O presente do Natal

0

E se eu lhe disser que o Natal é um valor essencial de crença em um Deus pessoal que viveu entre nós e em Sua promessa livremente dada de salvação eterna que nenhum crente deveria rejeitar ou se desculpar por ela? E se eu lhe disser que o Natal é o renascimento de Cristo no coração de todos os fiéis? E se eu lhe disser que o Natal é o renascimento potencial de Cristo em todos os corações que terão Ele, seja um fiel ou não?

E se você descobrir que Jesus Cristo nasceu há mais ou menos 2.000 anos em Belém? E se você descobrir que Ele é Deus verdadeiro e homem verdadeiro? E se você descobrir que isso é um mistério e um milagre? E se você descobrir que isso aconteceu como parte de um plano de Deus para a salvação de todas as pessoas? E se você descobrir que Jesus foi enviado ao mundo para perdoar nossos pecados ao Se oferecer em sacrifício? E se você descobrir que Ele não tinha pecado? E se você descobrir que Sua vida foi o divisor de águas mais decisivo na história da humanidade? E se você descobrir que a razão de vivermos é Ele ter morrido?

E se eu lhe disser que depois que Ele morreu, Ele ressurgiu dos mortos? E se eu lhe disser que Ele foi assassinado pelo governo porque temiam uma revolta caso Ele não fosse morto? E se eu lhe disser que o governo achou que Ele era louco quando Ele disse que Ele era um rei, mas Seu reino não era nesse mundo? E se você descobrir que Ele não era louco, mas divino? E se você descobrir que quando Ele disse que Ele poderia perdoar pecados, Ele estava se referindo a Si próprio como Deus?

E se eu lhe disser que Ele é uma de três partes de um Deus trinitário? E se eu lhe disser que isso é um mistério inexplicável? E se eu lhe disser que não existe poder sem mistério? E se eu lhe disser que o poder que Ele possui, é usado apenas para o bem? E se eu lhe disser que Ele realmente devolveu a visão ao cego, a audição ao surdo, a musculatura ao aleijado, a esperança ao desiludido, a coragem ao fraco e até mesmo a vida ao morto?

E se você descobrir que Ele fez essas coisas livremente, mas não procurou ser aclamado por elas? E se você descobrir que depois de cada um desses milagres Ele sumiu entre os arredores do templo ou saiu andando entre a multidão para que ela não o aclamasse como um líder temporário ou secular? E se você descobrir que nesta personalidade imponente havia uma profunda timidez? E se eu lhe disser que Ele era tímido sobre Sua divindade? E se eu lhe disser que Ele amou nos salvar? E se você descobrir que Ele era feliz mas não queria que nós víssemos sua felicidade?

E se eu lhe disser que Ele sabia todo o tempo o quão profundamente prematuro e absolutamente doloroso seria o fim de Sua vida na Terra mas Ele não o temeu nem o evitou? E se eu lhe disser que sua maior demonstração de amor foi o autocontrole na cruz?

E se eu lhe disser que a maioria do mundo que Ele veio salvar o rejeitou? E se você descobrir que Ele ainda ama aqueles que o rejeitaram? E se eu lhe disser que sua oferta é real e eterna?

E se você descobrir que muitos rejeitaram o verdadeiro Deus em favor do deus-Estado? E se você descobrir que o deus-Estado se autodesignou como provedor de todas as necessidades seculares em troca de fidelidade a ele? E se você descobrir que esta oferta sedutora foi aceita por bilhões de pessoas?

E se você descobrir que a aceitação desta oferta sedutora do deus-Estado arruinou a iniciativa individual, destruiu a ética do trabalho pessoal, estimulou uma preguiça cancerígena, aumentou a pobreza absoluta e impeliu obediência automática ao governo naqueles que a aceitaram? E se você descobrir que a resistência intrínseca na crença no deus-Estado resfria o exercício das liberdades pessoais por medo da perda das generosidades do governo? E se você descobrir que a caridade estatal é na verdade generosidade com o dinheiro que o estado tomou de quem trabalhou para ganha-lo? E se você descobrir que ele o dá para aqueles que não trabalharam para ganha-lo? E se você descobrir que é impossível ser verdadeiramente caridoso com o dinheiro dos outros?

E se você descobrir que Jesus veio para nos libertar do jugo da opressão estatal e das correntes do pecado pessoal? E se eu lhe disser que liberdade é nosso direito de nascença, dado a nós pelo verdadeiro Deus, não pelo deus-Estado? E se eu lhe disser que o verdadeiro Deus nos fez a Sua imagem e semelhança? E se eu lhe disser que a maior semelhança entre nós mortais e o verdadeiro Deus é a liberdade? E se eu lhe disser que assim como Deus é perfeitamente livre, nós também somos perfeitamente livres? E se eu lhe disser que fracassamos em preservar a liberdade e permitimos que o governo a tirasse de nós? E se eu lhe disser que não somos pessoas completas sem liberdade completa?

E se eu lhe disser que o mundo era escuridão total antes Dele vir ao mundo? E se eu lhe disser que há escuridão ainda hoje, mas também muita luz? E se eu lhe disser que reconhecemos que Ele é a Luz do Mundo? E se eu lhe disser que o Natal é o nascimento do Filho de Deus e do Filho de Maria? E se eu lhe disser que reconhecemos a presença do Filho de Deus e do Filho de Maria em nossos corações e entre nós? E se eu lhe disser que o bebê-Deus cujo aniversário celebramos é o Salvador do Mundo? E se eu lhe disser que não escondemos isso, mas vivemos isso?

E se você descobrir que dizemos com nossos corações e queremos dizer com nossas palavras – Feliz Natal?

 

Artigo original aqui.

Tradução de Fernando Chiocca.

1 COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

This site is protected by reCAPTCHA and the Google Privacy Policy and Terms of Service apply.