O problema da sujeição crônica e a cumplicidade irracional das massas

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Desde que começou a fraudemia de coronavírus, vimos as multidões adotarem medidas totalmente ineficazes e anticientíficas para se proteger. Máscaras, isolamento, quarentenas, distanciamento social e diversas medidas arbitrárias foram implementadas pelos governos do mundo inteiro — salvo raríssimas exceções — e adotadas com fervor pelas multidões, como se essas medidas fossem fatos incontestáveis e absolutos, eficientes em seu objetivo de mitigar a contaminação pelo vírus chinês.

No entanto, a verdade é que nenhuma dessas medidas preventivas são eficazes no combate à covid. Muito pelo contrário, algumas delas são radicalmente contraproducentes, e o que não faltam são médicos, cientistas e epidemiologistas dispostos a falar a verdade sobre a irracionalidade das medidas adotadas; algumas das quais assumidamente facilitam a propagação do vírus, ao invés de contê-lo. O isolamento social, por exemplo, contribui ainda mais para a disseminação da doença, pois fragiliza e compromete o sistema imunológico dos indivíduos, que só pode ser fortalecido por meio do convívio social com outras pessoas (a famosa imunidade de rebanho).

Desde o princípio, portanto, não faltaram médicos para falar que apenas idosos e pessoas com doenças e comorbidades deveriam ser afastadas e isoladas. Todas as demais pessoas poderiam viver suas vidas na mais absoluta normalidade, sem qualquer razão para pânico ou histeria. Esse argumento apenas se fortaleceu com o passar dos meses, conforme pôde ser comprovada, para além de qualquer dúvida razoável, que a taxa de mortalidade da covid — inferior a 1% — não justifica as tirânicas medidas autocráticas que foram adotadas e ainda estão sendo empregadas para conter a sua disseminação.

Infelizmente, aprendemos igualmente com o passar dos meses que as multidões não se importam com fatos, provas científicas e evidências concretas. Todas as medidas tirânicas da ditadura do coronavírus continuam em vigor, e, comparativamente, são poucas as pessoas a questioná-las. Na verdade, a maioria dos cidadãos parece que não se importaria em usar máscaras ou álcool gel pelo resto de suas vidas, se o governo assim exigisse.

Portanto, se podemos aprender algo com a fraudemia, é isto: a grande maioria das pessoas possui uma mentalidade de rebanho muito forte, que é relativamente inerente à estrutura psicossocial da condição humana. Seguir o rebanho, a multidão, a maioria, não apenas dá uma (falsa) sensação de segurança, mas fornece às pessoas um sinal psicológico (igualmente falso) de que elas estão certas. As poucas pessoas que estão indo na direção contrária podem ser rotuladas como excêntricas, antissociais ou estúpidas, e como estão em menor número, podem ser facilmente ignoradas.

Infelizmente, algumas destas pessoas tornaram-se agressivas contra os insurgentes — todos aqueles que recusam-se a demonstrar conformismo e submissão para com a ditadura do coronavírus —, e passaram a acusá-los de serem negacionistas, conspiracionistas ou até mesmo ativistas anticientíficos, quando, ironicamente, os anticientíficos são todos aqueles que aderiram à ditadura sanitária e aos métodos irracionais e ineficazes de prevenção e disseminação do coronavírus.

A verdade, no entanto, é que as poucas pessoas dispostas a ir na contramão das multidões — além de coragem e ousadia — possuem um discernimento superior sobre o certo e o errado. Se você sabe que a pandemia é uma fraude, evidentemente você não irá usar máscara nem praticar o distanciamento social porque você sabe perfeitamente que essas medidas não são eficientes para conter a disseminação do vírus, e, da mesma forma, você não quer ser cúmplice de uma farsa — e esta, longe de ser uma farsa qualquer, é simplesmente a maior fraude da história.

Você, que está do lado certo, sabe perfeitamente que a grande maioria das pessoas está sendo enganada, e certamente está fazendo o melhor que pode para revelar a verdade a elas. Uma das maneiras de mostrar que estamos testemunhando o desenrolar de uma das maiores fraudes da história humana é tentar viver nossas vidas da forma mais normal possível. Isso pode ajudar ao menos algumas pessoas a perceber que todo o alarmismo difundido pelos governos e pela mídia convencional é fictício, falso e artificial.

No entanto, não devemos ser irrealistas ou otimistas demais, achando que eventualmente todas as pessoas irão despertar para a realidade. Programar seres humanos para acreditar em tolices é mais fácil do que parece, e os governos e os grandes conglomerados midiáticos sabem disso perfeitamente e usam isso a seu favor para manipular a opinião pública e controlar as massas.

Governos e corporações sabem perfeitamente que a grande maioria das pessoas, lamentavelmente, possui um grau de inteligência baixíssimo. Elas não irão pesquisar, estudar, analisar fatos ou comparar evidências científicas. Elas simplesmente irão fazer aquilo que os governos mandarem elas fazer. Aqueles que estão no poder — muito oportunamente — irão explorar da pior forma possível o comportamento de manada presente no coletivo, com o objetivo de controlar e comandar as multidões, e acumular ainda mais poder político.

Com a quantidade de poder que acumulou nos últimos meses, o estado não irá simplesmente retroceder, admitir que estava errado, pedir desculpas e milagrosamente devolver todas as liberdades que foram criminalmente usurpadas dos cidadãos. Especialmente pelo fato de que inúmeros grupos de interesse estão tendo enormes lucros e benefícios com a ditadura do coronavírus. Para citar apenas um deles, todos os bilionários do mundo ficaram muito mais ricos com a fraudemia.

Os bilionários brasileiros aumentaram suas fortunas em 50 bilhões, e os bilionários americanos ficaram 434 bilhões mais ricos nos primeiros meses da quarentena. Isso é um forte indício de que a fraudemia não irá terminar tão cedo. Ela está sendo altamente lucrativa para os ricos e os poderosos. E essas pessoas tem contatos, conexões e poder de comando nas altas esferas para manipular qualquer situação de maneira a serem amplamente favorecidas.

Além do mais, os governos e os grandes conglomerados que estão por trás da fraude sabem do que é necessário para prolongá-la. Assim como sabem também que ludibriar e enganar a maior parte da população é relativamente fácil. Eles só precisam da mídia mainstream, que é totalmente controlada por eles.

São estes os quatro principais elementos que o estado tem explorado a seu favor para legitimar a ditadura do coronavírus, e que explicam, de forma geral, a cumplicidade subserviente das massas:

1) Ignorância — O estado e seus agentes sabem perfeitamente que as massas são majoritariamente ignorantes. As pessoas não pesquisam, não comparam dados, evidências e não se importam com fatos concretos. Elas acreditarão em qualquer coisa que os governos e os grandes conglomerados mandarem elas acreditar. Como as grandes corporações midiáticas tem um longo alcance, através de jornais, televisão e internet, doutrinar as massas idiotizadas é uma tarefa relativamente fácil. Essas corporações também se colocam no papel de porta-vozes da verdade absoluta. Tudo o que elas transmitem é “verdadeiro”; no entanto, todas as informações que procedem de canais independentes e alternativos podem e devem ser classificadas como Fake News. O populacho, evidentemente, em virtude de sua ignorância crônica, acredita em tudo aquilo que é divulgado e difundido pela mídia mainstream.

2) Medo — O medo da morte tem sido, igualmente, absurdamente explorado pelos governos e pelos grupos de interesse que estão acumulando considerável poder político e econômico com a ditadura do coronavírus. A mídia apela especialmente para pessoas que tem parentes idosos, inoculando nelas um medo quase irracional de contrair e transmitir o vírus. De todos os elementos, esse é o que tem sido mais persistentemente explorado para a manutenção da fraude.

3) Irracionalidade — O medo, aliado à ignorância, pode facilmente resultar em histeria e irracionalidade. Conduzidas pelo pânico e pelo pavor, as pessoas simplesmente não raciocinam, e passam a agir movidas exclusivamente pelo medo, pela apreensão e pela aflição. Governos sabem que é muito fácil manipular as pessoas em um estado de medo crônico latente. Para garantir a obediência total, no entanto, a manutenção do pânico exige a promessa de uma solução, de um glorioso alívio: no presente caso, a vacina.

4) Bondade dos governos — Infelizmente, a maioria das pessoas realmente acredita que governantes, políticos e dirigentes governamentais são pessoas corretas, honestas, generosas e bondosas, que estão genuinamente preocupadas com a população, e desejam cuidar das pessoas da melhor forma possível. Ainda que muitas pessoas desconfiem dos seus governos, não é jamais ao ponto de negar legitimidade aos mesmos. A grande maioria dos indivíduos que compõe a sociedade humana realmente acredita que seus governantes são pessoas verdadeiramente corretas, altruístas e nobres, que desejam arduamente cuidar da população. Portanto, seguindo esse falso raciocínio, nós devemos obedecer os nossos governantes, porque eles sabem o que é melhor para nós, e jamais fariam qualquer coisa para nos prejudicar. É um pensamento terrivelmente ingênuo e infantil, mas infelizmente ele é predominante entre uma parcela considerável da população.

Combinando esses quatro elementos — e tudo aquilo que eles podem criar juntos — os governos e as grandes corporações estão controlando as massas de acordo com os seus sórdidos e nefastos propósitos políticos e econômicos. Negar isso é negar a realidade.

Se existe algo que a ditadura do coronavírus nos ensinou, é que o medo e a manipulação de informações são ferramentas extremamente poderosas, cuja influência é capaz de dominar as massas com uma facilidade espantosamente absurda. Apenas alguns indivíduos mais esclarecidos irão desconfiar de toda a panaceia, e destes, uma diminuta minoria irá se dispor a investigar com profundidade os fatos, relacionados a tudo o que está realmente acontecendo.

A grande lição a ser tirada da ditadura do coronavírus — algo que já é de conhecimento comum de todas as pessoas que são suficientemente esclarecidas — é de que não devemos seguir as massas, tampouco confiar nos governos, na classe política e nos grandes conglomerados midiáticos. Eles não tem intenção alguma de informar, mas de doutrinar e controlar. Da mesma forma, a mídia mainstream trabalha incessantemente, de forma implacável, para comprometer a credibilidade de informações verdadeiras, classificando-as como Fake News, e seus disseminadores são rotulados como negacionistas ou teóricos da conspiração.

Por mais que isso fosse evidente para pessoas como nós, a fraudemia apenas fez essa constatação se tornar uma verdade ainda mais latente e irrefutável. A única solução para a atual ditadura do coronavírus é a desobediência civil.

Infelizmente, as massas imbecilizadas continuarão entorpecidas no delírio coletivo, e despertá-las é uma tarefa que permanece sendo tão ingrata quanto impossível, para não dizer completamente utópica. A doutrinação sistemática das massas está diretamente relacionada a capacidades intelectuais reduzidas, portanto pessoas com inteligência abaixo da média serão cooptadas e manipuladas pelo sistema com grande facilidade.

Daqui para frente, poucas pessoas terão chances substanciais de despertar. Realisticamente, os fatos mostram que a maioria irá simplesmente se conformar e obedecer cegamente o sistema, sem nunca chegar a compreender o que realmente está acontecendo.

Nunca antes na história a ignorância foi tão perigosa.

7 COMENTÁRIOS

  1. Só não compreendo porque tudo que está publicado aquí não apresentou uma solução para a defesa deste vírus, pois será que os leitos dos hospitais estão lotados sem nenhum motivo, ou tudo que vemos também é uma mentira.
    Qual a solução para não se contaminar, pois não apresentaram outra solução.

    • Governos lucram com a carta branca dada pelas massas para fazerem o que quiserem. É o mesmo tipo de poder dado aos nazistas pelos alemães massacrados pela miseria provocada pelos governos vencedores da WWI. Imagine onde isso dará.

      Grandes coorporações lucram porque seus produtos e serviços tornaram se a única opção de compra da população, pois as pequenas e médias empresas estão proibidas de operar graças ao lockdown e as quarentenas.

  2. O mundo está cheio de pessoas Blue Pills e estamos vivendo no paraíso que os hipocondríacos e paranoicos sempre sonharam. Agora que a maioria está com medo de tudo, os doentes mentais passaram a sentirem-se “normais” diante da tirania do “novo normal”…