Uma fraude chamada Ronald Reagan

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presidente reaganComo a maior parte dos políticos republicanos desde o início da década de 1930, Ronald Reagan ao longo de sua carreira política sempre se vendeu como um defensor do governo com poderes limitados, dos direitos individuais, e da livre iniciativa – os valores liberais clássicos, que, é claro, de forma absurda, ele descreveu como “conservador“. Mas, como quase todos os políticos republicanos desde o início da década de 1930, ele pareceu esquecer todos esses valores quando tomou as rédeas do poder. Pegue como exemplo os oito anos (1966-1974) em que Reagan foi governador da Califórnia. Como Murray Rothbard observou em 1980,

Apesar de sua bravata sobre ter barrado o crescimento do Governo do Estado, a grande verdade é que o orçamento da Califórnia aumentou 122% durante seus oito anos como governador, não é uma melhora muito grande quando comparamos com a taxa de crescimento de 130 por cento dos dois últimos anos de governo do gastador social-democrata Pat Brown. O número de burocratas também aumentou durante a administração de Reagan de 158.000 para 192.000, um aumento de quase 22% – dificilmente um cenário que Reagan pode gabar-se de ter “barrado a fria burocracia“.

Tampouco “a relação de Reagan com impostos pode servir de consolo. Em seu primeiro ano de mandato ele aumentou os impostos estaduais para cerca de US $ 1 bilhão – o maior aumento de impostos da história da Califórnia. Os impostos sobre renda, vendas, empresas, bancos, bebidas alcoólicas e cigarro foram radicalmente aumentados”. Após sua reeleição como governador, em 1970, “mais dois aumentos de impostos – em 1971 e 1972 – elevaram a receita em US $ 500 milhões e 700 milhões dólares, respectivamente.” Em geral,

no final dos oito anos de Reagan, o imposto de renda do estado tinha quase triplicado, de uma mordida de $ 7,68 para cada $ 1000 de renda por pessoa para $ 19,48. Durante sua administração, a Califórnia subiu no ranking estadual em arrecadação de impostos de renda pessoal per capita do vigésimo para o décimo terceiro lugar, e subiu da quarta para a primeira posição em receita per capita do imposto de renda das empresas.

Durante sua campanha para a reeleição em 1970, Reagan assegurou aos eleitores que seus pés foram fixados “em concreto” contra a adoção do imposto de renda retido na fonte no estado da Califórnia. Menos de um ano depois, ele brincou dizendo “Eu posso ouvir o concreto rachando em volta dos meus pés“, tendo assinado exatamente essa disposição em lei.

De acordo com Rothbard, Reagan “criou setenta e três novos conselhos estaduais e comissões, com um orçamento total, só em seu último ano, de US $ 12 milhões. Incluindo a Comissão de Energia da Califórnia, que aprofundou a presença estatal no setor elétrico” e criou um clima regulatório no qual um processo de revisão de três anos foi necessário antes que qualquer nova usina pudesse ser construída no estado.

Reagan sempre afirmou ter “reformado” a assistência social na Califórnia durante os seus anos como governador. E, como Rothbard observou, em 1980, ele “dentre outras coisas” removeu “mais de 510 mil pessoas da assistência social fazendo com que os adultos fossem obrigados a sustentar os seus pais que estavam nos programas do governo.” O problema é que “ele, em seguida, mudou e aumentou a quantidade de pagamentos em 43% para os remanescentes nos programas sociais, de modo que os custos totais do estado de bem-estar social não diminuíram para o contribuinte.” [1]

Em 1974, com seu tempo em Sacramento acabando, Reagan começou a sua corrida para a presidência. No outono de 1980, ele foi bem sucedido em vencer as primárias republicanas e, em seguida, a campanha eleitoral contra Jimmy Carter. Em janeiro de 1981, ele foi convidado a fazer o seu primeiro discurso como presidente. ”Durante décadas,” ele disse aos americanos,

nós acumulamos déficit sobre déficit, comprometendo o nosso futuro e o futuro de nossos filhos para a temporária conveniência do presente. Continuar esta longa tendência é garantir tremendas agitações sociais, culturais, políticas e econômicas. Você e eu, como indivíduos, podemos, através de empréstimos, viver além dos nossos recursos, mas apenas por um período limitado de tempo. Por que, então, devemos pensar que, coletivamente, como uma nação, não estamos vinculados por essa mesma limitação? Devemos agir hoje para preservar o amanhã. E que não haja nenhum mal-entendido – nós vamos agir, começando a partir de hoje.

É minha intenção coibir o tamanho e a influência do establishment Federal“, Reagan esbravejou. ”É hora de […] colocar o governo de volta no seu lugar, e aliviar nossa carga tributária punitiva. Estas serão as nossas primeiras prioridades, e com estes princípios, não haverá concessão“.

Mas, na verdade, tanto os impostos quanto os déficits aumentaram no governo Reagan. Como Rothbard colocou em uma retrospectiva de 1988, sobre os anos de Reagan na Casa Branca,

Em primeiro lugar, o famoso “corte de impostos” de 1981 não cortou impostos de verdade. É um fato que as alíquotas de impostos para pessoas com renda mais elevada foram cortadas; mas para a pessoa comum, os impostos subiram ao invés de cair. A razão é que, no seu conjunto, o corte nas taxas de imposto de renda foi mais do que compensado por duas formas de aumento de impostos. Um deles foi o “bracket creep”, um período com inflação quieta, mas que colocava as pessoas em faixas diferentes do imposto de renda, de modo que você paga mais e proporcionalmente impostos mais altos, embora a lista de impostos oficialmente tenha permanecido a mesma. A segunda fonte de impostos mais altos foi a tributação da Seguridade Social, que continuou a aumentar, e que ajudou a subir os impostos em geral.

Além disso, em cada um dos sete anos que se seguiram ao falso “corte de impostos”, os impostos aumentaram

com a aprovação da administração Reagan.  Mas para salvar a retórica do presidente, eles não foram chamados de aumentos de impostos. Em vez disso, rótulos engenhosos foram colocados neles: criação de “taxas”, “preencher lacunas” (certamente, todo mundo quer lacunas preenchidas), ” limitar a aplicação do IRS,” e até mesmo “aumento da receita”. Estou certo de que todos os bons Reaganomistas dormiam tranquilamente à noite, sabendo que, mesmo que a receita do governo estivesse sendo “reforçada”, o presidente estava mantendo a linha contra o aumento de impostos. [2]

Quanto aos déficits, Timothy Noah ,da Slate, coloca a questão de forma sucinta: ”O déficit, que era de 74 bilhões dólares no último ano de Carter, subiu para 155 bilhões no último ano de Reagan. Nas palavras do vice-presidente Dick Cheney, ‘Reagan nos ensinou que os déficits não importam’“ [3]. Nas palavras do colunista Molly Ivins, “Ronald Reagan assumiu o poder em 1980 sob o mantra de que ele iria livrar a nação do desperdício, da fraude e do abuso. Ele fez isso aumentando o déficit nacional para 2 trilhões de dólares cortando impostos e aumentando os gastos militares mesmo com a União Soviética em colapso. “ [4]

Em seguida, houve a política de Reagan sobre o comércio internacional. “A nossa política comercial“, afirmou durante sua campanha 1980, “repousa firmemente sobre o fundamento dos mercados livres e abertos. Eu reconheço […] a conclusão inevitável de que toda a história tem ensinado: Quanto mais livre o fluxo de comércio mundial, mais forte o curso do progresso humano e a paz entre as nações“. Depois, como presidente, ele agiu como se tais ideias nunca tivessem passado por sua mente. De acordo com Sheldon Richman, Reagan “impôs uma tarifa de cem por cento sobre produtos eletrônicos japoneses selecionados“, explicando que fez isso “para fazer cumprir os princípios do comércio livre e justo.” Como presidente ele

  • “Forçou o Japão a aceitar restrições sobre as exportações de automóveis”;
  • “Limitou consideravelmente as cotas de importação de açúcar”;
  • “Requereu que dezoito países, incluindo o Brasil, Espanha, Coréia do Sul, Japão, México, África do Sul, Finlândia, Austrália, e da Comunidade Europeia, aceitassem ‘acordos de autolimitação’que reduziram suas importações de aço dos Estados Unidos”;
  • “Instituiu uma taxa alfandegária de quarenta e cinco por cento sobre motos japonesas para o beneficiar a Harley Davidson, que admitiu que a administração japonesa superior foi a causa de seus problemas”;
  • “Pressionou o Japão para forçar suas montadoras a comprarem mais peças feitas nos Estados Unidos”;
  • “Exigiu que Taiwan, Alemanha Ocidental, Japão e Suíça restringissem suas exportações de máquinas ferramentas”;
  • “Aumentou as cotas sobre pregadores de roupa importados”;
  • e “reforçou o Export-Import Bank, uma instituição dedicada a distorcer a economia americana à custa do povo americano, a fim de promover artificialmente as exportações de oito grandes corporações.”

No momento em que Reagan deixou o cargo, pelo menos 25 por cento de todas as importações tinham sido reduzidas, “um aumento de cem por cento sobre 1980.” Como secretário do Tesouro de Reagan, James A. Baker, disse que Reagan “concedeu mais ajuda à indústria dos Estados Unidos do que qualquer um dos seus antecessores em mais de meio século.” [5]

Em seguida, a questão do alistamento. Em 1979, Reagan disse a Human Events que o serviço militar obrigatório

se baseia na suposição de que seus filhos pertencem ao Estado. Se nós compramos esse pressuposto, então é o Estado – e não os pais, a comunidade, as instituições religiosas ou professores – que decide quem deve ter tais valores e quem deve fazer qual trabalho, quando, onde e como, em nossa sociedade. Essa suposição não é nova. Os nazistas pensaram que era uma ótima ideia.

Um ano depois, ele prometeu aos seus eleitores acabar com o projeto de alistamento obrigatório, que havia sido ressuscitado pelo presidente Jimmy Carter. No entanto, como Murray Rothbard observou em uma avaliação feita em 1984 do primeiro mandato de Reagan, “o alistamento obrigatório continuou e os jovens que resistiram foram jogados na prisão.”

Reagan“, Rothbard escreveu,

tem sido um mestre em engendrar um enorme fosso entre a sua retórica e a realidade de suas ações. Todos os políticos, é claro, têm um lacuna, mas a de Reagan é cósmica, enorme, tão grande quanto o Oceano Pacífico. Sua voz doce parece perfeitamente sincera quando ele usa a retórica que ignora dia após dia. “ [6]

Onde quer que olhemos“, escreveu Rothbard quatro anos mais tarde, quando Reagan deixou a Casa Branca pela última vez,

no orçamento, na economia doméstica, no comércio exterior ou nas relações financeiras internacionais, vemos o governo mais em nossas costas do que nunca. A carga e o alcance da intervenção governamental sob Reagan aumentou, não diminuiu. A retórica de Reagan vem pedindo reduções de governo; suas ações têm ido precisamente no sentido contrário. [7]

Durante seus oito anos de mandato, Ronald Reagan aumentou os gastos federais em 53 por cento, acrescentou 250.000 novos funcionários públicos civis, aumentou a Guerra às Drogas, criou o “escritório do czar das drogas”, e baixou o valor do dólar de 1980 para 73 centavos. Seu sucessor republicano, George Herbert Walker Bush, aumentou ainda mais os impostos, os gastos federais, e “conseguiu bater treze centavos a menos no valor do dólar em apenas quatro anos.”

Pode-se contestar dizendo que os presidentes democratas, como Johnson e Carter também aumentaram o governo federal, que os impostos, os gastos e regulamentações também aumentaram, que também fizeram o governo cada vez mais intrometido e o indivíduo cada vez menos livre. Vai-se objetar que o Partido Republicano está sendo julgado de forma injusta. Mas de fato, a situação é outra. Como James Ostrowski observou em 2002, “Ao longo dos últimos cem anos, dos cinco presidentes que tiveram maiores despesas internas, quatro eram republicanos. Incluindo-se regulamentos e política externa, bem como os orçamentos aprovados por um Congresso republicano, uma imagem começa a emergir do Partido Republicano como um mecanismo confiável para o governo crescer“. [8]

Na verdade, apesar da apostasia social-democracia de Franklin Delano Roosevelt e praticamente todos os políticos democratas desde o seu tempo, apesar de sua escolha para tentar ganhar dos republicanos em seu próprio jogo, promovendo o mercantilismo, o estatismo de bem-estar, e a guerra, e chamando isso de “esquerdismo” – apesar de tudo isso, o partido conservador, o Republicano, continua sendo o mais dedicado ao mercantilismo, ao estatismo de bem-estar, e à guerra dos dois principais partidos. Ao longo dos anos 70 e 80, os republicanos representaram a filosofia de seus adversários democratas como “impostos e gastos, impostos e gastos”. Mas, na verdade, é os republicanos, os conservadores, que são os maiores taxadores e os maiores gastadores de todos.

Desde os anos de George Herbert Walker Bush não se viu nada que pudesse fazer alguém desejar rever ou amainar essa declaração. O filho de George H. W. Bush, ex-governador do Texas, George W. Bush, que ganhou a presidência em uma eleição muito disputada no ano de 2000 e foi reeleito em 2004, gastou mais dinheiro no governo federal até o final de seu terceiro ano de mandato, que Bill Clinton, seu predecessor, Democrata dos “impostos e gastos”, conseguiu gastar em um total de oito anos.

Isto também não deve parecer surpreendente. O historiador da Universidade de Princeton, Sean Wilentz, observou no final de 2005, que “muitas das ideias e slogans centrais do conservadorismo contemporâneo renovam velhos recursos do Whig“, e que “a receita política e ideológica da administração de [George W.] Bush foi inventada […] por uma instituição americana quase esquecida: o Partido Whig de 1830 e 40. “ [9]

Assim, “apesar de exceções ocasionais“, escreveu o colunista Doug Bandow, com menos de três anos do primeiro mandato de George W. Bush,

a administração Bush, apoiada por um Congresso controlado pelos republicanos, vem fomentando um governo maior todo o tempo. Suas políticas de gastos foram irresponsáveis e suas estratégias comerciais destrutivas. O presidente tem sido bastante disposto a vender o interesse nacional por um notório ganho político se os votos procurados são de idosos ou agricultores. Os ataques terroristas de 11/9 incentivaram o governo a impor restrições na liberdade civil que deveriam preocupar qualquer um, independente de estarmos na administração Bush ou Clinton.[10]

O jornalista Steven Greenhut concordou. ”Este presidente“, escreveu ele, no final de 2003, “não vetou um único projeto de lei, o que significa que ele sancionou todos os projetos de gastos vultosos que apareceram. Os gastos federais, mesmo sobre assuntos não militares, dispararam. Suas experiências de construção da nação são francamente wilsonianas, muito longe da política ‘humilde’ estrangeira que prometeu ao concorrer ao cargo“.

Greenhut apressou-se a acrescentar, para que ninguém entenda errado, que

estas são as críticas da direita, então guarde os e-mails dizendo que eu sou um “amante fedorento da esquerda” para outra pessoa. Disse para os libertários votarem em Bush em uma coluna antes da eleição, acreditando que seus apelos por um governo limitado e uma política externa restrita foram muito superiores ao quase-socialismo de Al Gore, seu ambientalismo louco e o amor ao estilo Clinton de construção da nação. [11]

É claro que Greenhut se considera um homem de direita. Também é claro que ele se considera um defensor do governo mínimo, uma “política externa mais humilde”, e o tipo de ambientalista que reconhece o legítimo lugar do animal humano na natureza. Embora esses valores e objetivos sejam valores e objetivos liberais, eles são valores e objetivos históricos da esquerda, não da direita.

É por isso que todos os libertários que leem os argumentos pré-eleitorais de Greenhut para Bush, quase certamente teriam rejeitado-os como algo sem sentido. Se fossem libertários – ou seja, liberais clássicos – e se a sua compreensão histórica da política americana voltasse mais de meio século, eles saberiam que seria quase impossível para um libertário apoiar um republicano. Os republicanos são e sempre foram o partido do grande, do governo mercantilista e com uma política externa agressiva, intrometido – exatamente o que os liberais historicamente se opõem. ”Centrando-se sobre a história do século XIX,” Murray Rothbard escreveu que “aprendemos sobre as verdadeiras origens dos vários ‘ismos’ de nossos dias, bem como a natureza ilógica e mítica da tentativa de fusão ‘conservadora-libertária “.

Como, perguntava Rothbard, um libertário poderia considerar-se um homem ou uma mulher de direita, quando “em toda a parte sobre a direita, a ‘sociedade aberta’ é condenada, e uma moral é imposta? Deus é supostamente colocado de volta no governo. A liberdade de expressão é tratada com suspeita e desconfiança, os militares são tidos como os maiores patriotas e o recrutamento é fortemente acolhido. O imperialismo ocidental é alardeado como a maneira correta de lidar com povos atrasados. “ [12]

É impressionante como isso soa contemporâneo para uma passagem que foi escrita mais de 40 anos atrás. É impressionante o quão bem as palavras do líder conservador William F. Buckley Jr., citado por Rothbard, ainda servem para capturar a essência da direita americana em nosso próprio tempo: “Onde a reconciliação de um indivíduo com os interesses do governo não pode ser alcançada, deve ser dada aos interesses do governo consideração exclusiva“.

O GOP é o partido conservador na política americana, o partido que desde Lincoln (e Henry Clay e Alexander Hamilton antes dele) defendeu o mercantilismo, o estatismo de bem-estar, e a guerra. Os libertários não são conservadores; eles não estão à Direita . Eles estão à esquerda, os últimos remanescente dos liberais originais. Embora alguns verdadeiros liberais permaneçam no Partido Democrata de hoje, quase todos cometeram o erro de perseguir objetivos liberais por meios conservadores. E a maioria no partido tem sido liberal New Deal – falso liberal, conservador em pele de liberal – desde os anos 1930. Com efeito, Estados Unidos é agora governado por um ou outro dentre os dois partidos conservadores.

Este artigo foi extraído de  Por que a história americana não é como contam: Uma Introdução ao Revisionismo (Ludwig von Mises Institute, 2009).

Notas

[1] Murray N. Rothbard, “The Two Faces of Ronald Reagan” (1980).

[2] Murray N. Rothbard, “The Myths of Reaganomics” (1988).

[3] Timothy Noah,  “Ronald Reagan, Party Animal,” Slate 05 de junho de 2004.

[4] Molly Ivins, ” Baghdad on the Bayou,” 28 de setembro de 2005.

[5] Sheldon Richman, “Ronald Reagan, Protectionist.”

[6] Murray N. Rothbard, “The Reagan Phenomenon” (1984).

[7] Murray N. Rothbard, “The Myths of Reaganomics”  (1988).

[8] Ostrowski, “Republicans and Big Government”  (2002).

[9] Sean Wilentz,  “Reconsideration: Bush’s Ancestors,”  New York Times Magazine, 16 de outubro de 2005.

[10] Citado em Steven Greenhut, “Mr. Right?” Orange County (Califórnia). Register , 07 de dezembro de 2003.

[11] Steven Greenhut, “Mr. Right?” Orange County (Califórnia). Register , 07 de dezembro de 2003.

[12] Rothbard, “The Transformation of the American Right” (2009).

 

Tradução de Ana Rachel Gondim

Revisão de Ivanildo Terceiro.

Artigo Original

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Jeff Riggenbach é jornalista, autor, redator, locutor e educador. Membro da Organization of American Historians e membro sênior do Randolph Bourne Institute, escreveu para os jornais New York Times, USA Today, Los Angeles Times e San Francisco Chronicle; para as revistas Reason, Inquiry e Liberty; e para os websites LewRockwell.com, AntiWar.com e RationalReview.com. Graças à habilidade vocal aperfeiçoada em rádios de música clássica e de notícias, de Los Angeles, San Francisco e Houston, Riggenbach também narrou as versões em audiobook de inúmeras obras libertárias, muitas delas disponíveis em Mises Media. Envie um e-mail. Veja o arquivo com os artigos de Jeff Riggenbach.