Sociedade sem estado

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Com legendas em português.

Hans-Hermann Hoppe apresenta sua segunda palestra no Mises Seminar, em Sidney, nos dias 25 e 26 de novembro de 2011.

5 COMENTÁRIOS

  1. Isentar todas as empresas do pagamento de tributos, tributar com base no consumo anual da Pessoa Física, por que pagar educação, saúde, previdência, segurança ao governo? Quem paga serviços e produtos no Brasil? Empresas? Governo? Não meu caro, quem paga é o consumidor e este deve decidir.

  2. Pois é… os artigos respondem o que é colocado. Parece mais truque retórico, por exemplo, o primeiro argumento e basta pra que nem leia os outros, já toca que nosso erro é ignorar o comportamento humano, sendo que nossa base cientifica é justamente a analise da ação humana… então vc notoriamente nem sabe do que fala.

  3. Definitivamente, prezado Luciano, são atitudes como essa que me fazem ter a convicção de que vocês não têm reposta para elas. Sempre esse tipo de comportamento agressivo e evasivo, típico de quem não sabe ou não pode responder. Com isso, concluo que você não é o único, nem o primeiro austríaco que evita o saudável e necessário debate de idéias. É uma pena não poder travar uma discussão adulta e honesta com vocês. Estão se comportando como qualquer esquerdista que apela para respostas evasivas e agressivas quando são confrontados com suas teses inviáveis.

  4. No atual estágio de desenvolvimento da humanidade, uma sociedade sem estado, creio, seja simplesmente impossível. As teorias ultra puristas da Escola Austríaca insiste em fazer de conta em suprimir a variável chamada comportamento humano. Lendo as teorias da Escola Austríaca, em que pese, ao meu ver, estar majoritariamente correta, não consegue se sustentar por completo insistindo na exclusão do estado. Quando ignora, por exemplo, que sempre existirão elementos trapaceiros, que violarão as regras de mercado. E quem será o juiz desses delinquentes? Quem terá legitimidade da imposição da força contra esses trapaceiros? Por que esse mediador não-estatal seria aceito? Outro ponto cuja ignorância da EA impede a plena aplicação de suas teses e teorias em sua plenitude, diz respeito a limitação física do ser humano. O homem adoece, tem problemas e barreiras psicológicas. Quando o ser humano falhar e não conseguir mais competir nessa sociedade idealizada pela EA quem irá socorrê-lo? E se ele se inviabilizar para sempre? Quem acolherá esse indivíduo? Será que se poderá contar simplesmente com doações voluntárias por tempo indeterminado? E se os doadores, por motivos diversos, parte deles, pararem de doar? Certas necessidades do ser humano são diárias e se não forem satisfeitas podem significar a morte do indivíduo. Nunca ouvi, assisti nada da EA que respondesse a essas perguntas. Duvido que haja alguma reposta. Mais uma vez, em que pese concordar em grande parte com as teses da EA, não visualizo em nenhuma hipótese por tudo que já li dessa Escola, nada que consiga responder satisfatoriamente a essas indagações, muito pelo contrário, quando aqueles que estação convencidos por essas teorias tentam respondê-las, simplesmente ignoram a lógica como fanáticos, mostrando na verdade a fragilidade dessa teoria para essas situações que são inerentes a condição humana. Sugeriria que a EA passasse a estudar e a considerar no seu arcabouço de conhecimento ciências como a Psicologia e o Marketing. Acredito que daria um pouco mais de pé no chão para algumas idéias impraticáveis e quase lunáticas e que são defendidas pela EA.