O verdadeiro crime de Monark

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A maioria já conhece a história que gerou a saída do apresentador Monark do Flowpodcast, porém poucos entenderam qual foi o verdadeiro crime que ele cometeu.

Não foi apologia ao nazismo, em nenhum momento da sua trajetória profissional ele defendeu a ideologia nacional SOCIALISTA e defender o direito de se ter um partido nacional SOCIALISTA dos trabalhadores alemães não significa apoiar o nazismo do mesmo modo que é possível defender a existência do partido verde sem concordar com qualquer ideia ecofascista.

Desconheço também que ele tenha feito qualquer discurso antisemitista, só pessoas de esquerda no Brasil tem permissão de odiar judeus publicamente e ainda receber o carinho de muitos da comunidade judaica que apoiam políticos de esquerda.

O verdadeiro crime que Monark cometeu foi dizer em um país dominado por comunistas que a ideologia comunista é igualmente assassina, totalitária e fracassada quanto a ideologia do nacional SOCIALISMO.

O crime que não é um crime, mas um erro de percepção da atual situação que estamos, um país já completamente dominado por comunistas. Escolas, universidades, mídia mainstream, sindicatos, associações, empresários, bancos, tribunais de justiça, “influencers digitais”, entidades religiosas, ONGs, enfim, não é preciso procurar muito, basta ver o perfil das redes sociais da maioria das pessoas de qualquer órgão que exerce algum poder para perceber que a tática de Gramsci funcionou muito bem no Brasil. A conquista dos espaços e a doutrinação massiva e permanente para que todos sejam socialistas que precisam destruir qualquer pessoa de grande relevância que se atreva a falar verdades inconvenientes.

De novo, o único “crime” que Monark cometeu foi, sendo ele uma figura de grande influência na internet, falar em um país repleto de comunistas que o comunismo é tão abjeto quanto nazismo.

Não é difícil de encontrar jovens que acreditam que o comunismo é bom, que o mundo seria melhor se todos ganhassem o mesmo salário e tivessem oportunidades iguais. Esse estágio do gramscismo foi conquistado através de muitos anos, muito trabalho de doutrinação e muitas mentiras. É um projeto muito complexo que tem um calcanhar de Aquiles, basta que uma única verdade se espalhe e todo trabalho é destruído e por isso toda energia foi usada para destruir o Monark. Até o maior jornal da televisão brasileira precisou se expor, mesmo que todo libertário saiba que a rede Globo é parte fundamental do projeto fascistóide – geralmente ela não se expõe tanto para que continue fingindo certa credibilidade – mas como Monark tem muita relevância, principalmente com o público jovem que é o preferido dos doutrinadores comunistas, foi preciso usar toda a máquina de propaganda para a destruição de um indivíduo.

Destruir reputação é um método de deslegitimar o adversário, mas além disso, e principalmente, é um método de tirar o foco do argumento central – a verdade não pode se espalhar – ao se criar uma cortina de fumaça com muito sensacionalismo na demonização do alvo para que o argumento não seja nem repetido e nem debatido.

Monark defendeu a liberdade de expressão irrestrita e a tolerância com os intolerantes. Apesar de alcoolizado, expressou de forma cristalina e lúcida conceitos básicos de liberdade ao mesmo tempo que denunciava o terrorismo comunista comparando ao terror do nacional SOCIALISMO; um discurso perigoso ao projeto totalitário que não pode ser tolerado pelos verdadeiros nazistas que o cancelaram.

 

 

2 COMENTÁRIOS

  1. É uma mentira canalha e sem fundamento dizer que os indivíduos devem agir com intolerância com os intolerantes. Vivendo de maneira descentralizada, respeitando a ética da propriedade privada, os direitos naturais; se organizando segundo a moral católica ou do Princípio da não agressão, podem perfeitamente administrar uma situação os indivíduos com tendências criminosas – só assim para pregar a revolução proletária, por exemplo -, expressam seu lixo. Até libertários dizem besteira de vez em quando – eu mais ainda.

    O mais triste nesta questão do Monark, é ele acreditar que fez algo de errado, quando na verdade nos deixou um aviso que defender a liberdade de pensamentos não é uma tarefa tão simples quanto parece. Só por este fato ele merece uma medalha.