Arcebispo Viganò: “mães devem proteger seus filhos do estado”

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O Arcebispo Carlo Maria Viganò escreveu uma carta para as mães da Itália, alertando que elas devem proteger as suas crianças da corrupção do estado.

Em seu adereço, escrito na Festa da Assunção de Nossa Senhora, o Arcebispo defendeu os protestos que acontecerão em setembro contra as medidas de segurança e valores seculares sendo impostos em escolas Italianas.

Viganò lembrou as mães que os pais tem um “direito inalienável” e dever de educar seus filhos.

Pais têm a responsabilidade, como um direito primário e inalienável, de educar os seus filhos: O estado não pode se apropriar desse direito, muito menos corromper crianças e doutriná-las nos princípios perversos que hoje estão espalhados.”

O Arcebispo avisou que a usurpação dos papéis dos pais é uma marca de regimes totalitários, “não de uma nação Cristã e civil” e reforçou que se eles permitirem isso, os próprios valores serão rejeitados.

É o seu dever levantar a voz para que essas tentativas de roubar a educação dos seus filhos seja denunciada e rejeitada veementemente, porque vocês irão estar aptas a fazerem muito pouco por eles se a sua fé, ideias, e cultura forem julgadas incompatíveis daquelas de um estado materialista e ímpio.

Mais à frente ele acrescentou que “A ideia que crianças são propriedade do estados repulsa qualquer pessoa humana.

[…]

 

Carta do Arcebispo Vigàno para as mães

 

Carta para as mães

Vamos salvar as nossas crianças da ditadura da saúde! Vamos salvar a Itália da cruel tirania global!

 

Caras mães,

Caras senhoras,

Eu tenho recebido os seus e-mails carinhosos, dos quais me informam da iniciativa que vocês têm programado para o próximo 5 de setembro para a proteção da saúde física, moral, e espiritual de suas crianças. Em resposta a vocês, eu escrevo para todas as mães da Itália.

A demonstração que vocês estão promovendo tem a intenção de expressar a dissidência dos cidadãos e em particular dos pais a respeito das normas que o governo, abusando do seu poder, está preparando para efetuar em vista do novo ano escolar; normas que terão consequências muito ruins no equilíbrio da saúde e do psicossomático do estudante, como autoridades no assunto tem demonstrado.

Primeiro de tudo, o esforço sistemático para destruir a família, a fundação da sociedade, precisa ser denunciado, com a multiplicação dos cruéis ataques não apenas contra a vida conjugal, da qual Cristo elevou a um sacramento, mas também contra a sua essência natural, contra o fato que o casamento é constituído por natureza por um homem e por uma mulher em um vínculo insolúvel de fidelidade e assistência reciproca. A presença de um pai e uma mãe é fundamental para educação de uma criança, que precisa de uma figura masculina e uma feminina como referência para o seu desenvolvimento completo e harmonioso; não pode ser permitido que crianças durante a fase mais delicada de sua infância e adolescência, sejam usadas para promover reivindicações ideológicas, causando sérios danos para os seus equilíbrios psicossomáticos por aqueles que com o seu próprio comportamento rebelde rejeitam a própria ideia de natureza. Vocês podem facilmente entender o impacto da destruição da família na organização civil: hoje nós temos em frente aos nossos olhos o resultado de décadas de políticas infelizes que inevitavelmente levam a dissolução da sociedade.

Essas políticas, inspiradas por princípios que são repugnantes tanto para a lei da natureza inscrita no homem por Deus, como na lei positiva de Deus dada nos mandamentos, cooperam para permitir que crianças sejam colocadas na misericórdia dos caprichos dos indivíduos, e a santidade da vida e da concepção se tornem objetos de comércio, humilhando a maternidade e a dignidade da mulher. Filhos não podem ser criados por mulheres desrespeitosas por uma taxa, porque eles são frutos de um amor que a Providencia ordenou a ser sempre duradouro, até mesmo na ordem natural.

Pais têm a responsabilidade, como um direito primário e inalienável, de educar os seus filhos: O estado não pode se apropriar desse direito, muito menos corromper crianças e doutriná-las nos princípios perversos que hoje estão espalhados. Não se esqueçam, caras mães, que esse é um sinal distintivo de regimes totalitários, não de uma sociedade civil e Cristã. É o seu dever levantar a voz para que essas tentativas de roubar a educação dos seus filhos sejam denunciadas e rejeitadas veementemente, porque vocês irão estar aptas a fazer muito pouco por eles se a sua fé, ideias, e cultura forem julgadas incompatíveis daquelas de um estado materialista e ímpio. E não é apenas questão de impor uma vacina nas suas crianças e jovens, mas também corromper as suas almas com doutrinas perversas, com ideologia de gênero, com a aceitação da imoralidade e a prática de comportamentos pecaminosos. Nenhuma lei de forma alguma pode legitimamente fazer a afirmação da veracidade de um crime, porque a autoridade da lei vem em última análise de Deus, que é por Ele mesmo a maior verdade. A testemunha heroica dos mártires e Santos responderam a opressão dos tiranos: talvez vocês também sejam testemunhas corajosas de Cristo contra um mundo que gostaria de nos sujeitar as forças violentas do inferno!

Outro aspecto crucial nessa batalha para a família é a defesa da vida desde a concepção até a morte natural. O crime de aborto, do qual reivindica a vida de milhares de vítimas inocentes e que dos céus clamam por represália, é considerado hoje como um serviço normal de saúde, e recentemente, o governo autorizou a distribuição maior do uso da pílula abortiva, encorajando um crime abominável e mantendo o silêencio sobre as terríveis consequências mentais e biológicas no corpo da mãe. Se você pensar que durante o lockdown todo cuidado com os doentes foi suspenso e ainda os abortos continuaram, você pode entender quais são as prioridade dos que governam: a cultura da morte! Que progresso pode ser implorado quando a sociedade mata os próprios bebês, quando a maternidade é horrivelmente violada em nome de uma escolha que não pode ser livre, desde que esta envolve o fim de uma vida inocente e viola um dos mandamentos de Deus? Que prosperidade o nosso país pode esperar, que bênçãos de Deus ele pode esperar, se sacrifícios humanos estão sendo feitos em nossas clínicas assim como nos tempos dos bárbaros mais sangrentos.

A ideia que crianças são propriedade do estados repulsa qualquer pessoa humana. Na ordem social do Cristianismo, a autoridade civil exercita o seu poder para garantir para os seus cidadãos o bem-estar natural em ordem de alcançar o bem espiritual. O bem comum perseguido pelo estado em coisas temporais portanto tem um objeto bem definido que não pode e não deve conflitar com a lei de Deus, o Supremo Legislador. Toda vez que o estado infringe nessa Lei eterna e imutável, a sua autoridade é diminuída, e os seu cidadãos devem recusar a obedece-la. Isso certamente se aplica a detestável lei do aborto, mas isso poderia ser aplicado a outros casos, nos quais o abuso de autoridade que dizem respeito a imposição de vacinas do qual o perigo é desconhecido ou que, por sua composição, é eticamente problemática. Eu estou me referindo ao caso em que a vacina contém material fetal vindo de corpos de crianças abortadas.

Mas agora existem outros aspectos perturbadores para encarar, dos quais dizem respeito a não somente o conteúdo da instrução mas também o método de participação das aulas: distanciamento social, o uso de máscaras e outras formas de suposta prevenção de contagio na sala de aula e ambientes escolares causam sérios danos ao equilíbrio mental e físico de criança e jovens, comprometendo a sua habilidade para aprender, as relações interpessoais entre alunos e professores, e reduzindo eles a autômatos que não são apenas ordenados no que pensar mas também do como se mover e como respirar. Parece que a noção de senso comum, que era esperada para governar escolhas com suas consequências na vida social, foi perdida, e parece que um mundo desumano está sendo anunciado, do qual pais tem as suas crianças tiradas deles se eles testam positivo para uma gripe influenza, com protocolos de tratamento de saúde obrigatórios sendo aplicados como nas piores ditaduras.

É muito perplexo saber que a ONU escolheu Mario Monti como presidente da Comissão Europeia para Saúde e Desenvolvimento, o qual se distinguiu por medidas draconianas impostas na Itália, entre elas, que não devem ser esquecidas, a drástica redução de apropriações públicas para hospitais. Essas perplexidades estão confirmadas pela filiação de Monti a organizações supranacionais como a Comissão Trilateral e o Bilderberg Club, dos quais seu objetivos estão em contraste claro com os valores inalienáveis da constituição italiana, que estão vinculados ao governo. Essa mistura de interesses privados com negócios públicos, inspirados pelo pensamento maçônico e globalista, deveria ser vigorosamente denunciada por aqueles que são representantes dos cidadãos, e por aqueles que veem o seu poder legítimo usurpado por uma elite que nunca escondeu suas verdadeiras intenções.

Nós não deveríamos perder de vista um elemento fundamental: A busca de objetivos perversos de ideologias ser invariavelmente acompanhado por um interesse de natureza econômica, como uma linha paralela. É fácil concordar com o fato de que não se tem lucro na doação voluntaria de cordões umbilicais, assim como não se tem nenhum lucro na doação de plasma hiperimune para o tratamento de Covid. Contrariamente, é extremamente lucrativo providenciar tecido fetal para clínicas de aborto e para companhias farmacêuticas produzirem anticorpos monoclonais ou plasma artificial. Dessa maneira não é surpresa que, seguindo a lógica do lucro, as soluções mais racionais e eticamente sustentadas são o objeto de uma campanha deliberada para desacreditarem eles: nós ouvimos experts auto proclamados fazerem deles mesmos promotores de curas oferecidas por empresas das quais eles mesmos – em um conflito claro de interesses – possuem ações ou são consultores bem pagos.

Tendo falado isso, é necessário entender se a solução de vacinas é sempre e em todo lugar a melhor resposta ao vírus. No caso de Covid, por exemplo, muitos expoentes da comunidade científica concordam em afirmar que é mais útil desenvolver uma imunidade natural ao invés de inocular o vírus com o poder reduzido. Mas também nesse caso, como sabemos a imunidade de rebanho é atingida sem custos, enquanto campanhas de vacinação envolvem enormes investimentos e garantem grandes lucros para aqueles que queiram produzi-las e patenteá-las. E isso também deveria ser verificado – mas isso os experts vão certamente poder falar com maior certeza – se é possível produzir uma vacina para o vírus que ainda não parece ter sido isolado de acordo com os protocolos da science-based medicine, e quais potenciais consequências possam vir usando vacinas geneticamente modificadas recém geradas.

A indústria de saúde mundial, liderada pela OMS, se tornou uma verdadeira corporação multinacional que tem como o seu fim primário o lucro dos acionistas (companhias farmacêuticas e as tão chamadas fundações filantrópicas), e um dos meios de buscar isso é a transformação dos cidadãos em pessoas cronicamente doentes. E é óbvio: As companhias farmacêuticas querem fazer dinheiro vendendo remédios e vacinas; se a eliminação das doenças e a produção de remédios mais efetivos levam a redução do número de pessoas doentes e por consequência a queda do lucros, seria lógico esperar que os remédios que elas fazem sejam ineficazes e as vacinas que elas promovem sejam um instrumento de espalhar doenças ao invés de erradica-las. E isso é precisamente o que está acontecendo. Como nós podemos pensar que a procura por curas e tratamentos está sendo promovida de uma maneira desinteressada, se aqueles que financiam a pesquisa lucram desproporcionalmente em relação a persistência da patologia?

Talvez pareça ser difícil para nós mesmos diferenciarmos aqueles que deveriam estar protegendo a saúde daqueles que desejam ter certeza da continuação da doença: tal cinismo repulsa – e com razão – aqueles que são desconhecidos da mentalidade que foi estabelecida no sistema de saúde. E ainda isto está acontecendo diante de nossos olhos, e isso envolve não apenas a emergia do Covid e vacinas – Em particular vacinas anti-influenza, que foram amplamente distribuídas em 2019 exatamente naqueles lugares onde o Covid teve o maior número de vítimas na Europa [em 2020] – mas todos os tratamentos e terapias, como nascituros e cuidado com os doentes. Tanto cinismo, que é repugnante ao código ético, veem em cada um de nós como uma potencial fonte de lucro, ao invés do que deveria ser visto em cada paciente, que é a face de Cristo. Nós portanto apelamos para os muitos, muitos médicos católicos e todos os médicos de boa vontade, pedindo a vocês não traírem o Juramentos de Hipócrates e o todo coração de sua profissão, que é misericórdia e compaixão, amor para aqueles que sofrem, e o serviço altruísta para os mais fracos entre nós, relembrando as palavras do nosso senhor: “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’” (Mt 25:40).

[O Arcebispo esclareceu para o LifeSite: “Todas as terapia, no plano da OMS, podem levar ao desenvolvimentos de problemas crônicos. No caso de partos, o tão chamado “Kristeller maneuver” é usado; isso causa um alto percentual de mortes maternais e neonatais, e uma porcentagem igualmente alta de problemas sérios (físicos e psicológicos) tanto para o bebê como para a mãe. Isso leva a hospitalização com terapia intensiva e por consequência dinheiro para as clínicas que são reembolsadas pelo Serviço Nacional de Saúde]

A igreja Católica, especialmente em décadas recentes, tem intervindo com autoridade nesse debate, graças também à Academia pontifica pela vida fundada por João Paulo II. Seus membros, até alguns anos atrás, deram diretivas medicas científicas que não conflitavam com a os princípios morais invioláveis de qualquer pessoa católica.

Mas assim como na sociedade civil, nós temos testemunhado uma progressiva perda de responsabilidade dos indivíduos assim como aquele que governam nas várias esferas da vida pública, incluindo o sistema de saúde, então também na “Igreja de Misericórdia” que nasceu em 2013 é preferível adaptar o comprometimento dos Discatérios Pontifícios e a Academia pela vida para uma divisão mais liquida – e eu arrisco dizer uma visão perversa, porque essa nega a verdade – da qual abrange as demandas do ambientalismo com conotações do Malthusianismo. A luta contra o aborto, da qual opõe a redução de nascimentos desejados pela Nova Ordem Mundial, não é mais a prioridade de muitos pastores. Durante as várias demonstrações pró vida – tais como as que aconteceram em Roma em anos recentes – o silêncio e ausência da Santa Sé e da hierarquia tem sido vergonhosa!

Obviamente os princípios morais dos quais formam a base para as normas serem adotadas no campo médico permanecem perenemente válidas, e não poderia ser de outra maneira. A igreja é a guardiã do ensinamento de Cristo e ela não tem nenhuma autoridade para modificar ou adaptar como ela quiser. Nós permanecemos confusos, contudo, assim que testemunhamos o silêncio de Roma, que parece estar mais preocupada com a promoção da reciclagem – ao ponto de escreverem uma encíclica sobre isso – ao invés das vidas dos não nascidos, a saúde dos mais fracos, e da assistência aos doentes terminais. Esse é só um aspecto de um problema muito mais amplo, uma crise muito maior, da qual eu tenho dito muitas vezes que tem suas origens do momento que a parte divergente da Igreja, guiada por o que era a Sociedade de Jesus, se apossou de poder e fez ela um escravo da mentalidade do mundo.

Quando nós consideramos a nova orientação da Academia Pontifícia pela Vida (da qual a presidência foi confiada a pessoa que ficou bem conhecida por ter mostrado o melhor de si quando foi bispo de Terni), não podemos fazer qualquer condenação daqueles que usam tecido fetal de crianças abortadas. Os seus membros atuais esperam pela vacinação em massa e pela irmandade universal da Nova Ordem Mundial, contradizendo pronunciamentos prévios da mesma academia pontifícia.[1] Há poucos dias, a Bishops’ Conference of England and Wales[2], entrou nessa onda de anomalias. De outra maneira ela reconhece que “A igreja se opõe a produção de vacinas derivadas de fetos abortados, e nós reconhecemos a angustia que muitos Católicos passam quando encaram a escolha de não vacinarem seus filhos ou parecer ser cúmplice de um aborto,” mas logo afirma, estando em grave contradição com os princípios imutáveis da moral Católica,[3] que “a Igreja ensina que a importância suprema da saúde de uma criança ou de outra pessoa vulnerável, poderia permitir os pais usarem uma vacina da qual foi no passado desenvolvida usando essas linhas de células diploides.” Essa frase falta com qualquer autoridade doutrinal e ao invés, se alinha com a ideologia dominante promovida pela OMS, o seu principal patrocinador, e companhias farmacêuticas.

De um ponto de vista moral, para todo Católico que pretende permanecer crente em seu Batizado. É absolutamente inadmissível aceitar uma vacinação que no seu processo de produção utiliza material vindo de fetos humanos. Isso também foi reafirmado com autoridade recentemente pelo Bispo americano Joseph E. Strickland na sua carta pastoral de 27 de abril[4] e em seu tweet de 1 de agosto.[5]

Portanto nós devemos rezar para o Senhor, pedindo a ele dar aos pastores uma voz, de uma maneira para uma frente unida que se opõe ao poder excessivo da elite globalista, da qual gostaria de dominar todos nós. Deve-se recordar que enquanto as companhias farmacêuticas estão procedendo no plano dos interesses econômicos apenas, há outras pessoas operando no plano ideológico, das quais usando a oportunidade da vacina, gostariam também de implantar dispositivos para identificar pessoas, e que essas nanotecnologias – Estou me referindo ao projeto ID2020, “quantum dots” e outras iniciativas similares – estão sendo patenteadas pelos mesmos indivíduos que patentearam o vírus assim como as suas vacinas. Além disso, um projeto de cryptomoedas foi patenteado para permitir não apenas identificação de saúde, mas também informação pessoal e bancária para serem monitorados, em um delírio de onipotência que até ontem poderia ser desmentido como sendo discurso retórico de teorias conspiracionistas, mas que hoje já tem iniciado em vários países, incluindo por exemplo Suécia e Alemanha. Nós vemos as palavras de São João tomando forma em frente aos nossos olhos: “Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.” (Ap 13: 16-17)

[O Arcebispo esclareceu para o LifeSite: O vírus, como tal, não é patenteado pois ainda não foi isolado por ninguém (E isso faz com que seja impossível produzir a vacina, dentro da qual deve necessariamente ser o vírus incapacitado). Ao invés disso, segmentos do vírus foram patenteados, para uso clínico (eles produzem essas partes virais com a desculpa de estarem aptos a estudar a cura). Claro que a companhia da qual um laboratório estuda Covid, pertence aos mesmos acionistas, os mesmos negócios e os mesmos indivíduos que produzem a vacina. Desse modo eles criam uma doença e a cura falsa, e eles tem o pretexto de inserir o chip ou quantum dot nas pessoas, oficialmente para rastrear o contagio (não existente) mas de fato para tornar nós todos controláveis.]

Dada a gravidade da situação, nós devemos também falar sobre o que diz respeito desses aspectos: Nós não podemos ficar em silêncio se a autoridade pública vier tornar as vacinas obrigatórias e que essas impõem problemas éticos e morais, ou simplesmente não dando nenhuma garantia de obter os efeitos prometidos que de um ponto de vista científico são absolutamente questionáveis.  Talvez os pastores da igreja finalmente ergam suas vozes para defender a população confiada a seu cuidado nesse ataque sistemático contra Deus e o homem!

 Não se esqueçam caras mães. Que essa é uma batalha espiritual – e mesmo em uma guerra – da qual poderes que ninguém nunca elegeu e que não tenham nenhuma autoridade outra que aquela da força e imposição violenta da sua vontade vão procurar destruir tudo que invoca, até mesmo remotamente, a divina Paternidade de Deus sobres suas crianças, o reinado de Cristo sobre a sociedade e a Maternidade da virgem Maria Santíssima. É por isso que eles odeiam mencionar as palavras mãe e pai; É por isso que eles querem uma sociedade não religiosa que é rebelde contra as Leis de Deus; É por isso que eles promovem o contrário e detestam a virtude. É por isso também que eles querem corromper as crianças e os mais jovens, garantindo anfitriões de servos obedientes para o futuro próximo do qual o nome de Deus está sendo cancelado e o Sacrifício Redentor do Seu Filho na Cruz está sendo blasfemado; a Cruz que eles querem banir porque essa lembra que o propósito de sua vida é a gloria de Deus, obediência aos seus mandamentos e o exercício da caridade cristã: não é prazer, exaltação própria, ou a arrogante opressão do mais fraco.

A inocência das crianças e do seu recurso confiável à Maria Santíssima, nossa mãe dos céus, pode verdadeiramente salvar o mundo: por esta razão o inimigo tem o objetivo de corrompe-las em ordem de distancia-las do Senhor, e plantar nelas a semente do mal e do pecado.

Caras mães, nunca falhem no seu chamado de proteger as suas crianças, não apenas na ordem material, mas também, e muito mais importante, na ordem espiritual. Cultivem nelas a vida de graça, com oração constante, especialmente com o Santo Rosário, com penitência e jejum, com a prática de trabalhos de misericórdia corporal e espiritual, frequentar os Sacramentos e a Santa Missa com devoção e perseverança. Nutram elas com o Pão dos Anjos, o verdadeiro alimento da vida eterna e a nossa defesa dos ataques do Mal. Amanhã elas serão cidadãos honestos, pais responsáveis e protagonistas da restauração de sociedade Cristã que o mundo iria gostar de cancelar. E por favor também rezem, caras mães, porque a oração é uma verdadeira arma temerosa e uma vacina infalível contra a ditadura perversa que está para ser nos imposta.

Eu tomo essa ocasião para assegurar vocês em minha oração e conceder minhas Bênçãos a todos vocês: a vocês, caras mães, e para a suas crianças, e para todos aqueles que estão lutando para salvarem nossas crianças e cada um de nós dessa ferrenha tirania global que está atacando nossa amada Itália.

+ Carlo Maria Viganò, Arcebispo

15 de agosto de 2020

Assunção da Abençoada Virgem Maria

 

Artigo original aqui.

Traduzido por @Liberty_Translated

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Notas

[1] Cf. Pontifical Academy for Life, Note on the Nature of Vaccination, 31 July 2017.

[2] Cf. Bishops’ Conference of England and Wales, The Catholic position on vaccination.

[3] Cf. Pontifical Academy for Life, Moral Reflections on Vaccines Prepared from Cells Derived from Human Fetuses, 5 June 2005.

[4] Bishop Joseph E. Strickland, Pastoral Letter from Bishop Joseph E. Strickland On the Ethical Development of COVID-19 Vaccine, 23 April 2020.

[5] Tweet de 1º de agosto de 2020: “Renovo meu apelo para que rejeitemos qualquer vacina desenvolvida em crianças abortadas. Mesmo que tenha se originado décadas atrás, ainda significa que a vida de uma criança acabou antes de ela nascer e então seu corpo foi usado como peças sobressalentes. Nunca acabaremos com o aborto se não TERMINAR ESTE MAL! ”