As medidas da fraudemia funcionaram!

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Manter as pessoas trancafiadas e aterrorizadas, dopando suas mentes com doses cavalares de informação pseudocientífica e cenas sensacionalistas de tragédias pessoais, funciona!

Não estou dizendo que a destruição das liberdades individuais, o colapso da economia e o prejuízo da saúde geral de todos evitou a propagação do coronavírus chinês. Se o objetivo fosse este, as diretrizes seriam favoráveis ao cientificamente embasado tratamento precoce com aqueles medicamentos baratos e sem patente que não dão lucro pras big pharma. E se o resultado fosse neste sentido, não haveria uma narrativa de recrudescimento dos casos e óbitos.

Não vou também demonstrar aqui como a quarentena piorou a contaminação por reduzir a imunidade geral da população, atrasar diagnósticos, impedir a imunidade de rebanho e confinar pessoas doentes com pessoas saudáveis. Quero apenas fazer um ponto praxeológico aqui:

Se as pessoas utilizassem a razão, as recentes estatísticas oficiais apresentadas pelo establishment ou são mentira ou são uma admissão de que as doutrinas totalitárias falharam, levando à conclusão que em qualquer caso, medidas restritivas devem ser rechaçadas sob qualquer abordagem metaética.

Mas a fraudemia nunca pretendeu ser racional. O objetivo dela é outro e está funcionando perfeitamente.

Fazer com que a população aceite ceder toda sua vida, liberdade e propriedade em troca de uma ilusão de proteção mediante placebos psicológicos é a intenção do establishment e eles obtiveram o sucesso mais estrondoso já visto.

A humanidade cometeu o grave erro de ter obedecido às ditatoriais restrições com base numa ingênua esperança de que o governo um dia as autorizasse a ter uma vida normal novamente. Ora, governos são agentes econômicos que acumulam poderes e garantem interesses próprios quando o povo lhes obedece. Se este povo está aguardando ordens oficiais para retomar suas liberdades e diminuir o poder do Estado, porque diabos o Estado daria semelhante ordem?

À medida em que o tempo passa, a esperança diminui, mas as lembranças do que era uma vida digna e humana também. As pessoas se acostumaram à ideia de serem reduzidas a menos que nada, a serem tratados como resíduos contaminantes. Sim, fala-se no bem maior. Bem maior de quem? Da maioria que, por causa de um vírus menos letal que o da gripe, está jogando os anos fora, a poupança fora, a saúde fora, a convivência fora, e até o amor ao próximo fora no caso dos denunciadores de plantão? Não insista! Já falei que o povo é apenas resíduo contaminante.

O que importa é o bem maior dos políticos, dos altos burocratas, das grandes corporações oligopolistas e de seus propagandistas. Estes estão cada vez mais ricos e poderosos. E este sempre foi o objetivo da quarentena. Deu certo! E vai continuar dando certo porque o povo está irremediavelmente lobotomizado. Ou vocês acham que queusa máscara sem ser obrigado vai se rebelar condignamente?

2 COMENTÁRIOS

  1. Esta é a geração mais porca intelectualmente da história ! Abdicadores da liberdade, defensores da máquina estatal intervencionista e do sistema democrático Russeauneano ! Fruto da maldita Revolução Francesa. Em contra partida, é a mais soberba de todos, ignorantes, defensores do indefensável, e soberbos intelectualmente. São piores que estrume !