DECLARAÇÃO DE MÉDICOS

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GLOBAL COVID SUMMIT – ROMA, ITÁLIA

Aliança Internacional de Médicos e Cientistas Médicos

Setembro de 2021

[Update: Mais de 12.000 médicos e cientistas já assinaram a Declaração de Roma. Junte-se a nós lendo e assinando abaixo.]

Nós, os médicos do mundo, unidos e leais ao Juramento de Hipócrates, reconhecendo que a profissão da medicina como a conhecemos se encontra em uma encruzilhada, somos compelidos a declarar o seguinte;

CONSIDERANDO QUE é nossa maior responsabilidade e dever defender e restaurar a dignidade, integridade, arte e ciência da medicina;

CONSIDERANDO QUE, há um ataque sem precedentes à nossa capacidade de cuidar de nossos pacientes;

CONSIDERANDO QUE, os formuladores de políticas públicas optaram por forçar uma estratégia de tratamento “tamanho único”, resultando em doença desnecessária e morte, em vez de defender os conceitos fundamentais da abordagem individualizada e personalizada para o atendimento ao paciente, que é comprovadamente seguro e mais eficaz;

CONSIDERANDO QUE, médicos e outros profissionais de saúde que trabalham na linha de frente, utilizando seus conhecimentos de epidemiologia, fisiopatologia e farmacologia, são frequentemente os primeiros a identificar novos tratamentos potencialmente salvadores;

CONSIDERANDO QUE, os médicos estão cada vez mais sendo desencorajados a se engajar em um discurso profissional aberto e na troca de ideias sobre doenças novas e emergentes, não apenas colocando em risco a essência da profissão médica, mas o mais importante, de forma mais trágica, a vida de nossos pacientes;

CONSIDERANDO QUE, milhares de médicos estão sendo impedidos de fornecer tratamento a seus pacientes, como resultado de barreiras colocadas por farmacêuticas, hospitais e agências de saúde pública, tornando a grande maioria dos profissionais de saúde incapazes de proteger seus pacientes em face da doença. Os médicos agora estão aconselhando seus pacientes a simplesmente irem para casa (permitindo que o vírus se replique) e voltar quando a doença piorar, resultando em centenas de milhares de mortes desnecessárias de pacientes, devido à falha no tratamento;

CONSIDERANDO QUE, isso não medicina. Isso não cuidar. Essas políticas podem na verdade constituir crimes contra a humanidade.

AGORA, PORTANTO, ESTÁ:

RESOLVIDO que a relação médico-paciente deve ser restaurada. O cerne da medicina é essa relação, que permite aos médicos compreender melhor seus pacientes e suas doenças, formular tratamentos que ofereçam as melhores chances de sucesso, enquanto o paciente é um participante ativo em seus cuidados.

RESOLVIDO que a intromissão política na prática da medicina e na relação médico/paciente deve terminar. Os médicos e todos os prestadores de cuidados de saúde devem ser livres para praticar a arte e a ciência da medicina sem medo de retaliação, censura, calúnia ou ação disciplinar, incluindo possível perda de licenciamento e privilégios hospitalares, perda de contratos de seguro e interferência de entidades governamentais e organizações – o que nos impede ainda mais de cuidar de pacientes necessitados. Mais do que nunca, o direito e a capacidade de trocar descobertas científicas objetivas, que aumentam nossa compreensão das doenças, devem ser protegidos.

RESOLVIDO que os médicos devem defender seu direito de prescrever o tratamento, observando o princípio PRIMEIRO, NÃO CAUSE MAL. Os médicos não devem ser impedidos de prescrever tratamentos seguros e eficazes. Essas restrições continuam a causar doenças e mortes desnecessárias. Os direitos dos pacientes, após serem plenamente informados sobre os riscos e benefícios de cada opção, devem ser restaurados para receber esses tratamentos.

RESOLVIDO que convidamos médicos de todo o mundo e todos os prestadores de cuidados de saúde a juntarem-se a nós nesta nobre causa, ao mesmo tempo que nos esforçamos para restaurar a confiança, integridade e profissionalismo à prática da medicina.

RESOLVIDO que convidamos os cientistas do mundo, que são qualificados em pesquisa biomédica e defendem os mais elevados padrões éticos e morais, a insistir em sua capacidade de conduzir e publicar pesquisas empíricas objetivas sem medo de represálias sobre suas carreiras, reputações e meios de subsistência.

RESOLVIDO, que convidamos os pacientes, que acreditam na importância da relação médico-paciente e na capacidade de serem participantes ativos em seus cuidados, a exigirem acesso a cuidados médicos de base científica.

EM TESTEMUNHO DO QUE, o signatário assinou esta Declaração na data escrita pela primeira vez.

 

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2 COMENTÁRIOS

  1. Toda essas incoerências, mentiras e contradições que afloraram neste período de pandemia me abriram os olhos para ver que não posso mais confiar na palavra de médico e jamais confiar na Justiça. A grande maioria está a serviço de políticos mentirosos e corruptos. Enfim, “tudo farinha do mesmo saco”.

  2. “nos esforçamos para restaurar a confiança, integridade e profissionalismo à prática da medicina.”

    Da minha parte, a classe médica se tornou tão corrupta quanto o estado democrático de direito. O preconceito agora é total, ou seja, só volto a confiar em médicos específicos, mas nunca mais na medicina como um fim em si mesmo.