O que aconteceu depois que as máscaras desapareceram dos aviões?

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Todos nos lembramos da resposta de Anthony Fauci à derrubada do decreto de máscaras nos transportes (especialmente de avião): apenas as autoridades de “saúde pública” podem tomar essas decisões.

Então, o que fazemos quando os gênios que administram nosso establishment de saúde pública fazem algo estúpido ou ultrapassam sua (imaginada) autoridade?

Nenhuma resposta.

Você será governado pelos burocratas da saúde pública e vai calar a boca.

Na semana passada, Fauci chegou a dizer que a disputa sobre o decreto de máscaras em aviões tem menos a ver com máscaras em aviões e mais a ver com quem pode dizer se somos forçados a usá-las:

“Uma das questões que articulei no passado, e farei no futuro, trata menos sobre decretos em aviões do que sobre quem tem o direito, a autoridade e a capacidade de tomar decisões de saúde pública. E acredito que o Departamento de Justiça esteja operando com base no princípio de que as decisões, que são decisões de saúde pública, pertencem à agência de saúde pública, neste caso, o CDC”.

Já que estamos no assunto, vamos dar uma olhada nas tendências de mortalidade desde que o decreto foi cancelado. Lembra-se que deveria ter sido uma decisão catastrófica de saúde? Os números devem ter disparado, certo? Vamos dar uma olhada:

Tenho certeza que você está chocado com este gráfico.

O grande Ian Miller, autor de Unmasked, disse outro dia que uma de suas manchetes favoritas de 2022 foi “Califórnia estende o decreto de máscara em meio a casos recordes de COVID”, porque esta manchete não mostra, nem sequer esboça, alguma percepção do que isso significava acerca da eficácia dos decretos de máscara.

A principal razão pela qual eles lutam contra o levantamento dos decretos é que podemos ver que nenhuma catástrofe ocorre quando os decretos são cancelados.

Eu tenho dito ao longo desse fiasco que o paralelo entre os especialistas em “saúde pública” do regime e seus chamados especialistas monetários é praticamente idêntico.

Em cada caso, os supostos especialistas pioram as já ruins situações e esperam que agradeçamos porque, sem eles, deveríamos acreditar que teria sido ainda pior.

Em cada caso, nós, peões, não temos direito a uma opinião. Ora, os especialistas falaram! Agora cale a boca e obedeça, cidadão!

E é a má gestão monetária que agora está vindo à tona.