O Holocausto Globalista-Covidiano — o maior crime contra a humanidade da história

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Crimes contra a humanidade sempre foram, lamentavelmente, coisas muito comuns no decorrer da história. No século XX, no entanto, atrocidades em larga escala se tornaram ocorrências demasiadamente corriqueiras. Tanto que fizeram o século passado merecer a alcunha de século da violência. Em um período de pouco mais de trinta anos — entre 1914 e 1945 —, a humanidade testemunhou a ocorrência de algumas das piores atrocidades da história, como o genocídio armênio, o genocídio assírio, o Holocausto e o Holodomor.

Entre 1959 e 1961, a China viveu um período de deplorável e horrenda carnificina famélica, que ficou conhecida como A Grande Fome. Ela foi causada pelas políticas centralizadoras do famigerado Grande Salto Adiante, um projeto desenvolvimentista elaborado pelo “grande timoneiro” Mao Tsé-tung, o ditador comunista da República Popular da China.

Uma série de fatores fizeram esse plano dar terrivelmente errado (detalhes mais específicos sobre essa catástrofe são relatados nesse artigo). De acordo com a mais baixa das estimativas, dezoito milhões de chineses morreram de inanição. A pior das estimativas coloca o número de mortos em cinquenta e cinco milhões. Assim como os ucranianos no Holodomor, os chineses durante A Grande Fome recorreram ao canibalismo para sobreviver. Muitos, no desespero, comeram seus próprios filhos e membros da família.

Todas essas atrocidades, no entanto — por piores que tenham sido —, foram localizadas. Ocorreram em um determinado país ou nos territórios ocupados por alguma potência militar. O genocídio armênio e o genocídio assírio foram executados pelo Império Turco. Os otomanos queriam fazer do seu país uma nação exclusivamente muçulmana; portanto, os governantes políticos dessa nação decidiram dizimar os povos cristãos que viviam em seu território. O Holodomor aconteceu em uma Ucrânia ocupada pelos soviéticos. O Holocausto ocorreu na Alemanha, se estendendo também para países europeus ocupados pelos nazistas.

Seria possível citar também o genocídio dos povos indígenas das Américas, quando as potências europeias invadiram e colonizaram o continente americano, ou o extermínio dos povos indígenas do Cáucaso, quando esta região foi conquistada pelo Império Russo, na primeira metade do século XIX. Seja como for, todos estes morticínios — que foram crimes bárbaros, deploráveis e cruéis, sem dúvida — ficaram restritos a localidades específicas. É verdade que às vezes cobriam territórios bastante extensos; de qualquer maneira, todos eles foram ocorrências pontuais de governos nacionais que decidiram eliminar raças, etnias e povos que ou não se enquadravam ou se opunham ativamente aos projetos da elite dirigente de uma determinada potência geopolítica.

Essas atrocidades foram ocorrências sumariamente diferentes de tudo aquilo que a humanidade enfrenta desde o início de 2020 — que pode ser definida como uma contingência muito mais complexa, arbitrária e agressiva, ainda que aparentemente muito mais sutil, por usufruir de uma fachada de benevolência que cegou uma expressiva parcela de sua vítimas.

Atualmente, o mundo inteiro está vivendo um crime contra a humanidade sem precedentes históricos. Ao contrário das ocorrências anteriores, no entanto, este crime contra a humanidade — que envolve uma série de atrocidades praticadas contra pessoas pacíficas no mundo inteiro — não está localizado em um único país ou restrito a territórios específicos, mas está sendo executado globalmente.

Esse crime contra a humanidade é, evidentemente, a ditadura globalista totalitária do coronavírus.

Não há dúvida nenhuma, ao menos para quem está desperto, que a atual ditadura totalitária covidiana — patrocinada pelos conglomerados farmacêuticos e chancelada pelo sistema político de quase todos os países — trata-se da pior atrocidade da história. Possivelmente o mais deplorável, cruel e nefasto de todos os crimes cometidos contra a humanidade. E isso em tantos sentidos e de tantas formas aterrorizantes que seria literalmente impossível abordar em um único artigo a extensão da destruição e do terror que foram causados pela covidocracia mundial, da qual a mídia corporativa mainstream tem sido o mais ardoroso e abominável cúmplice. Seu grande objetivo tem sido mentir, enganar as massas e omitir os fatos. Neste artigo, vamos abordar resumidamente todas as tragédias causadas pelo Holocausto Globalista-Covidiano.

Que isto tem sido um crime contra a humanidade em andamento, não há dúvida nenhuma para quem tem uma percepção real dos fatos. Ainda em 2020, o jurista alemão Reiner Fuellmich formou um comitê com dezenas de médicos e advogados, com o objetivo de reunir provas e evidências para processar a OMS e a ONU — assim como outras organizações supranacionais —, por crimes contra a humanidade.

Mais recentemente, sobreviventes do Holocausto enviaram uma carta ao Medical Healthcare Regulatory Agency exigindo o fim da vacinação para o covid-19. De acordo com o site Truth11.com:

         “Sobreviventes do Holocausto enviaram carta aberta ao MHRA exigindo o fim da implementação da vacina Covid-19 porque estão vendo outro Holocausto se desenrolar diante dos seus olhos.

Os sobreviventes do Holocausto e seus descendentes entregaram uma carta à Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e à Agência Reguladora de Produtos de Saúde Médica do Reino Unido (MHRA) exigindo a suspensão da implantação da vacina Covid-19 após a decisão do FDA de conceder a aprovação total a novos lotes de vacinas COVID-19 da Pfizer.

Os sobreviventes acusaram as autoridades de não informar adequadamente as populações sobre os riscos da vacina e de violar o direito ao consentimento livre e informado segundo o Código de Nuremberg.”

Mas não se preocupe, você não verá absolutamente nada à respeito disso sendo veiculado na mídia corporativa convencional.

A verdade é que a ditadura totalitária do coronavírus foi um artifício engenhoso, que permitiu que toda a humanidade fosse sumariamente sequestrada pelo complexo industrial-farmacêutico, que exige como resgate que todas as pessoas tomem vacinas experimentais, para que a sociedade possa ter a sua vida “normal” de volta (o que trata-se de uma promessa vazia, visto que as elites globalistas que promovem esse reino de terror contra a humanidade não tem intenção alguma de restabelecer a verdadeira normalidade).

Desde o início de 2020, portanto, o mundo sofre com uma opressiva e maledicente tirania sanitária, que praticamente criminalizou a liberdade, o trabalho, a ação humana e a própria existência dos indivíduos. O objetivo real dessas ações globais, no entanto, nunca foi salvar a humanidade de um vírus.

Toda a histeria global provocada pela mídia corporativa — que continua repetindo histericamente a mentira de que o mundo vive uma pandemia letal e mortífera — tinha, comprovadamente, um propósito. Provocar destruição em massa de pequenas e médias empresas para executar a maior operação de transferência de ativos da história.

Durante toda a crise promovida pela histeria covidiana, houve falência generalizada — em escala mundial — de milhões de pequenas e médias empresas. Cem milhões de pessoas foram parar no limiar da miséria absoluta. Centenas de milhares que antes tinham trabalho e dignidade passaram a morrer de inanição. Pessoas perderam sua renda e tudo o que tinham. Muitas pessoas, sem dinheiro para pagar o aluguel, ficaram sem ter onde morar e passaram a viver nas ruas. O número de suicídios aumentou vertiginosamente e se tornou uma verdadeira epidemia silenciosa, à respeito da qual a mídia corporativa mainstream permanece totalmente omissa, jamais abordando o assunto. Como seria de se esperar, visto que o seu trabalho principal é esconder a verdade e iludir as massas com trivialidades e narrativas politicamente convenientes.

Como é fácil constatar pelos fatos, o covidianismo provocou desgraças titânicas, de proporções monumentais, no mundo inteiro, afetando seriamente milhões de pessoas e comprometendo severamente a qualidade de vida delas.

Por outro lado, a crise covidiana permitiu às grandes corporações e aos bilionários do mundo inteiro que aumentassem consideravelmente suas fortunas e patrimônios. Políticos, da mesma forma, enriqueceram de forma obscena e inexplicável da noite para o dia. Os conglomerados farmacêuticos se tornaram proprietários da vida e senhores absolutos da humanidade, expandindo substancialmente suas receitas. Como todas as crises perfeitamente orquestradas na história humana, o covidianismo deixou os ricos ainda mais ricos, empobreceu drasticamente a classe média e deixou os pobres ainda mais miseráveis e destituídos.

Adicionalmente, com a crise sanitária, as companhias farmacêuticas criaram rapidamente uma “solução” para o problema —vacinas que estão “imunizando” as pessoas contra o coronavírus. No entanto, elas exigem ter total isenção de responsabilidade quanto aos efeitos colaterais e as reações adversas que os imunizantes tem provocado nas cobaias humanas.

Agora, os conglomerados farmacêuticos tem plena licença para exterminar pessoas inocentes com vacinas experimentais, que estão se mostrando instrumentos letais de um morticínio que tem provocado inúmeras fatalidades em centenas de milhares de cobaias.

Depois de meses da mais sórdida, tirânica e implacável campanha de “imunização” da história, tornou-se possível constatar que as vacinas disponibilizadas ao público estão deixando inúmeras pessoas sequeladas como resultado de reações adversas e de efeitos colaterais graves, e outras tantas estão morrendo logo depois de serem inoculadas com o químico experimental. A cada dia, ficamos sabendo de novos casos de pessoas que morreram logo depois de serem inoculadas com a vacina experimental anti-covid (que na verdade jamais deveria ser classificada como uma vacina de fato, mas como uma antivacina).

Abaixo, listo brevemente nove casos pontuais de pessoas que morreram logo depois de serem vacinadas, embora centenas de óbitos diretamente relacionados às vacinas experimentais estejam comprovados. Pessoas começaram a morrer logo que a campanha global de imunização começou. E a cada dia a lista de óbitos aumenta vertiginosamente, de forma tão expressiva que — mesmo que contabilizemos apenas os casos que se tornam conhecidos —, seria praticamente impossível listar a todos.

Essas são algumas das vítimas da antivacina:

1) Hank Aaron — astro aposentado do baiseball americano —, morreu no dia 22 de janeiro, dezessete dias depois de ser inoculado com a vacina da Moderna. Ele tinha 86 de idade, e participou ativamente de uma campanha de “conscientização” em benefício da campanha de vacinação entre afro-americanos, antes de ser morto pelo veneno farmacológico que tanto defendia.

2) Também em janeiro, morreu na Flórida, nos Estados Unidos, o médico americano Gregory Michael, de 56 anos, duas semanas depois de ter sido inoculado com a vacina da Pfizer-Biontech.

3) Ainda em janeiro, morreu a enfermeira portuguesa Sônia Azevedo, de 41 anos de idade, dois dias depois de ter sido inoculada com a vacina da Pfizer-Biontech.

4) No mês de abril, um militar espanhol chamado Francisco Pérez, de 35 anos, morreu depois de ter sido inoculado com o químico da Oxford-AstraZeneca. A vacina provocou uma trombose cerebral na cobaia, que por fim o levou a óbito no dia 24 de abril.

5) Vivekanandan — ator e comediante indiano, uma celebridade em seu país — morreu no dia 17 de abril depois de tomar a Covaxin, vindo a óbito um dia depois de ser inoculado com o químico experimental.

Vivekanandan também atuava como “Embaixador da Saúde” para o governo indiano. Em decorrência disso, ele participou voluntariamente de uma campanha de vacinação para conscientizar as pessoas da “importância” da imunização.

Em uma publicação que fez nas redes sociais, o ator escreveu: “Quero colocar um fim a todos os rumores. Quero mostrar às pessoas que não há perigo em ser vacinado. Pelo contrário, irá nos proteger.” Vivekanandan tomou a vacina durante um evento transmitido em rede nacional para todo o país.

Algumas horas depois da inoculação, o ator entrou em parada cardíaca e teve que ser hospitalizado às pressas. Vivekanandan foi diagnosticado com choque cardiogênico por estar com um vaso sanguíneo inteiramente bloqueado. Ele foi submetido a uma angioplastia e a uma angiografia coronária, mas não resistiu e morreu logo depois.

6) No dia 22 de maio, uma modelo britânica de 39 anos — chamada Stephanie Dubois —, morreu em Nicósia, no Chipre, depois de ser  inoculada com o químico da Oxford-AstraZeneca.

Ela se vacinou no dia 6 de maio e logo depois foi correndo celebrar o acontecimento nas redes sociais. Pouco mais de uma semana depois, no dia 14, ela foi levada ao hospital por conta de problemas respiratórios. Cinco dias depois, no dia 19, ela entrou em coma. Depois de pouco tempo, o coma foi classificado como irreversível pelos médicos. No dia 22, ela foi declarada oficialmente morta.

De acordo com o seu obituário, a modelo sofreu de um coágulo sanguíneo como reação à vacina. As autoridades médicas que a trataram confirmaram que ela não sofria de nenhuma outra doença ou comorbidade.

7) No dia 21 de maio, a radialista britânica Lisa Shaw, da BBC Radio Newcastle, de 44 anos, morreu dias depois de receber o químico da Oxford-AstraZeneca. Ao que tudo indica, coágulos sanguíneos foram responsáveis por sua morte.

8) No mês de junho, a jovem italiana Camilla Canepa, de 18 anos, morreu dias depois de receber a vacina da Oxford-AstraZeneca. Ela acabou falecendo em virtude de uma hemorragia cerebral.

9) No dia 12 de julho, um homem de 36 anos, da cidade de Guaratinguetá, morreu três horas depois de ser inoculado com a vacina da Janssen.

Esses são apenas os casos mais conhecidos de óbitos relacionados às antivacinas. Para cada caso que ganha projeção e notoriedade, devemos contabilizar centenas de outros que não se tornaram e jamais se tornarão conhecidos. Previsivelmente — mesmo nos raros veículos de comunicação que ousam relatar essas mortes e relacioná-las a uma vacina específica —, a mídia continua apresentando essas ocorrências como casos “isolados”, isso quando não isenta completamente a vacina de qualquer responsabilidade.

À despeito das mentiras oficiais veiculadas incansavelmente pelo sistema globalista, está perfeitamente comprovado que a vacina da Oxford-AstraZeneca pode causar coágulos e trombose, assim como a vacina da  Pfizer-BioNTech mostrou ser igualmente perigosa. A verdade, no entanto, é que nenhum “imunizante” é seguro. Todos eles já mataram uma assustadora quantidade de cobaias.

Como os seres humanos estão se apresentando voluntariamente para servirem como ratos de laboratório descartáveis no maior experimento farmacogenômico da história — sem se importar com o fato de que as companhias farmacêuticas estão totalmente isentas de responsabilidade por quaisquer danos, efeitos colaterais, reações adversas ou mesmo óbitos que as vacinas venham a provocar —, é evidente que não existirão preocupações relacionadas à segurança das cobaias, que decidiram de livre e espontânea vontade confiar cegamente na “idoneidade” da indústria farmacêutica e na “integridade” dos líderes políticos que apoiam o experimento em massa.

Dadas às circunstâncias, portanto, é inevitável que muitas cobaias venham a morrer. As fatalidades irão continuar acontecendo. Até porque as massas estão sendo condicionadas pela mídia corporativa mainstream a demonstrar total submissão em relação ao sistema. Por isso tantos artigos que isentam as vacinas de responsabilidade nas mortes que elas tem provocado estão sendo publicados. O grande público vem sendo gradativamente anestesiado e paulatinamente doutrinado para aceitar passivamente tudo aquilo que o sistema impõe como uma verdade absoluta.

Artigos abomináveis — como um intitulado “Por que você deve se vacinar mesmo sob o risco de trombose” — se tornaram comuns na mídia convencional, que tem por objetivo adestrar e domesticar as massas, induzindo-as a demonstrar submissão silenciosa, visto que o verdadeiro objetivo do sistema é impedi-las de raciocinar e pensar.

De tão doutrinadas que estão, a grande maioria das pessoas não hesitará em arriscar a própria vida servindo de cobaia para vacinas experimentais, com a intenção de demonstrar o seu nível de cumplicidade e obediência irracional em relação ao sistema, pelo fato de que a submissão está sendo alardeada como a mais majestosa e imperativa de todas as virtudes. Exposta a todo esse implacável e degradante lixo midiático, é inevitável que as massas se comportem de maneira servil, agindo como autômatos programados para obedecer ordens, jamais se atrevendo a contestá-las.

Ou seja, atualmente a mídia alardeia que estamos vivendo a pandemia mais trágica e letal da história. Mas quem faz uma leitura analítica da realidade sabe que a humanidade foi sequestrada pelo complexo industrial-farmacêutico, que — juntamente com os seus associados, como os governos e as empresas de tecnologia — está envolvida em um ambicioso projeto de poder, que envolve a busca por lucros exorbitantes e a expansão do seu poder corporativo para exercer uma influência cada vez maior sobre a esfera política mundial. É isso o que as grandes corporações normalmente fazem. A diferença é que desde 2020 isso está sendo realizado em uma escala nunca antes vista.

Medicações baratas, populares e eficientes foram sumariamente demonizadas pela mídia corporativa de massa, para que vacinas pudessem ser vistas como a única “solução” possível para o problema, o que serviu de prerrogativa para que fossem produzidas em escala industrial. Tudo isso foi realizado unicamente com o objetivo de deixar a indústria farmacêutica alguns bilhões mais rica. Isso mostra de forma inquestionável como o lobby dos grandes conglomerados farmacêuticos é incrivelmente poderoso e consegue exercer enorme influência dentro do sistema político.

Não obstante, é evidente que o covidianismo não é um crime contra a humanidade unicamente por usar seres humanos como cobaias em um experimento em escala global, a la Josef Mengele. A ditadura totalitária do coronavírus — com os lockdowns e quarentenas tirânicas — causou um nível de destruição social, econômica e humana sem precedentes históricos.

Não há dúvida nenhuma de que o monumental rastro de escombros, destroços e ruínas provocados pela maior atrocidade perpetrada contra a humanidade deixou uma trilha de destruição inédita. O nível brutal de mortandade e destruição em escala global causado diretamente pelas criminosas medidas restritivas anti-covid foram tão singulares que precisariam ser estudados e analisados em uma classificação própria de devastação.

Invariavelmente, serão necessários muitos anos até que inúmeros estudos possam quantificar com precisão toda a destruição causada pela paralisação forçada da atividade econômica, com dados fidedignos capazes de expor as catastróficas consequências que o covidianismo teve sobre os indivíduos e sobre a sociedade como um todo. Não obstante, é necessário enfatizar que o sofrimento humano é impossível de ser devidamente quantificado por qualquer conceito metodológico ou estatístico preciso. Além do mais, existem inúmeros grupos interessados em ocultar todos os horrores do covidianismo, para que a verdade jamais seja exposta.

Infelizmente, a grande massa de alienados ainda não despertou para a realidade e não conseguiu compreender que as elites globalistas desejam implementar um governo totalitário mundial para reinarem onipotentes sobre toda a humanidade. Lockdowns, quarentenas, uso compulsório de máscaras e todas as restrições impostas serviram coletivamente como uma declaração de guerra contra a humanidade. Mas as massas nunca perceberão isso. As pessoas comuns estão soterradas de forma tão profunda na ignorância institucionalizada pelo sistema que acreditar que irão eventualmente despertar é uma ilusão que não devemos cultivar.

É inegável que todas as medidas implementadas pelo covidianismo foram eficientes em subjugar, escravizar, castigar e humilhar a humanidade, assim como foram capazes de exterminar milhares de pessoas. Desde o princípio, ficou evidente que a intenção da elite globalista era criminalizar a humanidade. Na verdade, seres humanos estão sendo combatidos, e não um vírus. Ou podemos ver a situação pela seguinte perspectiva: os seres humanos são o vírus que a elite globalista pretende erradicar. É só atentar para a realidade objetiva que esse fato se torna fácil de discernir. Afinal, tudo o que pode ser realizado para prejudicar os seres humanos está sendo deliberadamente implementado como política de estado.

A paralisação forçada das atividades comerciais provocada pelo regime totalitário covidiano causou no mundo inteiro um nível de destruição material, recessão econômica e caos social que não era presenciado em décadas. Os efeitos nefastos do Holocausto Globalista-Covidiano foram demasiadamente dramáticos no mundo inteiro. Algumas das principais atrocidades que foram consequências diretas da calamidade covidiana — que é fundamental expor e divulgar — foram:

1) Milhões de pequenas e médias empresas faliram no mundo inteiro.

2) Aumento dramático da pobreza, com mais de cem milhões de pessoas que perderam tudo e acabaram na miséria extrema.

3) As mortes por inanição aumentaram drasticamente no mundo inteiro.

4) O número de suicídios quadruplicou, até mesmo entre crianças e adolescentes.

5) Crianças estão desenvolvendo vários problemas psiquiátricos e psicológicos, com graves consequências em seu desenvolvimento pessoal e social.

6) Muitas pessoas ficaram histéricas e obcecadas por higienização e limpeza sanitária. Milhares de indivíduos com transtorno obsessivo-compulsivo agora se dedicam principalmente a limpar e desinfetar coisas o dia inteiro. Não conseguem mais viver adequadamente, nem funcionar como pessoas normais. Muitos não conseguem buscar ajuda para o seu transtorno psiquiátrico.

7) A repressão do estado policial covidiano se tornou brutalmente tirânica, passando a reprimir e agredir cidadãos comuns pelo simples fato de não usarem uma focinheira no rosto, ou por cometerem o “crime” de trabalhar e produzir.

8) Os seres humanos estão sendo usados como cobaias no maior experimento famacológico da história, com uma expressiva parcela desenvolvendo graves problemas colaterais em função das vacinas, e tantos outros morrendo dias ou semanas depois de serem vacinados.

Aparentemente, o que está em andamento é — claramente — um projeto político mundial de redução populacional. As elites globalistas estão exterminando os seres humanos usando as diversas catástrofes deflagradas pela covidocracia para dizimar o maior número de pessoas possível. De fato, é esse o cenário que se apresenta.

As elites globalistas — com todo o seu imensurável poder — foram capazes de implantar uma agenda sórdida, iníqua e genocida no mundo inteiro, que foi imposta arbitrariamente sobre todas as pessoas. Consequentemente, o mundo inteiro se transformou em um sombrio e aterrador campo de concentração. Todas as pessoas eventualmente serão coagidas a serem vacinadas e terão que se cadastrar para receber o seu certificado de imunização. Isso, no entanto, será apenas o princípio de um sistema de controle social despótico, que pretende decepar as liberdades individuais dos cidadãos de forma total e irreversível.

O Holocausto Globalista-Covidiano em andamento é — para além de qualquer dúvida razoável — o maior crime contra a humanidade perpetrado na história da civilização. Por causa de todas as depravadas e criminosas medidas restritivas anti-covid que foram arbitrariamente implementadas pelos diversos governos políticos no mundo inteiro, a humanidade está passando pelas maiores desgraças e fatalidades da sua história.

Esse depravado, maléfico e odioso crime contra a humanidade não merece nada além de total repúdio e desprezo, de forma inflexível e intransigente. O covidianismo é uma das maiores atrocidades da história, senão a mais implacável de todas elas. Ironicamente — ao contrário de todos os demais genocídios e crimes contra a humanidade que ocorreram anteriormente —, no covidianismo, a grande maioria das pessoas foi induzida através de contundente lavagem cerebral e compulsiva doutrinação sistemática a participar ativamente da sua própria destruição.

Isso só faz com que a responsabilidade de todos aqueles que estão despertos se torne ainda maior. Expor esse nefasto crime contra a humanidade é uma obrigação e um dever moral; e essa obrigação exigirá cada vez mais coragem dos indivíduos, à medida que o covidianismo se tornar gradualmente mais opressivo, intolerante, tirânico e excepcionalmente hostil aos indivíduos livres, não vacinados, que manifestam abertamente sua oposição ao sistema.

3 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns Hertzog! Acompanho seus textos há tempos e eles são excelentes! Tudo aquilo que eu estudo vc consegue sintetizar maravilhosamente!! Sigamos na luta contra essa máfia nojenta!
    PS: Maria Pereda tem um canal do YouTube que vale a pena conferir! Muita informação sadia! Abrax