômica ensina que os planos podem ser econômicos.

 

 

A má ciência econômica ensina que, sob o laissez-faire, os empregadores discriminariam com base na raça e no sexo. A boa ciência econômica ensina que, sob o laissez-faire, os empregadores teriam de discriminar com base na produtividade.

 

 

A má ciência econômica ensina que, sem o estado, os monopólios destruiriam o mercado. A boa ciência econômica ensina que, sem o estado, o mercado destruiria os monopólios.

 

 

Bastiat e Hazlitt: economia para pessoas incipientes. Marx e Keynes: economia por pessoas incipientes.

 

 

Acreditar que um banco central seja um elemento do livre mercado é como acreditar que uma repartição de censura seja um veículo da liberdade de expressão.

 

 

Acreditar que a função dos bancos centrais seja combater a inflação é como acreditar que a função dos contrabandistas seja combater o alcoolismo.

 

 

Culpar os especuladores pelas crises financeiras é como culpar os meteorologistas pelos desastres naturais.

 

 

O comércio é uma tentativa de superar a barbárie. A política é uma tentativa de encobrir a barbárie.

 

 

Comércio é filantropia recíproca. Política é misantropia recíproca.

 

 

O comércio é a ponte entre a liberdade e a paz.

 

 

Criticar a publicidade por criar desejos é como criticar as oportunidades por criarem incentivos.

 

 

A economia explica a lógica da escassez. A política explica a escassez da lógica.

 

 

A economia é um entendimento sólido da lógica da ação humana. O empreendedorismo é uma aplicação sólida da lógica da ação humana.

 

 

A economia é para a ética o que a prudência é para a justiça.

 

 

A economia é para a política o que a educação é para a lavagem cerebral.

 

 

A economia pode ser uma ciência lúgubre, mas a política é uma superstição sombria.

 

 

Os empreendedores obtêm lucros servindo os necessitados. Os políticos obtêm lucros criando os necessitados.

 

 

Os empreendedores têm um cuidado especial no atendimento de interesses singulares. Os políticos têm um cuidado singular no atendimento de interesses especiais.

 

 

Empreendedorismo é anarquia prática. Política é anarquia impraticável.

 

 

O empreendedorismo é a arte de aproximar as pessoas apelando ao interesse próprio delas. A política é a arte de colocar as pessoas umas contra as outras apelando à benevolência delas.

 

 

O empreendedorismo é a arte de transformar estranhos em colaboradores. A política é a arte de transformar vizinhos em inimigos.

 

 

Empreendedorismo é a destruição criativa de escassez. Política é a criação destrutiva de escassez.

 

 

O empreendedorismo é o uso do interesse próprio a serviço dos outros. A política é o uso dos outros a serviço do interesse próprio.

 

 

Cada apelo para restringir o mercado “desenfreado” é um endosso da crueza da ignorância concentrada sobre a sutileza do conhecimento disperso.

 

 

Expressar medo de que a mão-de-obra estrangeira barata “roube” o seu emprego é a admissão mais vulneravelmente honesta de incompetência profissional.

 

 

A moeda fiduciária é para as finanças o que uma bomba nuclear é para a guerra.

 

 

Moeda fiduciária: o padrão ouro da falsificação.

 

 

O livre comércio é o processo pelo qual as pessoas se tornam amigas sem sequer se conhecerem.

 

 

“Monopólio de livre mercado” é algo semelhante a “burocracia governamental competitiva”.

 

 

A boa ciência econômica ensina que a escassez pode ser reduzida. A má ciência econômica ensina que a escassez possa ser eliminada. Em outras palavras, a boa ciência econômica tenta aproveitar a lógica da ação humana, ao passo em que a má ciência econômica tenta ignorá-la.

 

 

O investimento do governo no empreendedorismo é algo parecido com o investimento de um ludita em automação.

 

 

Se você tem um problema, um empreendedor fará o seu melhor para lhe oferecer uma solução. Se você tem uma solução, um político fará o seu melhor para lhe oferecer um problema.

 

 

Inflação: a mão invisível da pilhagem institucionalizada.

 

 

Intervencionismo: a arte de apagar incêndios com o uso da gasolina.

 

 

Intervencionismo: a arte de transformar as bênçãos da propriedade privada na tragédia dos comuns.

 

 

Intervencionismo: a ideia de que a melhor maneira de aumentar a eficiência de produtores pacíficos seja submetê-los ao controle de parasitas agressivos.

 

 

É necessária a estupidez de um simplório para acreditar que o socialismo possa funcionar, mas é necessária a estupidez de um intelectual para acreditar que ele possa fazer o socialismo funcionar.

 

 

É necessária a estupidez de um simplório para reclamar da ineficiência do capitalismo, mas é necessária a estupidez de um intelectual para elogiar a eficiência do socialismo.

 

 

Keynesianismo: a curiosa noção de que gastar aquilo que não foi obtido possa resultar em obter aquilo que não é gastável.

 

 

Keynesianismo: a morte a longo prazo da economia.

 

 

Keynesianismo: a noção de que as ações de produtores frugais devam ser gerenciadas por um gigante parasita gastador.

 

 

O laissez-faire não se baseia na afirmação exagerada de que todo empreendedor de mercado seja um herói e todo burocrata estatal seja um vilão, mas na prudente observação de que o livre mercado é o terreno propício mais fértil para os heróis, ao passo em que a política estatal é o terreno propício mais fértil para os vilões.

 

 

Ludwig von Mises

esmagou o socialismo em pedaços.

A razão salvou o dia.

 

 

Anarquismo de mercado: a ideia de bom senso de que a maneira mais eficaz de reduzir a escala da violência é livrar-se da única entidade que pode de forma institucional financiar as suas explosões de violência do bolso de todas as outras pessoas.

 

 

Anarquia de mercado é ordem sem ordens. Tirania política é domínio sem regras.

 

Market anarchy is order without orders. Political tyranny is rule without rules.

 

 

A falha de mercado contém as sementes da sua própria correção. A falha de governo contém as sementes da sua própria perpetuação.

 

 

Os mercados fazem com que seja racional ser racional. A política faz com que seja tolo não ser tolo.

 

 

O marxismo é o ópio dos analfabetos em economia.

 

 

Talvez o motivo pelo qual as falhas de mercado são discutidas com mais frequência que as falhas de governo é que sucessos de mercado também existem.

 

 

Implorar para que o governo reanime uma economia deprimida é como implorar para que um incendiário lidere uma brigada de incêndio.

 

 

O politicamente correto sugere que o laissez-faire ameace a economia. O economicamente correto sugere que o laissez-faire ameaça a política.

 

 

A política é uma enorme tragédia perpétua dos bens comuns. O empreendedorismo é um enorme jogo perpétuo de coordenação.

 

 

A política é ajudar a si mesmo em nome de ajudar os outros. O negócio empresarial é ajudar os outros em nome de ajudar a si mesmo.

 

 

A política é fazer promessas que não podem ser cumpridas. O empreendedorismo é cumprir as promessas que não precisam ser feitas.

 

 

A política é uma tentativa de alcançar ganhos individuais explorando a loucura coletiva. O empreendedorismo é uma tentativa de alcançar ganhos coletivos explorando a racionalidade individual.

 

 

A política é uma tentativa de legitimar o lado mau da natureza humana. O empreendedorismo é uma tentativa de fazê-lo ser usado para o bem.

 

 

A política é a arte de disfarçar vícios como virtudes. O empreendedorismo é a arte de transformar vícios em virtudes.

 

 

A política é a arte de organizar ódios coletivos. O empreendedorismo é a arte de quebrá-los em nome do benefício mútuo.

 

 

A política é a intromissão do pensamento de soma zero num mundo de soma positiva. O empreendedorismo é a infusão do pensamento de soma positiva num mundo de soma zero.

 

 

A política é o processo de infectar os assuntos humanos com a violência organizada. O empreendedorismo é o processo de imbuir os assuntos humanos com harmonia organizada.

 

 

A propriedade privada é a ponte entre a liberdade e a prosperidade.

 

 

O fornecimento privado de bens depende da disposição dos empreendedores a gerarem lucros. O fornecimento “público” de bens depende da tolerância dos empreendedores de serem destituídos de lucros.

 

 

Protecionismo: a noção de que o caminho para alcançar o sucesso global seja subsidiar o fracasso regional.

 

 

“Propriedade pública”: a “propriedade” privada dos expropriadores.

 

 

Dizer que determinados ramos da economia sejam importantes demais para serem privatizados é como dizer que determinadas partes do corpo sejam importantes demais para serem ressuscitadas.

 

 

Dizer que os empresários do mercado devam os seus lucros ao estado porque utilizam “serviços públicos” é como dizer que os escravos devam lealdade ao seu senhor porque são alimentados e abrigados por ele.

 

 

Dizer que propriedade seja roubo faz tanto sentido quanto dizer que casamento seja adultério.

 

 

O progresso social é o processo de substituição da conquista pelo comércio.

 

 

Especulador: alguém cuja perspicácia é confundida com trapaça por aqueles que confundem a sua ignorância com honestidade.

 

 

Subsidiar o empreendedorismo é algo semelhante a padronizar a criatividade.

 

 

A crença de que o consumo impulsione a economia é como a crença de que a melhor maneira de multiplicar a riqueza seja desperdiçá-la.

 

 

A crença de que o governo possa ser administrado como um negócio empresarial é como a crença de que um bordel possa ser administrado como um convento.

 

 

A crença de que os gastos do governo possam estimular a economia é como a crença de que a sangria possa aliviar a anemia.

 

 

A crença de que a legislação do salário mínimo possa reduzir a pobreza é como a crença de que açoitar um cavalo morto possa transformá-lo num unicórnio vivo.

 

 

A melhor medida da inutilidade de algo é a quantidade de subsídios que sustentam a sua existência.

 

 

A escolha nunca é entre planejamento econômico e caos econômico, mas sempre entre planejamento de baixo para cima feito por empreendedores e planejamento de cima para baixo feito por burocratas trapalhões.

 

 

A escolha nunca é entre ordem e anarquia, mas entre a anarquia ordenada do mercado e a anarquia caótica da política.

 

 

A diferença entre um consumidor e um eleitor é que o primeiro escolhe entre bens escassos, ao passo em que o segundo escolhe entre males gratuitos.

 

 

A diferença entre um empreendedor e um charlatão é que o primeiro prevê as suas vendas enquanto o segundo vende as suas previsões.

 

 

A diferença entre a crueldade do mercado e a crueldade da política é que o mercado pune impiedosamente a estupidez, ao passo em que a política impiedosamente a promove.

 

 

O primeiro passo no caminho para a abundância é a compreensão da escassez.

 

 

A globalização do livre comércio é a paz mundial em construção.

 

 

O objetivo de um político é fazer aos seus eleitores uma oferta que não consigam recusar. O objetivo de um empreendedor é fazer aos seus consumidores uma oferta à qual não consigam resistir.

 

 

A maior ameaça ao poder político não é uma multidão revolucionária ou um exército invasor, mas sim um mercado negro em expansão.

 

 

O alicerce intelectual do progresso social é o processo de solapar mitos positivos sobre o poder e mitos negativos sobre a liberdade.

 

 

A mão invisível do mercado torna a prosperidade onipresente. A mão onipresente do estado torna a prosperidade invisível.

 

 

O mercado é um veículo para canalizar ambições individuais a benefícios coletivos. O estado é um veículo para canalizar ressentimentos individuais a tragédias coletivas.

 

 

O mercado é uma expressão do conhecimento coletivo da sociedade. A política é uma expressão da sua ignorância coletiva.

 

 

O mercado é a paz organizada a serviço do ganho mútuo. O estado é a violência organizada a serviço da pilhagem mútua.

 

 

O mercado é a expressão institucional das razões de cooperação das pessoas. O estado é a expressão institucional dos seus instintos de pilhagem.

 

 

O mercado é a forma mais organizada de civilização moderna. O estado é a forma mais organizada de barbárie primitiva.

 

 

O mercado comete erros, mas o estado é um erro.

 

 

O mercado pode ser incapaz de eliminar a escassez, mas o estado é incomparável em criá-la.

 

 

O mercado pode ser incapaz de tornar todos felizes, mas o estado é mais que capaz de tornar todos infelizes.

 

 

A mensagem da economia é que é impossível conseguir algo em troca de nada. A mensagem da política é que é muito possível nada conseguir em troca de algo.

 

 

A mensagem da economia é que as opções são reais. A mensagem da política é que a realidade seja opcional.

 

 

A mensagem da economia é pensar à margem. A mensagem da política é marginalizar o pensamento.

 

 

A mensagem da política é que a escassez possa ser legislada para deixar de existir. A mensagem da economia é que a escassez pode ser legislada para existir.

 

 

A mensagem da política é que algumas formas de submissão sejam melhores que outras. A mensagem da economia é que qualquer forma de cooperação é melhor que toda forma de submissão.

 

 

O bem público mais básico é estar livre dos benfeitores públicos.

 

 

A função da economia é explicar a diferença entre o possível e o desejável. A função da política é negá-la.

 

 

A função da política é propagar utopias. A função da economia é derrubá-las.

 

 

A função da política é criar conflitos falando do bem comum. A função do empreendedorismo é resolver conflitos tornando comuns os bens.

 

 

O estado é o supremo valentão coletivo. O mercado é o supremo pacificador coletivo.

 

 

O estado fiscalizando o mercado é algo parecido com um batedor de carteira fiscalizando um lojista.

 

 

A tarefa de um empreendedor é fazer escolhas inteligentes entre oportunidades. A tarefa de um político é fazer escolhas inteligentes entre oportunismos.

 

 

A tarefa da economia é apontar a nossa atenção para o que não se vê. A tarefa da política é desviar a nossa atenção disso.

 

 

A tarefa da economia é revelar a ordem oculta da sociedade. A tarefa da política é esconder o caos explícito do estado.

 

 

A tarefa da política é demonstrar qual é a melhor maneira de saquear uns aos outros. A tarefa da economia é demonstrar que saquear uns aos outros não é a melhor maneira.

 

 

A prova definitiva de que os empresários se importam com algo mais que dinheiro e poder é que, caso não se importassem, seriam políticos.

 

 

A vitória do mercado sobre o estado é a vitória do lucro mútuo sobre a pilhagem mútua.

 

 

O mundo conhecerá a paz quando as únicas fronteiras que restarem forem aquelas da propriedade legítima.

 

 

Acreditar que o governo possa corrigir falhas de mercado é acreditar que o porrete de um homem-das-cavernas possa consertar um computador quântico quebrado.

 

 

Substituir a política pela economia é substituir o conflito pela paz.

 

 

A incerteza e a escassez são as mães das oportunidades.

 

 

A guerra somente pode acabar com a depressão econômica da mesma forma como a morte pode acabar com a doença.

 

 

Quando foi a última vez em que você ouviu alguém dizer “o mercado deveria fazer algo a respeito disso”?

 

 

A paz mundial é o livre comércio levado à sua conclusão lógica.

 

 

Preocupar-se com saldos negativos da balança comercial é como se preocupar com o fato de que você não consegue se lembrar da última vez em que fez compras no seu supermercado local.

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Jakub Bozydar Wisniewski
é membro do Mises Institute, professor assistente na Faculdade de Direito, Administração e Economia da Universidade de Wroclaw e um acadêmico afiliado e membro do Conselho de Administração do Ludwig von Mises Institute na Polônia. Ele possui mestrado em filosofia pela Universidade de Cambridge e doutorado em economia política pelo King's College London. Ele é o autor de The Economics of Law, Order, and Action: The Logic of Public Goods, Libertarian Quandaries e The Pith of Life: Aphorisms in Honor of Liberty. Ele é o ganhador do prêmio Douglas E. French do Mises Institute e o prêmio George and Joele Eddy. Seus principais interesses de pesquisa incluem a teoria do empreendedorismo, a teoria dos bens públicos, a metodologia da economia e a ética nos negócios.

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