Pelo direito de não ser cobaia

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Não há dúvida nenhuma: a narrativa oficial da ditadura mundial covid está entrando em colapso. A cada dia que passa ela dá sinais evidentes de crise e sua queda pode ocorrer antes do esperado. A resistência contra a ditadura sanitária mundial se torna progressivamente mais forte em diversos países do mundo. Como é fácil perceber pelas mídias sociais, rebeliões e conflagrações sociais contra o status quo político do novo normal estão ocorrendo em várias nações. E há pouco que as autoridades podem fazer para conter a resistência popular contra a ditadura sanitária mundial.

No entanto, como seria de esperar, a televisão ignora sistematicamente todos esses acontecimentos, e finge que não está havendo revolução alguma em lugar nenhum do mundo; todas as coisas continuam exatamente as mesmas. Devemos continuar zelosos na manutenção das restrições sanitárias, e fazer tudo o que o sistema manda. Caso contrário, podemos pegar e transmitir a covid. Essa é a mensagem transmitida diariamente pela televisão. Os meios oficiais de comunicação se limitam a transmitir a narrativa oficial do sistema, não apresentando uma única variação sequer.

Dando prosseguimento a isso, muitas pessoas que se informam exclusivamente pela televisão — e portanto permanecem completamente ignorantes para a real natureza do covidianismo — estão fazendo fila para tomar a quarta dose da “vacina”.

Sim, é absurdo. Mas é o que está acontecendo.

Mas e quem ainda não tomou absolutamente nenhuma dose da “vacina” e nem pretende tomar?

Essas pessoas são naturalmente céticas e cautelosas porque sabem que os seres humanos estão sendo usados como cobaias. E elas tem todo o direito de se preservar e de se resguardar, recusando-se ativamente a fazer parte de um imoral e degradante experimento médico.

Desde o princípio, ficou plenamente estabelecido como um dos preceitos fundamentalistas da ditadura covidiana que todo indivíduo deve se vacinar, pois ele tem uma responsabilidade social para com a comunidade. Ou seja, de acordo com esse postulado, você tem uma responsabilidade social com o coletivo. Portanto, você deve se imunizar. Ao escolher não se imunizar, você estaria rompendo o contrato social que você estabeleceu com a comunidade.

No entanto, se você se vacinar e sofrer uma grave reação adversa ou manifestar algum efeito colateral severo, o problema é todo seu. Ou seja, você deve ser responsável para com o coletivo, mas — caso lhe aconteça alguma coisa — o coletivo não se responsabiliza de maneira alguma por você. Essa definitivamente não me parece uma relação muito justa, e de fato não é.

Como qualquer ditadura totalitária — sim, é isso o que o covidianismo é —, o regime fundamentalista da tirania do complexo industrial-farmacêutico parte da prerrogativa de que você e o seu corpo são propriedades do coletivo. Você não é sua propriedade, você pertence à sociedade na qual está inserido, e por extensão você deve estar intrinsecamente sujeito ao corpo de leis arbitrárias do estado que regula a sua vida e a de toda a sociedade.

Você e todo o agregado de indivíduos que fazem parte da sociedade devem se sujeitar às diretrizes do estado, sem questionar. Portanto, todos devem se imunizar. Faz parte do “contrato social”. Aquele que ninguém estabeleceu, você não assinou e nem concordou com cláusula alguma. Mas que a ditadura covidiana deixa implícito a todo momento. Afinal, eu uso máscara para me proteger e te proteger. E eu me vacino para me proteger e te proteger. E você se vacina para te proteger e me proteger.

Esse pacto social aleatório e fictício de proteção coletiva deixa subentendido que nenhum indivíduo tem direito de propriedade sobre o seu próprio corpo, pois ele não é o seu legítimo proprietário. De maneira que a nenhum de nós deveria ser dada a possibilidade de escolha, pois nossos corpos não nos pertencem. Eles pertencem ao coletivo conhecido como sociedade, e devem obedecer ao corpo de leis positivas da democracia constitucional. Portanto, se o estado corporativo farmacêutico ordena a todos os membros da sociedade que eles devem se vacinar, todos os cidadãos deveriam obedecer.

Obviamente, isso tudo não passa de ridícula e imoral irracionalidade, completamente destituída de prudência, lógica e sensatez. E por dois motivos fundamentais. Em primeiro lugar, é impossível simplesmente ignorar a ética jusnaturalista. O seu corpo é sua propriedade, de forma permanente, inviolável e inalienável. Ele não pertence ao estado ou ao coletivo. Qualquer coisa feita a você contra a sua vontade e sem o seu consentimento será, invariavelmente, um ato criminoso de agressão. Não importa o que a legislação estatal tenha a dizer sobre isso. Esse é um fato imutável.

Em segundo lugar, mas não menos importante, está o fato de que a liberdade não é e jamais será uma concessão do estado. Você tem total liberdade para dizer não a hora que quiser a qualquer procedimento médico (ou a qualquer outra coisa). Se você é um ser humano adulto, então é uma pessoa livre para tomar decisões e fazer escolhas. E ninguém tem o direito de contestar as suas decisões pessoais, contanto que elas não interfiram negativamente na vida de terceiros.

Muitos covidianos novos normais, no entanto, alegam que a sua decisão de não se vacinar afeta negativamente outras pessoas. Elas têm essa percepção irracional justamente porque foram doutrinadas pelas crendices pseudocientíficas da seita. Ora, se uma vacina é eficaz e funcional, por que pressionar outros a se vacinarem? Se a vacina é eficaz, você estará imunizado. Caso contrário, você demonstra não possuir confiança alguma sobre a eficácia da vacina. Consequentemente, por que exigir que outras pessoas se vacinem?

Adicionalmente, vacinação universal não tem base científica. Para erradicar uma pandemia, você não precisa vacinar todos os 7,8 bilhões de pessoas que existem no mundo (com um número anormal e aparentemente interminável de doses de reforço), incluindo crianças e bebês que nem sequer estão no grupo de risco.

Toda a irracionalidade histérica pandêmica, no entanto —  especialmente a questão relacionada à obrigatoriedade das vacinas — revela o duplipensar característico das distopias, cujo epicentro ideológico manifesta uma dicotomia projetada deliberadamente para confundir os processos lógicos do pensamento racional.

Por isso muitas pessoas que acreditam cegamente na eficácia das vacinas insistem tanto em sua obrigatoriedade. Sem perceber, elas defendem argumentos que, inversamente, demonstram que elas não confiam plenamente no produto e nem sequer sabem como ele realmente funciona. Tampouco possuem qualquer entendimento coeso e concreto sobre como age uma vacina experimental depois que ela é inserida no corpo humano.

Ou seja, a ignorância generalizada delas — amplificada pela doutrinação sistemática e potencializada pela falácia do apelo à autoridade de “especialistas” — tem o efeito de reforçar nelas a certeza de que as vacinas são absolutamente confiáveis, eficazes e seguras. Paradoxalmente, elas ignoram que a sua insistência para que todos se vacinem revela uma desconfiança na eficácia do produto que elas nem sequer são capazes de identificar.

Por essa razão, os integrantes da seita são completamente incapazes de compreender a cautela de pessoas que estão céticas com relação as vacinas experimentais, e que não querem se vacinar. E isso por uma razão muito óbvia. Depois que você se vacinou, você não pode se desvacinar. Infelizmente, anestesiados pelo duplipensar e intoxicados pela doutrinação sistemática da mídia, os covidianos novos normais não mais conseguem raciocinar de forma lógica e dedutiva.

Não obstante, à despeito de toda a histeria irracional gerada pela ditadura sanitária, pela mídia corporativa covidiana e pelos covidianos novos normais, a verdade é que você tem, sim, possibilidade de escolha.

Convenientemente, o regime totalitário covidiano ignora isso, porque insiste em ignorar a ética jusnaturalista. O sistema faz isso porque é isso o que ditaduras fazem. Elas ignoram tudo aquilo que não é conveniente para o seu projeto de poder absoluto. Por isso, a tirania do coronavírus finge que ética e direitos naturais não existem. Apenas a papelocracia inútil do estado e suas infindáveis portarias, decretos e exigências sanitárias irracionais são consideradas medidas válidas para se estabelecer e determinar como deve funcionar a sociedade.

Bem, já entendemos plenamente que você tem, sim, o direito natural de escolha. Não importa o que o estado, a burocracia institucional e o seu infindável e intrincado corpo de leis arbitrárias tenham a dizer sobre isso.

Agora, o mais importante. Em um caso como o de vacinas experimentais que estão causando problemas graves em milhares de pessoas, você evidentemente não tem obrigação alguma de se sujeitar a tal risco. Na verdade, não faz sentido algum para uma doença que possui um índice de mortalidade tão baixo.

Desde que a campanha mundial de vacinação começou, vimos pessoas desenvolverem problemas sérios em decorrência das vacinas, como anafilaxia, trombose, tromboembolia pulmonar, coágulos sanguíneos, pericardite e miocardite, para citar apenas os problemas mais sérios.

Além do mais, atualmente está comprovado que milhares de pessoas morreram diretamente como consequência da vacina para a covid-19. Uma pesquisa independente realizada pela Vaccine Safety Research Foundation apontou que mais de 150.000 americanos morreram entre fevereiro e agosto do ano passado por conta das vacinas.

Para complementar este fato, o Dr. Peter McCullough — considerado uma autoridade em tratamento precoce para a covid-19 —, enviou em outubro do ano passado uma série de estudos para a FDA, que demonstravam que o padrão de mortes associado às vacinas é pior do que a própria doença.

De acordo com um dos estudos apresentados, “há cinco vezes o número de mortes atribuíveis a cada inoculação do que aquelas atribuíveis ao próprio COVID-19.” O Dr. Peter McCullough complementou, afirmando “que 50% das mortes devido à vacina ocorrem em dois dias, 80% em uma semana. Eles descobriram que em 86% dos casos não havia outra explicação além da vacina.”

Portanto, tentar obrigar qualquer pessoa a se sujeitar a um risco dessa natureza deveria ser considerado um ato análogo a tentativa de homicídio.

A grande verdade com relação a campanha mundial de “imunização” que os governos tentam esconder e que os conglomerados farmacêuticos da mesma forma se recusam a admitir é que os seres humanos estão sendo usados como cobaias.

E qual é a definição correta para o termo cobaia?

A definição geral é: “qualquer animal ou pessoa que é usado em experimentos científicos.”

Se você vai ter uma substância injetada no seu corpo, e existe a possibilidade de você adoecer, ter uma reação adversa, um efeito colateral grave ou até mesmo vir a morrer — e ninguém sabe com plena certeza qual será o resultado específico no seu caso —, então você está se sujeitando a passar por um teste para o qual você não sabe o resultado final.

Se você se sujeitar a isso, então está se sujeitando a ser cobaia de um experimento farmacêutico. Você estará sendo usado como um rato de laboratório, não importa se admite isso ou não.

No entanto, como explicado acima, você tem todo o direito de se recusar a ser cobaia de um experimento farmacêutico, que já foi completamente desbaratado pela comunidade médica e científica mundial, apesar de toda a censura criminosa e arbitrária que os verdadeiros médicos e cientistas tem enfrentado desde que a ditadura sanitária mundial teve início.

O ponto principal desta questão é: o direito natural se sobrepõe a qualquer decreto, lei ou medida estatal. O seu corpo é sua propriedade natural, e absolutamente nada pode mudar isso. Você invariavelmente possui, portanto, o direito legítimo de recusar ser tratado como uma cobaia pelo complexo industrial-farmacêutico. Você não tem obrigação alguma de servir como rato de laboratório em um experimento imprudente, desumano e anticientífico, que tem mostrado ser tão absurdamente criminoso quanto brutalmente letal.

E definitivamente não importa o que o estado, sua família, a sociedade ou seus empregadores pensem sobre isso; eles não são os legítimos proprietários do seu corpo ou da sua vida. Se você ceder e se sujeitar ao experimento, deve ter plena consciência de que está se sujeitando a servir como rato de laboratório na maior experiência farmacogenômica da história. De qualquer forma, você tem o direito inalienável de dizer não.

Permanecer submisso e ignorante com relação aos fatos e a realidade, atualmente, é uma questão de escolha; ao menos para a maioria das pessoas. Com a vasta multiplicidade de conhecimento que temos hoje à disposição, é indispensável que tomemos posicionamento ao lado da verdade. Indiscutivelmente, tanto a ética quanto a verdadeira ciência estão ao nosso lado. E os fatos comprovam isso.