Ciência e autoritarismo são incompatíveis

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Nos últimos dois anos, passamos a ouvir com certa frequência frases e sentenças que se tornaram corriqueiras em nosso cotidiano. Passou a ser comum ler artigos ou ver na televisão apresentadores falando frases de efeito como “Acredite na ciência”, “Escute os especialistas”, “Cientistas são unânimes em afirmar que…” e outras sentenças igualmente vazias e genéricas, completamente destituídas de veracidade, lógica e real sentido.

Não, nem eu nem você precisamos acreditar na ciência. A ciência não é um dogma ou um sistema de crenças para acreditarmos nela. Não é uma religião. O trabalho da ciência é justamente provar ou refutar uma determinada teoria, tratamento, hipótese ou estudo especulativo. Não há nenhuma crença envolvida nisso, mas a análise meticulosa de fatos concretos e dados objetivos.

A ciência pode ser definida como um conjunto metodológico de estudos e análises empregadas de forma sistemática e consistente para se chegar até uma determinada conclusão. Isso se aplica a qualquer área da ciência, da biologia à química, da antropologia à física.

Infelizmente, tanto a ciência quanto a medicina foram ostensivamente politizadas pela ideologia covidiana, de maneira que ambas passaram a ser tratadas como seitas pseudo-religiosas. Hoje, todo o tratamento que a mídia corporativa mainstream dispensa à pandemia e ao coronavírus não tem relação alguma com a verdadeira ciência. Na verdade, está muito mais para pseudociência corporativa e narcisismo acadêmico. O significado do vocábulo “ciência”, sua verdadeira definição e sua real finalidade nunca foram tão deturpados.

Primeiramente, precisamos reconhecer como a mídia corporativa mainstream possui radical inclinação para um viés de interesse que coincidentemente atende aos objetivos da indústria farmacêutica. Isso ficou evidente desde o princípio da ditadura sanitária mundial, quando vozes divergentes — destoantes desses interesses —, passaram a ser ridicularizadas, sabotadas e até mesmo censuradas.

Indivíduos como Anders Tegnell, Michael Levitt, Joseph Mercola e Vernon Coleman, para citar apenas alguns exemplos, sofreram todos em alguma medida algum tipo de censura, restrição ou perseguição arbitrária por sua corajosa oposição à “ciência” autoritária do establishment covidiano. Campanhas de difamação, ameaças e demissões também se tornaram formas corriqueiras de retaliação praticadas contra todos aqueles que se colocaram à disposição da verdadeira ciência, não se sujeitando ao autoritarismo “científico” dos donos da verdade.

E aí temos um ponto crítico fundamental a salientar: onde há censura, não há ciência real. A ciência não pode coexistir com a censura. Por mais terrível que seja, podemos até admitir que a censura é inevitável na política, justamente pelo fato de que a violência e a opressão fazem parte de sua natureza intrínseca. Afinal, aqueles que estão no poder se sentirão naturalmente tentados a silenciar os seus opositores. No entanto, é impossível aceitar a censura como sendo uma parte natural da ciência.

Como a ciência foi altamente politizada na era covid, tornou-se inevitável sua contaminação pela censura. Agora precisamos despolitizar a ciência, para que ela volte a ser o que sempre foi. Na ciência — muito mais do que na política — a liberdade é fundamental e inegociável. A política sempre será invariavelmente violenta, e por extensão insalubre para a sociedade, mas a ciência não é nem pode ser prejudicial aos seres humanos. No entanto, não podemos ser ingênuos. Infelizmente, a ciência pode ser deturpada e utilizada para finalidades sinistras e propósitos maléficos.

Depois de dois anos de uma ditadura sanitária mundial implacável, sustentada por argumentos supostamente científicos, chegamos a algumas conclusões muito óbvias. Lockdowns, quarentenas e campanhas compulsórias de vacinação não tem relação alguma com a ciência (tampouco são motivadas por uma genuína preocupação dos governantes com a saúde pública). Todas essas medidas foram implementadas por motivos mais sinistros. A pseudociência do sistema político-corporativo-covidiano foi usada apenas como uma justificativa para a implementação das medidas restritivas. Puro autoritarismo com fachada científica. Cientistas de verdade sem dúvida nenhuma ficaram excepcionalmente frustrados ao constatar que a pseudociência fora alçada no mundo inteiro a uma posição de divindade infalível e suprema, que não pode ser contestada, nem questionada.

No entanto, o que não pode ser contestado, nem questionado, definitivamente não pode ser qualificado como ciência.

Obviamente, não existe um órgão central que serve como o guardião da ciência mundial. A ciência, em termos práticos, nem sequer existe. O que existe são cientistas. E cientistas discordam uns dos outros o tempo inteiro. E como saberemos quem possui as soluções mais práticas, quem tem as teorias mais sensatas, prudentes e salutares, capazes de dar as contribuições mais benéficas para a sociedade, especialmente em tempos de crise?

De antemão, é impossível saber. Por isso, precisamos deixar todos os cientistas livres para que eles possam falar, debater, discutir, publicar seus livros, seus artigos e seus estudos acadêmicos em periódicos revisados por pares. Isso é a ciência na prática. Uma troca ininterrupta de conhecimento e informações, isenta de qualquer tipo de regulação, censura, proibição ou restrição.

Por exemplo, se pudéssemos reunir os 10 maiores cientistas que já existiram — Galileu Galilei, Isaac Newton, Tycho Brahe, Humphry Davy, James Clerk Maxwell, Nikola Tesla, Siméon Denis Poisson, Hendrik Lorentz, William Thomson e Michael Faraday —, sem dúvida nenhuma eles iriam discutir e discordar entre si à respeito de uma vasta profusão de questões. Seria uma ingenuidade inconcebível de nossa parte acreditar que eles iriam concordar em tudo. Evidentemente, eles iriam divergir uns dos outros em uma grande variedade de assuntos.

Essa é uma das maravilhas da ciência. Ela permite que indivíduos com pontos de vista divergentes e conflitantes possam discutir e debater livremente suas teorias, opiniões, descobertas e conclusões. Todos os cientistas devem ser livres para explicar detalhadamente as suas teorias e suposições. Todos eles devem ter espaço para explicar porque pensam de uma determinada maneira, porque acreditam em uma determinada teoria e quais foram os processos investigativos, lógicos e dedutivos, que os levaram a chegar até uma determinada conclusão.

Por incrível que pareça, isso vale até mesmo para teorias malucas, como Terra Plana, a teoria da mudança dos polos de Charles Hapgood, as teorias paranormais de Charles Fort e todas as demais teorias marginais existentes. Se elas forem explicitamente malucas, ótimo. Quanto mais exóticas e irrealistas forem determinadas teorias, mais fácil será refutá-las. Mas a verdade é que a comunidade científica precisa de total liberdade para discutir, debater, questionar, pensar, pesquisar e raciocinar, porque sem isso é impossível que a ciência exista.

A grosso modo, isso é a ciência. Um meticuloso processo analítico e investigativo, que cataloga um vasto conjunto de informações, descobertas e conclusões em diferentes áreas. E não há como proceder com investigações, averiguações e verificações sem a liberdade para se fazer contestações, revisões e questionamentos. A liberdade é um elemento indispensável para o método científico. É assim que o conhecimento evolui e novas descobertas se tornam possíveis. Sem liberdade, não há ciência. Por isso podemos afirmar, de forma incontestável, que o covidianismo está mais próximo do stalinismo do que da ciência legítima.

No entanto, abundam entre o populacho conceitos equivocados sobre o que é ciência. Muitas pessoas afirmam não acreditar em Deus ou em qualquer religião porque acreditam na ciência. Mas a ciência em si não é ateia nem deísta. A ciência sempre foi neutra. E existem tanto cientistas ateus quanto cientistas que acreditam na existência de um criador.

Vamos fazer uma breve comparação, a título de exemplo.

Em 2006, o biólogo evolucionário e proeminente ateu Richard Dawkins — um dos mais destacados cientistas contemporâneos do Reino Unido —, publicou um de seus livros mais famosos, The God Delusion (publicado no Brasil sob o título de Deus, um Delírio). Neste livro, Dawkins argumenta que a existência de Deus é, no melhor dos casos, uma hipótese de caráter inteiramente especulativa, e que a existência de um criador é praticamente uma impossibilidade. Para Dawkins, a crença em uma divindade não passa de um delírio psicológico, um autoengano ao qual os indivíduos se submetem de forma inconsciente como uma forma de contornar as dificuldades emocionais inerentes a uma existência difícil e saturada de adversidades. Para ele, Deus é uma espécie de conforto emocional, que anestesia os indivíduos das dores e dos sofrimentos de uma dura e cruel realidade.

No seu livro, que foi um bestseller internacional — traduzido para dezenas de idiomas e publicado em vários países —, Richard Dawkins afirma que as religiões não passam de formas socialmente aceitas de delírio coletivo, que contribuem mais para alienar a sociedade do que para edificá-la. Ele também afirma que teorias como a da evolução são, do seu ponto de vista, superiores ao que ele chama de “hipótese de Deus”.

No extremo oposto desta questão, temos o neurocientista František Vyskočil, professor de fisiologia e neurofisiologia, natural da República Tcheca. Vyskočil é muito conhecido na comunidade acadêmica por ser um árduo defensor da hipótese do design inteligente. De acordo com essa teoria, tudo o que existe no universo é complexo e perfeito demais para ter sido simples obra do acaso ou o resultado de uma evolução que se prolongou por bilhões de anos. Esta hipótese enfatiza que a complexidade inerente a todas as coisas — das várias galáxias do universo à grande diversidade de seres vivos existentes — indica claramente que existe um projetista inteligente responsável por toda a criação.

Veja, por exemplo, a imensurável complexidade do corpo humano. Se analisarmos uma única parte dele, já ficamos extremamente impressionados em constatar como funciona de forma impecável e maravilhosa.

Pense no seguinte: quando você olha para uma paisagem, sua retina, através de milhões de fotorreceptores, capta sinais, que por sua vez são transmitidos através do nervo óptico até o cérebro. Esses sinais chegam ao cérebro na forma de impulsos elétricos, onde eles são processados e convertidos em imagens.

Ou seja, ao olhar para qualquer coisa, tudo o que está no seu campo de visão será convertido em uma imagem perfeitamente identificável. O globo ocular absorve todas as informações que estão na sua frente e o cérebro faz a leitura de todas as informações recebidas. Essas informações consistem majoritariamente em uma vasta profusão de formas, cores, texturas, densidades e partículas de luz. O seu cérebro rapidamente reúne todos esses bilhões de informações aleatórias de maneira incrivelmente precisa e entrega a você uma imagem perfeita e detalhada de praticamente tudo o que está no seu campo de visão.

Só que o processo de leitura das bilhões de informações que seu globo ocular absorve, e que são processados pelo seu cérebro, é realizado em uma velocidade de milionésimos de segundos. É tão rápido que você não consegue ter nem mesmo noção de que os dados estão sendo processados. E se você mudar seu olhar de direção, não importa quão rápido faça isso, seu cérebro fará novamente mais uma leitura igualmente veloz de todas as informações que serão absorvidas pelos seus olhos, e lhe entregará uma nova imagem, que mais uma vez corresponderá perfeitamente a tudo aquilo que está em seu campo de visão.

Agora pense no seguinte: fazemos isso literalmente milhares de vezes todos os dias. Nem sequer nos impressionamos com isso, porque fazemos isso desde que nascemos, de maneira que tratamos essa magnífica capacidade com extrema trivialidade.

Mas uma análise detalhada dos fatos descritos acima nos mostra que o cérebro humano é o mais impecável e perfeito computador que existe. Não há nenhuma máquina no mundo capaz de fazer a leitura de um número tão extravagante de dados em uma quantidade tão excepcionalmente curta de tempo.

Então, podemos questionar: como o cérebro humano veio a existir? É produto de uma longa evolução que durou bilhões de anos ou há um criador inteligente que projetou essa magnífica máquina orgânica? Richard Dawkins e František Vyskočil — apesar de serem ambos cientistas mundialmente renomados, que nasceram inclusive no mesmo ano (1941) — estão em lados diametralmente opostos nesse assunto e dariam respostas drasticamente diferentes a essa questão.

Para um evolucionista, a hipótese do design inteligente não passa de uma tentativa da mente religiosa de racionalizar um processo árduo e complexo. A hipótese do design inteligente, no entanto, pode ser explicada de forma mais sucinta.

Olhe para a pintura abaixo. Ela, evidentemente, teve um criador. Você sabe disso, pois não acreditaria que a pintura se pintou sozinha, não é mesmo?

 

Se a pintura teve um criador, então o animal que inspirou a pintura provavelmente também teve um.

Concluindo este breve raciocínio, podemos nos questionar: quem está certo no debate sobre a inexistência ou a existência de Deus? Richard Dawkins ou František Vyskočil? O que realmente é verdade nesse caso?

A questão mais relevante a ser debatida aqui é que a ciência abre espaço para uma discussão salutar sobre esse assunto, como deveria ser em todas as demais questões das quais a ciência se ocupa. Nem Richard Dawkins, nem František Vyskočil precisam ou devem ser censurados. Não existem ateus fazendo campanha para censurar e sabotar František Vyskočil, assim como não existem religiosos querendo levar Richard Dawkins até um tribunal teocrático para julgá-lo por blasfêmia.

Essa é a maravilha da ciência. Ela dá espaço e liberdade para que indivíduos com crenças, convicções, teorias e suposições radicalmente distintas possam dialogar e expor os processos analíticos e dedutivos que os levaram a chegar até determinadas conclusões.

A ciência não apenas permite, como necessita do debate aberto, porque ela abre novas interpretações e novas informações sobre uma grande diversidade de assuntos. E a colisão frontal e o enfrentamento acadêmico de ideias divergentes e conflitantes sempre farão com que seja mais fácil chegar a uma resposta que se aproxima da verdade, ou até mesmo que determinado fato venha a ser comprovado como uma verdade incontestável.

Mas então alguém pode argumentar que, no caso de uma pandemia, a situação é muito mais complexa e crítica. Afinal, vidas estão em jogo. Portanto, não se trata de um simples debate de ideias.

A verdade é que, no caso de uma emergência médica, torna-se ainda mais crucial uma discussão aberta entre os diversos membros da comunidade científica, justamente para que o maior número de vidas venha a ser salvas. Nenhum cientista sabe tudo, e nenhum deles pode, sozinho, calcular todas as variáveis e todas as probabilidades. Mas todos eles juntos, tendo plena liberdade para pensar, agir, trocar ideias e expor os seus argumentos, poderão dar uma contribuição muito mais salutar e efetiva para a humanidade, especialmente em uma emergência. Em uma crise sanitária global, a censura não será benéfica. Ela certamente irá prejudicar, atrasar e até mesmo dificultar a produção de possíveis soluções.

No caso de uma pandemia, o debate aberto e irrestrito é ainda mais fundamental do que em uma situação ordinária. Precisamos deixar os cientistas e os médicos livres, para que todos eles possam investigar, debater, especular e averiguar quais são os fatores mais elementares pertinentes às circunstâncias envolvidas, para viabilizar de forma rápida e dinâmica uma resolução eficiente para a crise. A censura, além de ser imoral e antiética, invariavelmente dilacera a liberdade — elemento fundamental para a manutenção de um ambiente acadêmico e científico dinâmico e salutar —, e isso consequentemente dificulta a busca por soluções.

Quando o assunto em questão são tratamentos de saúde, no entanto, o mais importante é lembrar da ética da medicina, que não deve ser negligenciada ou tratada com displicência. Ela nos ensina três coisas muito importantes.

Primeiramente, todo tratamento médico é de caráter individual. Em segundo lugar, ele se restringe à médico e paciente. Outras pessoas não devem se intrometer, a menos que sejam consultadas. E em terceiro lugar, mas não menos importante, é o fato de que está plenamente estabelecido o direito do paciente de aceitar o tratamento médico que julgar mais pertinente no seu caso, dentre todas as opções que lhe foram disponibilizadas. Da mesma forma, o paciente é totalmente livre para recusar todo e qualquer tratamento que não for do seu agrado.

No covidianismo, infelizmente, a liberdade de escolha foi sumariamente dilacerada pelo totalitarismo sanitário, pela politização de tratamentos e pela histeria midiática. Hoje, está comprovado que diversos medicamentos que foram todos sumariamente condenados pela mídia —  como a cloroquina, a hidroxicloroquina, a ivermectina e a proxalutamida —, se mostraram eficientes no combate ao covid.

Na metade de 2021, uma organização na Índia, a Indian Bar Association, decidiu processar a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde, Soumya Swaminathan, pela maledicente campanha que ela conduziu contra a ivermectina. Por influência dela, o estado indiano de Tâmil Nadu retirou a ivermectina do protocolo para o tratamento de covid. Como resultado, os casos da doença aumentaram drasticamente, e um grande número de pessoas que poderia ter sido salvas, caso tivessem feito uso do medicamento, vieram a morrer.

Hoje, existem inúmeros estudos publicados e revisados por pares comprovando a eficácia de toda as medicações que foram combatidas e demonizadas pelo establishment covidiano. Lamentavelmente, sabemos que inúmeros médicos foram terrivelmente caluniados e difamados porque prescreveram esses medicamentos aos seus pacientes. Essa é uma grave violação da ética médica, visto que o tratamento de uma enfermidade diz respeito unicamente ao médico e ao seu paciente, constituindo um grave delito a intromissão de terceiros.

Tão importante quanto, a decisão sobre qual medicamento tomar ou qual tratamento receber diz respeito unicamente ao paciente. O médico não pode forçar o paciente a tomar uma medicação ou sujeitá-lo a um determinado tratamento sem o seu consentimento. Em qualquer caso, não deve haver coerção, pois isso constitui, igualmente, uma grave infração da ética da medicina. Da mesma forma, é da mais alta gravidade que medicamentos comprovadamente eficazes tenham sido alvo de propaganda perversa executada em larga escala pela mídia mainstream, com a intenção deliberada de impedir seu consumo pela população.

A verdade é que a pandemia de coronavírus nunca foi a verdadeira catástrofe. Os verdadeiros problemas que acometeram o mundo nos últimos dois anos foram a histeria generalizada da pandemia — insuflada por uma mídia sensacionalista e maledicente —, a coletivização da saúde, a politização da ciência e da medicina e a censura e a perseguição arbitrária executadas contra todos os médicos, cientistas, virologistas e epidemiologistas que não se curvaram ao establishment covidiano. Consultas clínicas e tratamentos de saúde são questões de escolha pessoal, a serem devidamente discutidos entre um médico e o seu paciente.

A padronização do tratamento do coronavírus — reduzido a uma implacável ditadura de injeções experimentais compulsórias a serem administradas através de campanhas periódicas de vacinação —, que foi igualmente feroz em sua tentativa de suprimir todos os tratamentos alternativos disponíveis, mostrou claramente que isso nunca teve qualquer relação com a saúde da população. Da mesma forma, não há nenhuma genuína ciência no covidianismo, mas consenso artificial produzido e encomendado pelo onipotente lobby dos conglomerados farmacêuticos. O regime global covidiano sempre foi sobre despotismo e tirania. Definitivamente, nunca foi uma questão de ciência ou saúde.

4 COMENTÁRIOS

  1. Excelente artigo! É uma pena que uma vez politizada, jamais a ciência deixar de ser. E isso não é de hoje. Agora sabemos que jamais deveríamos ter confiado em nenhum cientista. É só lembrar que a narrativa das mudanças climáticas tem o mesmo objetivo.

    “Nenhum cientista sabe tudo, e nenhum deles pode, sozinho, calcular todas as variáveis e todas as probabilidades.”

    Nós sabemos que isso é verdade. Ma a questão é que uma quantidade de cientistas divergindo uns dos outros foi de maneira silenciosa sendo substituída por “modelos” de um único cientista. É uma palavra que invoca uma sabedoria além do ser humano. O exemplo disto é o genocida Neil Ferguson, professor do Imperial College de Londres. Esse cara é o pai de bostas como o Átila Iamarino.

    • Falo muito p meus alunos, de forma mais “mascarada”, sobre o risco de reproduzir ideias como “eu acredito na ciencia”, como se a ciência fosse uma entidade sobre-humana e não pudesse ser questionada, mas sim obedecida como um deus. Isso não eh ciência! Fico imaginando esses seguidores da “ciencia” vivendo no século 19, provavelmente defenderiam com unhas e dentes as ideias de Cesare Lombroso e do racismo científico em geral.