O que Lia Thomas e Covid têm em comum

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Negar a realidade biológica raramente acaba bem

Foto do nadador Lia Thomas que foi divulgada pela impressa com Photoshop para fazê-lo parecer mais feminino do que é

 

Algumas semanas atrás, um professor de pós-graduação me relatou que perguntou para a sua classe de 80 alunos quais deles confiavam nos especialistas do governo e da academia. Apenas 10 levantaram a mão. Mas o mais surpreendente é que cerca de metade da classe riu alto. Não apenas o governo e a academia perderam a credibilidade; mas sugerir o contrário é tão absurdo a ponto de ser uma piada.

Todos, exceto os mais cegos entre nós,

sabem que o discurso público é bizarro e estapafúrdio. Afirmar verdades simples e óbvias é arriscar a perda de empregos – bem como o banimento de mídias digitais que são nossos espaços mais cruciais para conversas, debates e organização política.

Qualquer um com olhos pode ver que Lia Thomas é biologicamente do sexo masculino.

Ele pode pensar em si mesmo como mulher, ele pode querer se identificar como mulher, podemos todos concordar em aceitar seus desejos porque fazer isso é mais simples do que não fazê-lo tanto para ele quanto para nós, mas Lia Thomas é biologicamente homem.

Aqui está algo que a mídia faz o possível para não relatar. Lia Thomas está nadando significativamente mais devagar agora do que há três anos quando nadava como Will Thomas. Se ele marcasse aqueles tempos – tempos que o definiu como um bom, mas não ótimo, nadador universitário masculino – ele seria, de longe, a nadadora mais rápida do mundo.

Isso não é evidência de que os bloqueadores de testosterona de Thomas estão “funcionando”. Esta é a evidência de que mulheres e homens não são os mesmos. (Também pode ser uma evidência de que Thomas agora está se segurando, diminuindo deliberadamente seus tempos porque agora ele está ciente de que, se ganhar de muito longe, criará uma reação.)

Esta é uma forma absurda de competição. Um atleta comprovadamente superior está sendo prejudicado com drogas poderosas para manter a ilusão de jogo limpo.

Mas o que é duplamente absurdo é que TODO MUNDO SABE A VERDADE. (Com exceção de um punhado de ideólogos muito barulhentos e políticos esquerdistas cujas carreiras dependem da delicada negação da realidade.)

Um dia a esquerda terá que explicar como o sexo – sexo cromossomicamente imutável – é uma questão de escolha pessoal, mas a raça – que é MUITO mais obscura biológica e culturalmente – é fixada no nascimento. Ou seja, ninguém diria a Will Thomas como ele era maravilhoso se tivesse decidido, três anos atrás, deixar o mundo saber que agora se identificava como afro-americano e pretendia escurecer sua pele para que todos pudéssemos aplaudi-lo também.

Mas esse dia ainda não chegou. Hoje, declarar essas verdades simples é ser rotulado de “transfóbico”. Apenas pessoas como eu – pessoas sem emprego ou contas de mídia social a perder – podem dizê-las.

E por quase dois anos, declarar a simples verdade de que o Covid quase não representa nenhum risco para qualquer adulto não idoso em condições físicas decentes era ser rotulado como “negacionista do Covid”.

Mesmo agora, apontar que as vacinas de mRNA não fazem nada para prevenir a infecção e a transmissão do Covid é quase proibido, a menos que as palavras “mas elas fazem um ótimo trabalho na prevenção de doenças graves e morte” sejam imediatamente anexadas. (Não. Elas não fazem. Se o fizessem, o curso dos últimos 15 meses teria sido muito diferente, e mais de 90% das pessoas que morrem de Covid na Grã-Bretanha não seriam vacinadas.)

Mas depois de dois anos, todo mundo sabe a verdade. Pergunte a uma sala cheia de alunos se eles confiam nas autoridades de saúde pública e eles rirão.

O riso é uma resposta catártica aos absurdos das mentiras que enfrentamos. Mas o riso não é suficiente. O riso é a saída segura. Mas permite que as mentiras permaneçam abertamente incontestáveis.

Devemos desafiá-las. Devemos resistir aos esforços para reescrever a história que quase não é história, que em alguns casos tem menos de um ano. Ou então estaremos realmente vivendo no mundo que Orwell descreveu em 1984:

A história parou. Nada existe a não ser um presente sem fim em que o Partido tem sempre razão. Eu sei, é claro, que o passado é falsificado, mas nunca seria possível para mim prová-lo, mesmo quando eu mesmo fiz a falsificação. Depois que a coisa é feita, nenhuma evidência permanece.

E, mais concisamente:

O Partido lhe disse para rejeitar a evidência de seus olhos e ouvidos. Era seu comando final e mais essencial.

Não ria apenas das mentiras.

Defenda a verdade.

 

 

 

Artigo original aqui

1 COMENTÁRIO

  1. Meu nome é o único da família com Melo grafado apenas com um L. Escrivões….
    Algumas vezes já pensei em arrumar “os documentos” mas a burocracia dos sociopatas estatais é tão grotesca que eu nem tentei. Por outro lado, para uma pessoa com a sexualidade subversiva adotar o “nome social”, desde 2012 aqui no RS – gaúcho é piada pronta, basta entrar em um posto da polícia, se identificar com um nome feminino qualquer, que sai com uma carteira de identidade sem pagar nada. Graças a esquerda. Graças ao socialismo. Graças ao nonsense. Graças a tudo o que este artigo descreveu. Devemos agradecer essa honra para um governador que no tempo em que foi ministro da (?)justiça(?) se recusou a extraditar um terrorista condenado – Cesare Battisti – e extraditou atletas cubanos que desertaram durante o Pan de 2007.