Diretor do CDC: Nada de ‘Vida Normal’ até pelo menos a metade do próximo ano

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Lembra-se do presidente Donald Trump dizendo que queria que tudo fosse reaberto no país até a Páscoa? Pois bem. Na maior parte do país, as medidas repressivas contra o coronavírus continuam fortes cinco meses após a Páscoa. E o diretor do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, Robert R. Redfield, disse na quarta-feira em uma audiência do subcomitê do Senado dos EUA que a “vida normal” não começará a voltar até, ele prevê, “final do segundo trimestre, terceiro trimestre” de no próximo ano — em meados de 2021.

Por que tão longa espera? Redfield diz que a espera é para que uma vacina contra o coronavírus possa ser distribuída e injetada primeiro no país.

Claro, muitas pessoas não têm interesse em tomar esta vacina apressada que quase certamente causará mais mal do que bem, considerando fatos como o de o coronavírus não ser uma doença particularmente perigosa para a maioria das pessoas e que a vacina nem mesmo está sendo submetida ao testes padrões para vacinas. Em meados do próximo ano, também pode haver pouca ou nenhuma propagação do coronavírus.

Se um número suficiente de pessoas recusar a vacinação, a data de retorno à vida normal será adiada ainda mais? Ou vai ser isso ou decretos ou uma pressão incrível será colocada sobre as pessoas para serem vacinadas. Mas, realmente, mesmo que cada indivíduo encare a agulha, não há garantia de que o governo federal, junto com os governos estaduais e locais, irá desistir de todos os seus mandatos recém-criados. O coronavírus foi uma desculpa esfarrapada para o aumento de poder. Certamente, novas desculpas podem ser inventadas.

Felizmente, está se tornando muito mais claro para muito mais pessoas a cada dia que esperar pela permissão para retornar à vida normal — ao “velho normal” — é uma coisa estúpida. Algo melhor é protestar contra os decretos “novos normais”, encorajar outros a se unirem em oposição aos mandatos e agir cada vez mais em desafio a eles, ignorando as restrições à liberdade postas em prática supostamente para resolver a crise artificial do coronavírus.

 

Artigo original aqui.