Após 7,4 bilhões de braços picados, Bill Gates contesta as vacinas

3
Tempo estimado de leitura: 2 minutos

O defensor da “saúde pública” mais influente do mundo aparentemente veio a duvidar da tecnologia por trás das injeções de mRNA, após sua implantação em mais de 7,34 bilhões de braços em todo o mundo.

Uma entrevista pouco notada na semana passada para um think tank do Reino Unido mostrou o fundador da Microsoft, Bill Gates, dando algumas declarações incríveis sobre sua “solução” mais valiosa para a pandemia.

“Não tínhamos vacinas que bloqueiem a transmissão”, disse Gates, contradizendo entrevistas anteriores nas quais ele afirmou que as vacinas bloqueiam significativamente a transmissão. “Temos vacinas que ajudam na saúde, mas reduzem apenas um pouco a transmissão”, acrescentou.

[A grande maioria da entrevista envolve Gates exigindo soluções totalitárias para o mau tempo, que ele chama de mudança climática. A parte sobre as injeções do COVID começam no minuto 27.]

Gates está correto sobre o fato de que as injeções não estão bloqueando a transmissão. Com números recorde de COVID vindos da Europa, tornou-se óbvio que as vacinas de mRNA estão fazendo pouco, senão nada, para interromper a transmissão. Além disso, o impacto que essas injeções têm na prevenção de um teste COVID positivo parecem expirar após 6-9 meses.

Gates não parou por aí. Ele acrescentou uma declaração bastante chocante para finalizar:

“Precisamos de uma nova forma de vacinar.”

Simplesmente assim, Gates parece estar lavando as mãos de seu envolvimento no experimento mundial de mRNA.

É um tom surpreendente de um homem cuja fundação acumulou centenas de milhões de dólares (graças ao acesso pré-IPO à BioNtech, a criadora da “vacina Pfizer”) das injeções, além de sua forte defesa delas. Além disso, Gates acrescentou bilhões de dólares em renda a seu arsenal pessoal durante a pandemia.

Para piorar as coisas, Gates então endossou os modelos de estado policial para “mitigação” de COVID que estão sendo implementados atualmente pela Nova Zelândia e Austrália.

“Pelo menos a Austrália e a Nova Zelândia mostraram que uma administração competente pode manter a taxa de mortalidade muito baixa”, disse ele na entrevista. Ele não mencionou que ambos os países ficaram sob lockdown por grandes períodos da Paranoia COVID, com os cidadãos enfrentando restrições maciças de seus direitos por quase dois anos. E, além disso, ambos os países, apesar de seus lockdowns hediondos e utilizações de mRNA, estão enfrentando surtos massivos em uma escala sem precedentes.

Claramente, o homem descrito pelo Politico como o “médico mais poderoso do mundo” está dobrando a aposta na loucura totalitária que ele está tentando impor ao mundo.

No Dossier, relatamos extensivamente sobre a influência que a Rede Gates exerce sobre o mundo da “saúde pública”. A rede Gates é a principal responsável por semear as catástrofes da política COVID da América.

Como a Fundação Gates semeou as catástrofes políticas COVID-19 da América

O monopolista: como Bill Gates exerce enorme influência sobre a política COVID

 

Artigo original aqui

 

3 COMENTÁRIOS