É o fim das doses de reforço

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Agora, a Organização Mundial da Saúde também acenou a bandeira branca para os reforços da vacina Covid.

A OMS divulgou ontem um comunicado sobre as vacinas contra a Covid. Está cheio do jargão usual de saúde pública usados para tentarem se safar de suas recomendações desastrosas, mas uma linha se destaca:

é improvável que uma estratégia de vacinação baseada em doses repetidas de reforço da composição original da vacina seja apropriada ou sustentável.

Acabou, gente.

Além de alguns israelenses azarados, ninguém vai receber uma quarta dose da vacina original; todos com olhos podem ver que não funciona contra o Omicron. (E se você não recebeu uma terceira dose, neste momento, por que você receberia? Você está recebendo no máximo semanas de proteção marginalmente melhorada correndo um risco maior de efeitos colaterais potencialmente graves.)

Em vez disso, a OMS agora está prometendo/exigindo vacinas específicas para qualquer que seja a cepa Sars-Cov-2 dominante no momento.

Essa promessa é tão vazia quanto todas as outras que os burocratas da saúde e as empresas de vacinas fizeram.

Pelo menos cinco variantes principais (“variantes de preocupação”) se desenvolveram no ano passado e duas se tornaram globalmente dominantes. Mesmo as vacinas de mRNA não podem ser preparadas e entregues com rapidez suficiente para corresponder a qualquer cepa de vírus que se torne dominante. O Covid é mais rápido que os cientistas.

No máximo, as futuras vacinações contra a Covid serão muito parecidas com as vacinas atuais contra a gripe (e NÃO o contrário). Elas serão preparadas anualmente e distribuídas no início da temporada de inverno. Elas não vão ajudar muito, e ninguém vai esperar que elas ajudem muito.

Exceto quando se trata de Covid, a OMS também não quer essas vacinas.

Ela disse explicitamente na declaração que as futuras vacinas contra o Covid devem “ser mais eficazes na proteção contra a infecção, diminuindo a transmissão da comunidade”.

Dois pontos enormes escondidos nessas 11 palavras:

Primeiro, eles são inerentemente uma crítica devastadora do atual fracasso das vacinas Covid de não funcionarem como prometido.

Em segundo lugar, a OMS NÃO aplica esse padrão às vacinas contra a gripe, que não interrompem e não devem impedir a transmissão comunitária. Por que exigir mais das vacinas contra a Covid? A única resposta honesta é que as vacinas de mRNA e DNA Covid têm efeitos colaterais muito mais graves do que as vacinas contra a gripe e, portanto, devem ser mantidas em um padrão muito mais alto.

Padrão este que eles não têm esperança de alcançar.

A guerra acabou. As vacinas (mRNA) perderam. A única questão é quantas pessoas mais serão prejudicadas antes que as autoridades de saúde pública anunciem sua rendição.

 

Fonte: OMS

 

Artigo original aqui

5 COMENTÁRIOS

  1. Falei isso ontem, 16/01/2022, para um amigo.

    A palhaçada covid19 ACABOU.

    O CDC mudou a firma de testar, os burocratas SÓ AGORA diferenciam pessoas que morreram “de” covid19 das pessoas que morreram “com” covid19.

    Os números despencarão. Cai a máscara dos responsáveis por essa lambança e finalmente enxerganos o covid19 como ele sempre foi: uma gripe sazonal.

    Quem “vacinou” fez papel de idiota.