Enorme estudo revisado por pares prova que a ivermectina funciona contra o COVID-19

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Os resultados são do maior estudo mundial sobre o uso de ivermectina para COVID-19.

Pesquisadores no Brasil descobriram que o uso regular de ivermectina como agente profilático foi associado a uma redução significativa nas taxas de infecção, hospitalização e mortalidade por COVID-19.

O estudo foi realizado em Itajaí, cidade portuária do estado de Santa Catarina, entre julho e dezembro de 2020. Os autores do estudo incluem os médicos da FLCCC Dr. Flavio Cadegiani e Dr. Pierre Kory. A autora principal, Dra. Lucy Kerr, foi abordada pelo prefeito de Itajaí, depois que a cidade começou a passar por um grave surto de COVID.

Toda a população de Itajaí foi convidada a participar do programa, que envolveu uma consulta médica para compilação de informações basais, pessoais, demográficas e médicas. Na ausência de contraindicações, foi oferecida ivermectina como tratamento preventivo, em dois dias consecutivos a cada 15 dias, na dose de 0,2 mg/kg/dia.

Dos 223.128 cidadãos de Itajaí considerados para o estudo, um total de 159.561 indivíduos optaram por participar: mais de 70% optaram por tomar ivermectina e 23% optaram por não.

Redução das taxas de infecção e hospitalização

O estudo encontrou uma redução de 44% na taxa de infecção por COVID-19 em favor do grupo que tomou ivermectina (3,5% versus 8,2%).

Nos casos em que um cidadão participante de Itajaí adoeceu com COVID-19, foi orientado a não usar ivermectina ou qualquer outro medicamento no início do tratamento ambulatorial. Daqueles que foram infectados, dois grupos de tamanho igual e altamente pareados (um que usou ivermectina como profilaxia e outro que não) foram comparados. O uso regular de ivermectina preventiva levou a uma redução de 68% na mortalidade por COVID-19 (0,8% versus 2,6%) e uma redução de 56% na taxa de hospitalização (1,6% versus 3,3%).

O uso regular de ivermectina preventiva levou a uma redução na infecção por COVID-19, hospitalização e mortalidade.

Métodos de estudo

Como as vacinas não estavam disponíveis na época e poucas alternativas profiláticas existiam na ausência de vacinas, Itajaí iniciou um programa governamental para a profilaxia da COVID-19 em toda a população. Este foi um estudo observacional prospectivo que permitiu que os indivíduos se auto-selecionassem entre tratamento versus não tratamento. O uso de ivermectina era opcional e baseado nas preferências dos pacientes, pois seus benefícios como agente preventivo não haviam sido comprovados.

Para garantir a segurança da população, foi desenvolvido um programa de computador para compilar e manter todos os dados demográficos e clínicos relevantes. Todos os indivíduos foram pesados ​​para poder calcular com precisão a dose correta de ivermectina. Além disso, foi realizada uma breve avaliação médica para registro de história clínica pregressa, comorbidades, uso de medicamentos e contraindicações a medicamentos.

As seguintes variáveis ​​foram analisadas e ajustadas como fatores de confusão ou usadas para balancear e combinar grupos para correspondência de escore de propensão:

  • Idade
  • Sexo
  • Doenças anteriores (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral)
  • Comorbidades pré-existentes (diabetes tipo 2, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, hipertensão, dislipidemia, doenças cardiovasculares, câncer [qualquer tipo] e outras doenças pulmonares)
  • Fumar

Foram excluídos da amostra os pacientes que apresentaram sinais ou diagnóstico de COVID-19 antes de 7 de julho de 2020. Outros critérios de exclusão incluíram contraindicações à ivermectina e idade (indivíduos abaixo de 18 anos foram excluídos).

Durante o estudo, os indivíduos diagnosticados com COVID-19 passaram por uma consulta médica específica para avaliar as manifestações clínicas e a gravidade da doença. Todos os indivíduos com sintomas foram recomendados a não usar ivermectina, nitazoxanida, hidroxicloroquina, espironolactona ou qualquer outro medicamento considerado eficaz contra o COVID-19. A cidade não forneceu ou apoiou nenhum tratamento ambulatorial farmacológico específico para indivíduos infectados com COVID-19.

Descobertas intrigantes

Curiosamente, o grupo que se autosselecionou para tomar ivermectina era mais velho e tinha mais comorbidades do que o grupo que não optou por nenhum tratamento. Esses resultados mostram que a ivermectina profilática pode ser um fator atenuante em grupos com maior risco de morbidade.

Os resultados mostram que a ivermectina profilática pode ser um fator atenuante para grupos de alto risco.

A crença de que terapias preventivas e de tratamento precoce fariam com que as pessoas relaxassem sua cautela de permanecer socialmente distanciadas, levando a mais infecções relacionadas ao COVID-19, não é apoiada aqui.

Os dados demonstram que o uso preventivo de ivermectina reduz significativamente a taxa de infecção e que os benefícios superam o aumento do risco especulado de mudanças nos comportamentos sociais.

 

 

 

Artigo original aqui

2 COMENTÁRIOS

  1. A comissão da ivermectina não existe, já da vacina rende um dinheiro bom para os funcionários públicos e políticos envolvidos!

    O gasto público que a ivermectina possibilita é zero, já da vacina e do sensacionalismo pandêmico é bom!

    Alguém saberia me dizer porque as prisões brasileiras não são um banho de sangue por mortes de COVID?
    Ali as pessoas estão confinadas em ambiente sanitário precário! Porém ali devido as várias doenças que sempre existiram é cultural o uso de ivermectina!