O indivíduo como baluarte de resistência contra a tirania coletivista das massas

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Nesses tempos em que as massas amorfas e homogêneas obedecem a inúmeras ordens automaticamente, sem nem mesmo entendê-las de forma racional, é fundamental compreender o papel que o indivíduo representa no seu dever de resistir a tirania. Embora isso exija esforço, determinação e coragem, sua integridade e sua dignidade como ser humano irão desaparecer se você ceder à pressão popular e  desaparecer como mais um componente da massa amorfa e homogênea, que segue uma determinada direção simplesmente porque os líderes onipotentes do sistema assim decidiram.

Ironicamente, nunca foi tão fácil se opor ao sistema e a conformidade irracional das massas. Hoje, o simples fato de não usar uma máscara já o coloca na posição de combatente da resistência. Consequentemente, alguns integrantes do coletivo que aderiram a seita coronazista — aqueles que são guiados e comandados pelo sistema, e há muito tempo perderam qualquer senso de individualidade e integridade moral (se é que algum dia tiveram) — podem se sentir tentados a confrontá-lo e exigir explicações para o seu comportamento “subversivo”.

Caso isso aconteça, o que você — como indivíduo — deve fazer?

Como a experiência já mostrou, nesses casos discutir ou tentar explicar suas motivações será, muito provavelmente, contraproducente. Um desperdício de tempo, na melhor das hipóteses, e o estopim para uma terrível discussão, na pior delas. Se você conseguir explicar suas motivações, sem dúvida nenhuma estará se arriscando a ser considerado um “negacionista” ou “teórico da conspiração”. Afinal, você comete a “desfaçatez” e a “imprudência” de não acreditar em tudo aquilo que passa na televisão. Você questiona, pesquisa e pensa por si mesmo. Para as massas, a independência e a autonomia intelectual representam conceitos tão radicais, que definitivamente não vale a pena você perder o seu precioso tempo tentando se explicar.

Simplesmente dê as costas e continue fazendo tudo o que você normalmente faria. Lembre-se, ser parte da resistência é recusar-se terminantemente a ser governado pelo pânico, pela histeria e pelo medo que controlam as multidões. Ser parte da resistência é ser um intransigente radical — pacífico, porém radical — que se recusa terminantemente a mudar a sua vida, a sua rotina e o seu cotidiano por causa de uma histeria coletiva irracional, que é totalmente baseada em mentiras, manipulações e distorções da realidade.

Mas, é claro, se por acaso você se deparar com alguém que deseja sinceramente escutá-lo — sem qualquer manifestação de escárnio ou desdém —, então você tem a obrigação moral de dar explicações. Como um porta-voz da verdade, você pode espalhar genuíno conhecimento, jogando um pouco de luz sobre a escuridão da ignorância que cobre o mundo dominado pelo sensacionalismo midiático da falsa informação.

Pode acontecer, no entanto, de nos depararmos com alguém que realmente está em busca de verdadeiro esclarecimento. Nesse caso, devemos explicar com todos os fatos concretos que estão à nossa disposição que a pandemia de coronavírus é uma farsa.

Infelizmente, isso não acontecerá com frequência. A maioria dos adeptos da seita globalista coronazista quando vê alguém sem máscara simplesmente considera tal indivíduo um excêntrico, um maluco e às vezes até mesmo um imbecil desalmado e egoísta, que não tem consideração pelos outros. Não podemos jamais cometer o erro de subestimar o poder de doutrinação e lavagem cerebral do sistema sobre as pessoas.

Não obstante, a verdade é que o simples fato de não usar uma máscara diz muito sobre você, o que você pensa sobre liberdade e quais são as suas convicções pessoais sobre individualidade, histeria generalizada, pensamento independente e submissão coletivista. Acima de tudo, o simples ato de não usar uma máscara mostra principalmente que você, como indivíduo, executa uma resistência pacífica contra a tirania coletiva das multidões.

Como indivíduo, o simples fato de não usar uma máscara mostra que você não está disposto a ser absorvido pela dominação coletiva de massas escravizadas pelo pânico, pelo pavor e pelo medo irracional, que permitiram que manipulações emocionais sensacionalistas suplantassem virtudes como a razão, a lógica e o pragmatismo da racionalidade humana. Lamentavelmente, exercer a plenitude das suas faculdades intelectuais é para poucos.

No final das contas, em todo esse cenário distópico, você é vitorioso porque não abdicou de princípios morais coesos e corretos — e no seu caso, consistentes — e tem coragem para enfrentar a ditadura mental que escraviza as multidões. Esse simples ato de resistência mostra que ninguém pode escravizá-lo, dominá-lo ou subjugá-lo mentalmente. Apenas através da intimidação, da violência ou da agressão alguém pode tentar fazer você seguir as regras da tirania. Se alguém precisar usar a força para torná-lo obediente à ditadura do coronavírus, no entanto, você já venceu uma hercúlea batalha contra o sistema.

Por mais insignificante que pareça, não podemos jamais subestimar o efeito positivo da resistência consciente. O simples fato de não andar de máscara mostra que uma pessoa pensa, raciocina e enxerga o que realmente está acontecendo nos bastidores do cenário político mundial. O indivíduo que não se deixou dominar pela histeria coletiva faz uma leitura da realidade e dos acontecimentos que ultrapassa tudo aquilo que as massas simplórias — completamente incapazes de ver além das aparências — conseguiriam compreender.

Mas é claro que a resistência precisa ser consciente. Alguém que não está andando de máscara por simples displicência — embora seja algo raro, pois ao sair na rua e ver outras pessoas de máscara os adeptos da seita covidiana logo se lembram de colocar o acessório — irá colocá-la assim que alguém lhe chamar a atenção.

Mas ao se recusar ativamente a usar máscara, você está praticando resistência ativa contra um sistema tirânico, opressivo e escravagista, que — além de ser brutalmente hostil ao indivíduo, como é toda a ditadura coletivista — é totalmente sustentado por mentiras e pela manutenção ininterrupta do pânico, do pavor e do medo, executada pelos meios de doutrinação de massa.

Infelizmente, a grande maioria das pessoas sofreu um nível de lavagem cerebral tão degradante e corrosivo — que atingiu graus tão absurdos e monumentais — que é irrealista de nossa parte tentar fazer com que as massas escravizadas nos compreendam, enxerguem com mais lucidez o absurdo do contexto em que estão inseridas ou que aceitem que elas estão sendo manipuladas por uma mentira.

Também devemos lembrar que não são poucas as pessoas que possuem um medo quase patológico da liberdade, e infelizmente preferem os grilhões da servidão e da tirania. Sabemos que a liberdade não é para todos. A liberdade é acompanhada de responsabilidades das quais muitas pessoas tem medo. Precisamos, portanto, reconhecer que lamentavelmente, muitas pessoas nasceram para serem escravos, e lutarão para permanecer nessa condição com todas as suas forças. Essas pessoas não valem qualquer esforço de nossa parte em tentar despertá-las do torpor, da letargia e da servidão.

Não obstante, jamais podemos cometer o erro de subestimar o poder de resistência do indivíduo contra a tirania coletivista das massas. A resistência individual é o núcleo imperativo de uma manifestação ética pela liberdade, que é abertamente hostilizada pela sociedade dominada, porque — quando vê um indivíduo livre — as massas escravizadas são obrigadas a confrontar a sua própria atitude de submissão, covardia e complacência; e muitas vezes, não disposta a admitir suas fraquezas, o ódio e a hostilidade das multidões pelo indivíduo livre acabam sendo manifestações naturais de repulsa pela sua própria submissão.

Desta maneira, o simples fato de não andar de máscara é a mais fantástica e esplêndida manifestação de resistência pacífica contra a tirania que o indivíduo pode realizar, nestes tempos de ditadura do coronavírus. Não podemos desperdiçar esta magnífica oportunidade de mostrar para todos aqueles que nos cercam que somos livres e que não temos medo algum da liberdade.

Muito pelo contrário, vamos ostentar com orgulho nossa liberdade e nossa condição de indivíduos livres, que nunca foram reféns da campanha irracional de medo e pânico difundidos pela mídia, e que também não temem a ditadura mental da seita covidiana, tampouco a tirania estatal que busca instituí-la sobre toda a sociedade.

Atualmente, temos a mais formidável oportunidade para sermos — cada um de nós — manifestações plenas de uma campanha individual de resistência a favor da liberdade, como nunca antes aconteceu na história humana. Não podemos de maneira alguma desperdiçar essa oportunidade histórica.