Estudo confirma risco de problemas cardíacos pós vacina Covid

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Mais más notícias sobre vacinas Covid e miocardite em homens com menos de 40 anos – e ainda assim cada vez mais faculdades exigem vacinas de reforço para estudantes

Um enorme novo estudo descobriu que o risco de problemas cardíacos graves chamados miocardite em homens com menos de 40 anos aumenta com cada dose de uma vacina de mRNA da Covid – e é nitidamente maior do que o risco da infecção por coronavírus em si.

As descobertas colocam em xeque a insistência de faculdades e universidades em fazer seus alunos tomarem vacinas de reforço antes de voltarem às aulas em janeiro deste ano – especialmente porque outros estudos mostraram que o risco de miocardite pós-vacina está concentrado não apenas em homens com menos de 40 anos, mas em pessoas com idade entre 16-25.

O estudo, que pesquisadores britânicos divulgaram no final de dezembro, mostrou que o risco de miocardite quase dobrou após a primeira injeção da Pfizer em homens com menos de 40 anos. Em seguida, dobrou novamente após a segunda e dobrou novamente após a terceira – quase oito vezes o risco basal.

FONTE: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.12.23.21268276v1.full.pdf

Para a vacina Moderna, os riscos foram ainda maiores, chegando a 16 vezes após a segunda injeção. (O risco de uma terceira dose da Moderna não pôde ser calculado porque poucas pessoas a receberam.)

Como cada injeção de Moderna contém 100 microgramas de mRNA, enquanto cada injeção da Pfizer contém 30, as descobertas sugerem fortemente que os riscos cardíacos estão relacionados à dose e provavelmente continuarão a aumentar com cada injeção adicional.

O estudo também continha algumas evidências de que a miocardite pós-vacina pode ser mais perigosa do que outras formas de miocardite. Ele mostrou uma tendência para taxas de mortalidade mais altas em pessoas hospitalizadas por miocardite após a vacinação, em comparação com outros casos de miocardite.

Tanto a miocardite quanto a pericardite são formas de inflamação do coração que podem ser muito sérias, até mesmo mortais. Em um apêndice, os pesquisadores relataram que 263 britânicos foram hospitalizados por miocardite quatro semanas depois de receber uma injeção da Pfizer; desses, 38 ou 14% morreram. Apenas cerca de 9% das pessoas hospitalizadas por miocardite que não receberam uma vacinação de mRNA morreram.

Os pesquisadores não analisaram outros riscos cardiovasculares em potencial, como ataques cardíacos ou batimentos cardíacos irregulares, embora os bancos de dados americanos e europeus de efeitos colaterais pós-vacina contenham muitos relatos desses também.

Apesar destas descobertas muitas faculdades e universidades exigem que seus alunos recebam uma injeção de Covid antes de voltar para o campus.

Para quase todos esses alunos, uma injeção de mRNA é a única opção viável, já que a injeção Johnson & Johnson tem muito pouca disponibilidade.

Essas faculdades provavelmente estão expondo seus alunos do sexo masculino a um risco de miocardite e pericardite, uma doença relacionada, que é muito maior do que o risco geral de Covid, que é cada vez menor para adolescentes e adultos jovens saudáveis. É provável que muitas universidades maiores tenham vários casos de estudantes do sexo masculino hospitalizados por miocardite como resultado das exigências de vacina.

O estudo massivo foi baseado em dados de 42 milhões de britânicos que receberam pelo menos uma dose da vacina Covid, incluindo cerca de 22 milhões que receberam as vacinas de mRNA.

Cerca de metade recebeu as vacinas de mRNA, enquanto o restante recebeu a vacina DNA/AAV da AstraZeneca, que não está disponível nos Estados Unidos. A vacina AstraZeneca, que funciona de forma semelhante à vacina Johnson & Johnson, teve um risco menor de miocardite do que as vacinas de mRNA.

 

 

Artigo original aqui

Enquanto isso, evidências surgem de que as vacinas não são apenas ineficazes; elas tem eficiência negativa:

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