Teoria do Capital e Estrutura Produtiva

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[fusion_text]com Domingos Crosseti Branda[/fusion_text][/fusion_builder_column][fusion_builder_column type=”1_2″ last=”no” spacing=”yes” center_content=”no” hide_on_mobile=”no” background_color=”” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” background_position=”left top” border_size=”0px” border_color=”” border_style=”” padding=”” margin_top=”” margin_bottom=”” animation_type=”” animation_direction=”” animation_speed=”0.1″ class=”” id=””]

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Teoria do Capital e Estrutura Produtiva

O conceito de estrutura produtiva é um conceito originado por Carl Menger e está relacionado aos tipos de bens: bens de consumo, que satisfazem as necessidades humanas diretas; e bens de capital, ou fatores de produção, que são submetidos ao processo de transformação no tempo. Uma teoria simples e autoevidente, que mais tarde foi aperfeiçoada por Eugen von Böhm-Bawerk e consolidada por Friedrich Hayek.

Em suma, a teoria afirma que o emprego de recursos na economia se dá em sucessivas etapas intermediárias de ação ao longo do tempo, sob ambiente de incerteza, na tentativa de alcançar o fim pretendido. São a conjunção acumulada de recursos naturais, trabalho e tempo, todos eles combinados ao longo de um processo de ação empresarial criado e empreendido pelo ser humano.

Essa teoria e representação tem como principal característica a desagregação (pressuposto de que os bens de capital são heterogêneos), o que torna claro tanto o problema da alocação intertemporal de recursos quanto a questão da solução de mercado para poupança e investimento. Evidencia, consequentemente, que esse aspecto da economia de mercado é particularmente sensível à manipulação dos juros feita pelos bancos centrais.

Veremos, assim, que a teoria econômica dominante que rege as medidas de intervencionismo, centrada no consumo e na expansão creditícia artificial, não somente é errada como também é contraproducente e causadora de dilapidação de capital e desaceleração e retração econômica. Diametralmente, veremos como somente a poupança voluntária prévia é capaz de proporcionar não somente o crescimento econômico, como também o crescimento de forma sustentável.

Domingos Crosseti Branda

·         Pós graduado em Economia de la Escuela Austriaca pela Universidad Rey Juan Carlos, Madri, sob coordenação do Prof. Dr. Jesús Huerta de Soto;

·         Graduado em Ciências Econômicas e em Administração pela UFSM;

·         Foi docente nos cursos de Administração, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis;

·         Atualmente trabalha como investidor autônomo no mercado de capitais.

Início: 27/06/2013
Fim: 27/06/2013
Horário: 20:00
Duração: 2 horas
R$ 19,00

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