Introdução

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Contra a Esquerda explora algo básico para o libertarianismo que muitas pessoas hoje esqueceram. Como todos sabem, os libertários veem o Estado e o indivíduo como fundamentalmente opostos. Pessoas que interagem livremente no mercado criam por si mesmas uma sociedade maravilhosa que promove o progresso. O Estado, como explicou Murray Rothbard, é uma gangue criminosa de predadores. Ele tira o que as pessoas produzem, confiscando a riqueza para seus próprios fins nefastos.

Isso tudo é de conhecimento comum, e em Contra a Esquerda, mostro em detalhes como o Estado faz isso. O que costuma ser esquecido, porém, é que o libertarianismo aceita as pessoas como elas são. Se nos livrarmos do Estado — e esse é um grande se — teremos alcançado nosso objetivo como libertários. O libertarianismo não tenta remodelar as pessoas para fazê-las conformar-se a alguma ideologia supostamente desejável. Não embarca na busca inútil de tornar todos iguais. Não favorece tentar acabar com a “discriminação”. Não vê a família tradicional como inimiga. Ao contrário, vê a família tradicional como base para uma sociedade decente.

Dois grandes pensadores nos ensinaram essas verdades melhor do que qualquer outra pessoa: Ludwig von Mises e seu principal aluno, Murray N. Rothbard. Seus insights são básicos para este livro.

Infelizmente, vários dos chamados libertários ignoram esses pontos essenciais. Esses libertários de esquerda tentam o impossível. Eles querem combinar o libertarianismo, com seu polo oposto, o igualitarismo. Não é suficiente que as pessoas sejam libertárias. Elas também devem ser “legais”, o que significa se render às últimas palhaçadas esquerdistas.

Em Contra a Esquerda, examinamos alguns campos de batalha importantes na luta para preservar e promover o libertarianismo real contra seus inimigos. Isso inclui agressão à família, direitos civis e “deficiências”, imigração, ambientalismo e igualitarismo econômico. No último capítulo, confrontamos diretamente os impostores libertários de esquerda que querem tirar o libertarianismo de nós.