A taxa de mortalidade COVID-19 foi reduzida para uma fração da estimativa anterior usada para justificar o “Fica Em Casa”

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Governos por todo o mundo justificaram ordens “radicais”, draconianas, antidemocráticas e inconstitucionais (na maioria dos estados) e ordens de permanecer em casa, alegando que o vírus COVID-19 era excepcionalmente fatal.

Em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alegava que a taxa de mortalidade era bem alta, 3,4%.

No entanto, com o passar do tempo, tornou-se cada vez mais claro que estimativas tão altas eram essencialmente sem sentido porque os pesquisadores não tinham ideia de quantas pessoas estavam realmente infectadas com a doença. Os testes estavam sendo realizados em grande parte naqueles com sintomas graves o suficiente para acabar em pronto-socorros ou consultórios médicos.

No final de abril, muitos pesquisadores estavam publicando novos estudos mostrando que o número de pessoas com a doença era realmente muito maior do que se pensava anteriormente. Assim, ficou claro que a porcentagem de pessoas com a doença que morreram dela, se tornou muito menor de uma hora para outra.

Agora, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) divulgou novas estimativas, sugerindo que a taxa real de mortalidade é de cerca de 0,26%.

Especificamente, o relatório conclui que a “taxa de mortalidade de casos sintomáticos” é de 0,4%. Mas isso é apenas nos casos sintomáticos. No mesmo relatório, o CDC também afirma que 35% de todos os casos são assintomáticos.

Ou, como o Washington Post relatou esta semana:

    A agência ofereceu uma “melhor estimativa atual” de 0,4%. A agência também deu uma melhor estimativa de que 35% das pessoas infectadas nunca desenvolvem sintomas. Esses números, quando reunidos, produziriam uma taxa de mortalidade de infecções de 0,26, o que é menor do que muitas das estimativas produzidas por cientistas e modeladores até o momento”.

Obviamente, nem todos os cientistas estão errados nisso. Em março, o cientista de Stanford John Ioannidis estava muito, muito mais próximo da estimativa do CDC do que a OMS. O Wall Street Journal observou em abril:

    Em um artigo de março para a Stat News, o Dr. Ioannidis argumentou que o Covid-19 é muito menos mortal do que os modeladores estavam assumindo. Ele considerou a experiência do navio Diamond Princess, que estava em quarentena no dia 4 de fevereiro no Japão. Nove dos 700 passageiros e tripulantes infectados morreram. Com base nos dados demográficos da população do navio, o Dr. Ioannidis estimou que a taxa de mortalidade dos EUA poderia ser tão baixa quanto 0,025% a 0,625% e colocar o limite superior de 0,05% a 1% — comparável ao da gripe sazonal.

Não que isso resolva o problema. Os defensores da destruição dos direitos humanos e do império da lei por conta das quarentenas, continuarão insistindo em que “não sabíamos” qual era a taxa de mortalidade em março. A falta de evidências, no entanto, não impediu os defensores das quarentenas/lockdowns de implementar políticas que destruíssem a capacidade das famílias de ganhar a vida e que também criassem condições sociais que causassem picos de abuso infantil e suicídio.

Mas para pessoas mais sãs, alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. Aqueles que alegaram que as quarentenas eram “a única opção” praticamente não tinham evidências para apoiar sua posição. De fato, medidas extremamente exageradas, como as quarentenas gerais, exigiram um nível extremo de evidência quase irrefutável e de alta qualidade de que elas funcionariam e eram necessárias diante de uma doença com uma taxa de mortalidade extremamente alta. Mas o único “dado” que o pessoal do prolockdown poderia oferecer era especulação e previsões hiperbólicas de corpos empilhados nas ruas. Mas isso se tornou politicamente sem importância. As pessoas que queriam quarentenas ganharam a reverência de pessoas poderosas nas instituições governamentais e na mídia. Portanto, dados, ciência ou respeito aos direitos humanos de repente ficaram sem sentido. Tudo o que importava era impor essas quarentenas. Assim, a multidão confinada destruiu a vida de milhões no mundo desenvolvido – e mais de cem milhões no mundo em desenvolvimento – para satisfazer os palpites de um punhado de políticos e tecnocratas.

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