Uma Crítica ao Intervencionismo

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NOTA PRÉVIA

Meu marido escreveu os ensaios deste livro há mais de cinquenta anos, no início da década de 1920.   Os textos foram reunidos e publicados por Gustav Fischer, em 1929, sob a forma de uma antologia, primeiro em Jena, depois em Stuttgart, com o título Kritik des Intervetionismus.   Embora estes artigos se refiram aos problemas econômicos daquela época, os mesmos problemas ainda existem numa forma, talvez mesmo, mais séria e ameaçadora do que a de antes.O livro foi recentemente publicado pelo Wissenschaftliche Buschgesellschaft, em Darmstadt, com um prefácio de um amigo e ex-aluno de meu marido, o ilustre Professor F. A. von Hayek, Prêmio Nobel de economia em 1974.   A nova edição alemã inclui o ensaio “Nacionalização do crédito?”, que também aparece nesta tradução.

Estou muito feliz porque esta obra pode ser agora encontrada em inglês.   Não sou economista, mas verifiquei os textos destes ensaios em alemão e inglês e congratulo-me com o Professor Hans Sennholz, a quem pedi que fizesse a tradução, pelo seu brilhante trabalho, em que transpôs as frases longas e complicadas, tão típicas da língua alemã da década de 1920, para um inglês fluente e elegante.   Estou orgulhosa por ver o trabalho de meu marido apresentado desta forma para um novo público e espero que tenha ampla aceitação.

 

Margit von Mises

 

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Ludwig von Mises foi o reconhecido líder da Escola Austríaca de pensamento econômico, um prodigioso originador na teoria econômica e um autor prolífico. Os escritos e palestras de Mises abarcavam teoria econômica, história, epistemologia, governo e filosofia política. Suas contribuições à teoria econômica incluem elucidações importantes sobre a teoria quantitativa de moeda, a teoria dos ciclos econômicos, a integração da teoria monetária à teoria econômica geral, e uma demonstração de que o socialismo necessariamente é insustentável, pois é incapaz de resolver o problema do cálculo econômico. Mises foi o primeiro estudioso a reconhecer que a economia faz parte de uma ciência maior dentro da ação humana, uma ciência que Mises chamou de 'praxeologia'.