A Ditadura Ginocêntrica Ocidental

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Possivelmente, nunca antes na história da humanidade foi tão difícil ser homem. Ser homem é ser constantemente ridicularizado, odiado, hostilizado e responsabilizado por todas as coisas erradas que acontecem no mundo. Se você é homem, teve que se acostumar a ser demonizado e vilipendiado pela mídia mainstream praticamente 24 horas por dia. Você é odiado pelo simples fato de pertencer ao gênero masculino da espécie humana. Você é machista, sexista, opressor, um estuprador em potencial. A sociedade deve ter cautela quando lida com você, porque você comete a terrível ofensa de ser um homem. De repente, acordamos no século XXI, e o que antes era algo natural — ser homem, o macho da espécie humana — passou a ser um crime hediondo, pérfido, ofensivo, passível de punição.

A mídia mainstream não cansa jamais de pulverizar o público com campanhas infames contra a “masculinidade tóxica”. Nos noticiários, as mulheres são constantemente retratadas como vítimas de um sistema patriarcal opressivo e injusto, que não lhes confere apoio ou dignidade. Recentemente, Ciro Gomes, do PDT, participou de um comercial de televisão onde ele dava as mãos a um grupo de mulheres, incentivando-as a lutar contra o terrível e opressivo patriarcado que as subjuga de forma tão cruel. Na plataforma de vídeos YouTube, canais masculinistas que “odeiam as mulheres” proliferaram  de forma ostensiva e consistente nos anos recentes, e a mídia mainstream — nas raras vezes que reconhece a existência deles —, afirma tratarem-se de grupos de extremistas misóginos que odeiam e menosprezam as mulheres e desejam perpetuar o ódio gratuito contra elas. O estado feminista então se mostra como um recurso necessário para protegê-las do ódio e da misoginia propagada por homens desesperados, tóxicos e ressentidos.

Infelizmente, a verdade é que nunca antes na história os homens foram tão oprimidos, odiados e hostilizados, e pelo simples fato de serem homens. São eles o verdadeiro alvo do ódio gratuito perpetrado por um sistema discriminatório e supremacista, que é produto de uma agressiva ditadura de gênero, que foi consolidada e está plenamente estabelecida. Se você é homem, você foi selecionado como o grande vilão da humanidade, pelo simples fato de existir. A não ser que você mostre nas redes sociais que é um feministo desconstruído, gracioso e dócil, que idolatra as mulheres de forma incondicional, não importa o que elas façam, sua existência não pode ser tolerada.

O sistema — disseminando propaganda falsa sobre todos esses movimentos que defendem os direitos dos homens — não dá a nenhum deles o benefício da dúvida, tampouco lhes possibilita o direito de se defender. Atualmente, ser homem e exibir traços genuinamente masculinos é algo repulsivo, ofensivo e até mesmo ameaçador. Orgulhar-se da sua masculinidade, então, é uma verdadeira heresia social. Ser homem tornou-se um crime nefasto e está além de qualquer perdão.

A quantidade de leis absurdas implementadas sucessivamente beneficiando as mulheres e discriminando os homens está superando todos os limites do tolerável. A depravada e maléfica ideologia feminista — que impulsiona todas essas aberrações jurídicas — cada vez mais divorciada da realidade e, em seu ódio colérico, virulento e destrutivo, alienada das reais demandas da sociedade, parece recusar-se de forma intransigente a enxergar os homens como seres humanos.

E quando falamos de feminismo, estamos falando de uma ideologia de morte, degradação e destruição. Analisando de forma prática e pragmática, não é nada absurdo comparar o feminismo com o nazismo. O feminismo dispensa a homens e nascituros o mesmo tratamento que o nazismo dispensava aos judeus. E se formos levar em consideração todos os abortos que já foram realizados, vamos facilmente chegar à constatação de que o feminismo executou um morticínio muito maior do que o nazismo. De acordo com o site Worldometers.info, 22 milhões de abortos haviam sido registrados apenas nos sete primeiros meses de 2021 (estima-se que são realizados anualmente cerca de 43 milhões de abortos no mundo). Embora abortos já fossem realizados antes da ideologia feminista ser predominante na sociedade ocidental, o feminismo certamente foi responsável por normalizar e ampliar a sua prática.

Para a ditadura ginocêntrica ocidental, homens são criaturas repugnantes de terceira categoria que merecem os piores castigos e as punições mais sofríveis pelo simples fato de serem homens. E quem discordar deve ser julgado pelo tribunal da inquisição feminista, onde o emponderamento feminino é supremo, e quem ousar contestar os seus postulados ideológicos é classificado como um machista sexista misógino e opressivo, que trabalha contra a decência, a evolução e o progresso.

Para ser considerado uma pessoa decente pelo sistema ginocêntrico, você deve venerar, idolatrar e sacralizar as criaturas do sexo feminino, obedecê-las cegamente, honrá-las sob quaisquer circunstâncias e jamais cometer a ousadia de discordar delas. Você é homem? Então comporte-se como um lacaio servil e obediente; dessa maneira o sistema fará o favor de tolerar a sua insignificante e repulsiva existência.

O feminismo está sendo bem-sucedido em emascular os homens e transformá-los em cordeirinhos servis e obedientes, que devem estar prontamente dispostos a obedecer suas honradas esposas em absolutamente tudo, tendo o dever e a obrigação de se sacrificar sempre que for necessário. Recusar-se a atender todos os seus desejos e vontades é um verdadeiro crime de ódio contra as mulheres.

Há algumas semanas, o mundo inteiro testemunhou o lamentável episódio no qual o ator Will Smith deu um tapa no humorista Chris Rock durante a cerimônia do Oscar. Chris Rock fez uma piada com Jada Pinkett Smith, a esposa adúltera de Will Smith, e então o celebrado astro multimilionário de Hollywood sentiu-se compelido a defender a honra de sua mulher. No papel mais ridículo que ele já protagonizou em sua vida, Will Smith foi até o palco e deu um tapa no rosto de Chris Rock.

A atitude de Will Smith, além de patética, é um exemplo clássico da capacidade do feminismo de emascular os homens. E ele acabou sendo terrivelmente prejudicado pela sua atitude de cavaleiro branco, disposto a defender a “honra” de sua companheira adúltera. Como punição por sua atitude infantil, Will Smith foi banido da cerimônia do Oscar por dez anos, e posteriormente sofreu humilhações públicas de sua própria esposa, que — no seu papel prepotente de feminista emponderada — afirmou não precisar de homem algum para defendê-la.

Isso é o que você ganha por se casar com uma mulher feminista de Hollywood. Emasculação e sucessivas humilhações públicas. Will Smith é tratado como um insignificante serviçal pela sua esposa arrogante e prepotente intoxicada de feminismo, justamente porque ele não tem a menor capacidade de se comportar como um homem de verdade. Lamentavelmente, em uma sociedade cada vez mais escravizada pelo feminismo, humilhações públicas de homens emasculados que não tem capacidade alguma de liderar uma relação provavelmente se tornarão acontecimentos cada vez mais comuns e corriqueiros.

Indubitavelmente, a expansão do feminismo político e da legislação misândrica em praticamente todos os países do ocidente — e até mesmo alguns do oriente —, estão criando um abismo irreversível entre mulheres e homens. As mulheres se tornaram mais prepotentes e individualistas, e a maioria delas absorveu a ideologia feminista com fervor, mesmo aquelas que não se declaram explicitamente feministas.

Na era do feminazismo, tornou-se absurdamente comum o fenômeno de vídeos viralizando nas redes sociais de noivos sendo ridicularizados no dia do casamento. Uma noiva fala que não deseja ser submissa, outra exige que o noivo assine na presença de todos um contrato no qual ele se compromete a lavar a louça diariamente, pois ela se recusa terminantemente a realizar esse tipo de serviço doméstico. Entre os convidados, feminazistas exaltam com felicidade histérica a rebeldia e a falta de respeito da noiva, e os convidados dão risada do noivo idiota. Emasculados pelo progressismo e pelo feminismo, os noivos — que deveriam agir como homens — simplesmente aceitam de forma passiva e submissa o papel de palhaços no dia do seu próprio casamento. Mas não se preocupe, ninguém se importará com isso se você for homem. Já se a humilhação ocorrer contra a noiva, temos um crime contra a humanidade.

Infelizmente, nunca antes os homens foram tão ridicularizados, hostilizados e odiados. A era do ódio gratuito foi normalizada. Você é livre para odiar e ridicularizar os homens, mas não pode fazer isso contra as mulheres. Se o fizer, você será classificado como um machista, misógino e extremista, na melhor das hipóteses. Na pior delas, você será cancelado e será encaminhado para a guilhotina judiciária da ditadura feminista misândrica. Isso deixa muito claro que o feminismo nunca lutou por igualdade, mas por supremacia. O que está em andamento é uma espécie de revanchismo — a desforra das mulheres contra os elementos do sistema supostamente opressivo de outrora —, que atualmente executa uma espécie de vingança coletiva contra homens que nunca oprimiram ninguém.

Sem dúvida, este problema é potencializado pela apatia e pela condescendência de grande parte dos homens, especialmente daqueles que são diretamente prejudicados pela ditadura feminista. Nunca antes os homens aceitaram o papel de palhaços com tanta passividade e submissão. O homem, o macho da espécie humana — que deveria ser dominante, tendo traços como seriedade, agressividade e virilidade como suas características predominantes —, foi transformado em um cachorrinho dócil e submisso, um poodle gracioso e dengoso que vai correndo buscar o ossinho quando o seu dono (o estado feminista) ou dona (a mulher) joga ele longe.

Legislação misândrica, emponderamento feminino, ginocentrismo cultural e feminazistas abortistas que se casam para oprimir o marido e assumir o papel de homem na relação são alguns dos elementos que estão deixando os homens cada vez mais saturados do ocidente e das mulheres ocidentais. Felizmente, também para esse problema existe uma luz no fim do túnel. E como sempre, quem propõe a solução para todas essas terríveis adversidades — geradas pelo estado ginocêntrico feminista — é, obviamente, o mercado.

Homens ocidentais — cansados de toda a misandria e da atitude deplorável e degradante das mulheres do ocidente — estão procurando esposas e companheiras em países do sudeste asiático como Filipinas, Tailândia e Indonésia. Empresas estão se especializando em selecionar as melhores mulheres desses países, e então homens interessados podem agendar encontros para conhecê-las pessoalmente. Você entra em contato com uma dessas empresas, contrata os serviços, embarca em um voo internacional e então participa de uma série de encontros em grupo com as mulheres disponíveis e com outros homens que também estão procurando por uma companheira. Ou você pode selecionar previamente uma das mulheres cadastradas no site. O serviço não tem relação alguma com prostituição. Ele é exclusivo para homens que desejam selecionar uma mulher para se casar e constituir vínculo marital.

As mulheres filipinas tem ganhado atenção especial dos homens ocidentais por vários motivos. São bastante tradicionais, preferem se casar cedo, não passam a juventude na promiscuidade e fazem todas as tarefas domésticas sem reclamar. Essas são qualidades que estão em extinção nas mulheres ocidentais, cada dia mais neuróticas, histriônicas, carreiristas, histéricas, autoritárias, narcisistas e decadentes. Isso tem feito um número cada vez maior de homens ocidentais oriundos de vários países se aventurarem na busca por uma esposa entre as mulheres do sudeste asiático.

Atualmente, este serviço tem encontrado grande demanda por parte de homens americanos de classe média e classe média alta. Um caso que ganhou notoriedade recentemente foi o do ator americano Richie Mac, que abandonou Hollywood e se mudou para a Tailândia, depois que encontrou lá a esposa ideal. Então ele criou um canal no Youtube — Zoom To Thailand, que conta com mais de 55 mil inscritos —, onde ele mostra o seu cotidiano com a sua esposa, que cozinha, limpa a casa e joga vídeo game com ele.

Na Europa, os homens suecos se destacam entre aqueles que tem procurado cônjuges entre as mulheres do sudeste asiático, com uma frequência que está se tornando cada vez maior (e vem preocupando as mulheres suecas) — o que no caso deles é perfeitamente compreensível. Considerado o país mais feminista do mundo, a Suécia tem se superado na adoção de políticas misândricas e progressistas como nenhuma outra nação. Mulheres e imigrantes estrangeiros são venerados, adorados e tratados como crianças graciosas e puras que jamais devem ser criticadas ou ofendidas e devem ter todos os seus desejos prontamente atendidos. Os homens, por outro lado, servem apenas como os burros de carga que pagarão impostos excruciantes para sustentar todo o sistema, sem ter o direito de reclamar.

No entanto, no continente asiático, por enquanto apenas o sudeste tem se destacado como um refúgio seguro na busca por mulheres tradicionais não contaminadas pela misandria da seita político-ideológica feminista. Infelizmente, não são todos os países da Ásia que tem abundância de mulheres com tais qualidades. A Coreia do Sul e o Japão, nessa questão, são similares aos países ocidentais. Ambos sofrem as consequências sociais, econômicas e culturais do feminismo e do progressismo, como redução expressiva dos casamentos, das taxas de natalidade e do aumento dos divórcios. Até mesmo alguns homens japoneses da classe operária — depois de economizar dinheiro suficiente por algum tempo — tem se aventurado a procurar cônjuges em países do sudeste asiático, visto que a hipergamia desenfreada das mulheres japonesas faz com que elas não tenham interesse algum em se casar com homens assalariados. De onde podemos concluir que o feminismo e o progressismo se disseminam com mais facilidade em países desenvolvidos, enquanto os países mais pobres permanecem predominantemente tradicionalistas em questões sociais e culturais. Ao menos, esse é o diagnóstico da presente situação no continente asiático.

Este é um fenômeno que, previsivelmente, tem sido ostensivamente ignorado pela mídia mainstream, que invariavelmente relutará em admitir que o feminismo é uma depravação discriminatória, tirânica e ditatorial da qual os homens com recursos buscam escapar. A verdade é que todo homem correto e decente que existe merece ser feliz, mas é impossível ser plenamente feliz quando você é demonizado, odiado, hostilizado e ridicularizado por ideologias políticas totalitárias e discriminatórias, pela mídia mainstream, pela jurisprudência estatal misândrica e por mulheres arrogantes e prepotentes que se julgam “emponderadas”, e que despejam ódio gratuito contra você pelo simples fato de você ser homem.

Esse caso nos lembra, invariavelmente, que para toda ação haverá uma reação. Portanto, todo esse fenômeno de homens ocidentais que buscam se casar com mulheres tradicionalistas do sudeste asiático é uma reação masculina natural à ditadura ginocêntrica ocidental. Homens saturados da misandria e do ódio feminista estão dizendo que chegaram ao seu limite, e não irão mais tolerar as bestialidades misândricas. O feminismo não irá arruinar a vida deles, tampouco comprometer a possibilidade de viver uma vida plena e feliz ao lado de uma mulher de personalidade dócil, submissa e genuinamente feminina. Se as mulheres ocidentais não são competentes e humildes o suficiente para serem boas companheiras, eles irão até lugares onde as mulheres cultivam essas qualidades.

Sim, os homens ocidentais estão gradualmente abandonando as mulheres ocidentais. Eles estão saturados — e com todas as razões, motivos e direitos — da misandria, do ódio, do emponderamento feminino e do papel de idiotas emasculados que a ditadura ginocêntrica ocidental conferiu a eles de forma implacável e unilateral. Vendo no problema uma oportunidade, o mercado, como sempre, disponibilizou a solução. Sabemos que o percurso é sempre esse. O estado cria problemas, o mercado oferece as soluções. Nada de novo debaixo do sol.

É verdade que, por enquanto, essa solução não está disponível para todos os homens, pois é necessário ter uma certa condição financeira que permita ao indivíduo viajar até outro país para conhecer uma mulher estrangeira e também arcar com todas as despesas adicionais envolvidas no processo. No entanto, este é um mercado que está apenas em seus estágios iniciais de desenvolvimento. Com o passar do tempo, ele se diversificará tanto que eventualmente se tornará acessível a um número cada vez maior de homens. Como qualquer novidade que entra no mercado, primeiro ela se torna um artigo de luxo disponível apenas para aqueles que podem pagar; em questão de pouco tempo, no entanto, o produto ou serviço se populariza e consequentemente se torna acessível a todos os interessados. Foi assim com a televisão, com os telefones celulares e com os notebooks. O mesmo vai acontecer com esse novo mercado. A não ser que as mulheres ocidentais mudem antes que isso aconteça. O que creio ser altamente improvável.

Felizmente, esse é um negócio que está apenas em seus estágios iniciais. Há enorme potencial para a expansão e crescimento desse negócio promissor de casamentos de homens ocidentais exauridos pela ditadura feminista, que descobrem a possibilidade de uma vida conjugal plena e feliz com mulheres asiáticas tradicionais. Tal negócio  promete libertar os homens da maledicente aberração da ditadura feminista ginocêntrica, que ensina as mulheres a odiarem os homens, a encará-los como inimigos, a tratá-los como criaturas inferiores e a normalizar a opressão estatal sobre eles. Com a esposa ideal, os homens ocidentais poderão ter vidas mais prazerosas e gratificantes. Afinal, uma mulher deve agregar facilidades, felicidade e prazer na vida de um homem. Caso contrário, não há propósito algum no casamento.

6 COMENTÁRIOS

  1. não gostei do artigo, mas não porque acho que a interpretação da realidade está totalmente errada. existem alguns erros ao longo do artigo que me incomodaram muito:
    1- falta de fontes
    2- o japão não é progressista, as mulheres lá ainda são mães e valorizam a família, mas o problema é que, apesar disso, o país tem leis extremamente ginocêntricas. nem todo país ginocêntrico é totalmente progressista, o japão é um caso único demais para se encaixar em um molde assim.
    3- não é uma ditadura, é uma democracia e estas são piores que ditaduras uma vez que ditadores costumam erodir muito menos a família do que presidentes e movimentos democráticos

  2. Concordo : A realidade indica uma reação à esse processo ginocêntrico que felizmente começa a tomar força entre homens com Testosterona, inteligência e masculinidade inegociáveis, sem condescendências, análogas
    a própria genética . Eu usaria o antídoto, gozando, mas gritando o nome de outra mulher.