Conclusão

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Depois de ler este livro, uma pergunta pode vir à sua mente. Criticamos os pseudo-libertários “grossos” por tentarem forçar clichês igualitários ao libertarianismo. Os libertários, argumentamos, estão comprometidos com os direitos de propriedade das pessoas. Desde que respeitem os direitos dos outros, as pessoas são livres para fazer o que quiserem.

“Se você diz isso, no entanto,” um objetor poderia dizer, “você não é culpado da mesmo defeito do outro lado? Você denuncia aqueles que envenenam o libertarianismo com ideologia de esquerda, mas não está dizendo que o libertarianismo é de direita?”

Essa objeção perde o objetivo do livro. Não estamos tentando aumentar o libertarianismo. Estamos tentando fazer precisamente o oposto. Estamos defendendo o libertarianismo como pretendido por Mises e Rothbard daqueles que querem miná-lo. Não achamos que o Estado, ou qualquer outra pessoa, deva forçar as pessoas a aceitar valores anti-igualitários. Nosso argumento é que, deixadas sozinhas, as pessoas serão naturalmente pró-família, devotadas à cultura ocidental e desiguais em todos os aspectos significativos.

Em suma, você não precisa aceitar valores conservadores para ser um libertário. Mas ajuda.

Quem quiser ler mais sobre esses assuntos deve consultar nossos trabalhos anteriores, inclusive Contra o Estado. Os livros de Ludwig von Mises e Murray N. Rothbard são essenciais para compreender em profundidade do que se trata a liberdade. Para os tópicos deste livro, recomendamos em particular dois livros: Mises, Socialismo e Rothbard, Igualitarismo como uma Revolta contra a Naureza & Outros Ensaios.