Imagino que o leitor esteja familiarizado com o básico do chamado Holocausto: as supostas mortes de cerca de seis milhões de judeus, muitos em câmaras de gás, pelas mãos dos nazistas na Segunda Guerra Mundial. Isso foi, nos dizem, uma política deliberada de Hitler e seus principais comandantes, algo de altíssima prioridade — acima até mesmo do esforço de guerra — e uma política do mais alto sigilo. De fato era tão secreta que a documentação contundente e as evidências forenses sobre este evento catastrófico e que mudou o mundo são quase inexistentes: nenhuma “ordem de Hitler” para matar os judeus, nenhum plano para câmaras de gás homicidas, nenhum vestígio físico de câmaras de gás,[1] nenhuma foto de câmaras de gás ou judeus morto pelo gás, nenhuma autópsia confirmando morte por gás, nenhum registro consistente ou coerente dos fuzilamentos em massa que devem ter totalizado mais de 1,5 milhão, nenhuma evidência de qualquer uma das cerca de 1 milhão de mortes nos guetos. Aqueles diabos engenhosos, os nazistas, conseguiram destruir toda evidência — incluindo os vestígios físicos de virtualmente todos os seis milhões de cadáveres judeus — a fim de ocultar seu ato hediondo. Eles eram verdadeiros gênios do mal. Ou assim nos dizem.
Mas esse não é o meu tema de hoje. Para a história completa do incrível Holocausto da Segunda Guerra Mundial, podem começar pelo meu artigo aqui neste site, “O grande mistério do Holocausto: reconsiderando as evidências”, e na sequência devo encaminhar os leitores interessados aos meus livros The Holocaust: An Introduction (para a versão concisa), ou, para uma discussão mais detalhada, Debating the Holocaust: A New Look at Both Sides (4a ed, 2020). Também é recomendado o livro de Germar Rudolf, Lectures on the Holocaust (2017). Basta dizer que há muitos fatos sobre esse evento notório que nossos simpáticos ‘especialistas em Holocausto’ prefeririam que não soubéssemos.
Hoje, porém, quero focar em um evento relacionado, mas talvez mais surpreendente: o “holocausto” judaico da Primeira Guerra Mundial. (Vou usar o ‘holocausto’ minúsculo para pré-Segunda Guerra Mundial, reservando o ‘Holocausto’ maiúsculo para a própria Segunda Guerra Mundial.)
Espera um pouquinho aí, você disse Primeira Guerra Mundial? Mas isso não aconteceu décadas antes da Segunda Guerra Mundial? Sim. Isso não foi anos antes do partido nazista sequer existir? Verdade. Hitler não era apenas um soldado raso naquela guerra inicial? De fato, ele era. Então quem cometeu o crime? E por quê? E quantos judeus sofreram nesse holocausto?
É realmente uma história notável, muito pouco conhecida. Costuma-se dizer que “a história se repete.” Mas quem diria que um evento monumentalmente trágico como um holocausto poderia se repetir, infligido às mesmas pessoas, na mesma região do mundo, e nos mesmos números, em apenas três décadas? Esse acontecimento incrível vale ser explorado; o holocausto da Primeira Guerra Mundial tem enormes implicações para o Holocausto da Segunda Guerra Mundial e, por extensão, para as relações judaico-gentias no mundo hoje.
Contexto da guerra
Os precursores e causas da Primeira Guerra Mundial são vastos e complicados, e não posso me aprofundar neles aqui. Mas um fator chave, e provavelmente decisivo, foi a ação do lobby judaico global da época, que pressionava pela guerra em todos os momentos possíveis; Detalhei esse aspecto em meu livro The Jewish Hand in the World Wars (2019), e recomendo aos leitores interessados que o consultem. O mesmo lobby judaico, ao que parece, também teve papel decisivo nas narrativas do holocausto.
Por enquanto, terei que me restringir aos fatos básicos. A Primeira Guerra Mundial, como lembramos, começou em julho de 1914 e durou pouco mais de quatro anos, terminando em 11 de novembro de 1918. A Tríplice Entente do Reino Unido, França e Rússia enfrentou a Tríplice Aliança da Alemanha, Áustria-Hungria e Itália, embora a Itália tenha saído da Aliança em 1915. Os EUA acabaram entrando na guerra (ao lado da Entente) em abril de 1917. A Rússia, dilacerada pela Revolução Judeo-Bolchevique, retirou-se em março de 1918. A Alemanha resistiu por mais sete meses, mas, eventualmente, em novembro de 1918, também sucumbiu, em parte devido à agitação interna judaica. No final, a Aliança sofreu cerca de 8 milhões de baixas totais (militares mais civis), e a Entente cerca de 10 milhões. Apesar dos muitos fatores complicados, uma Alemanha derrotada acabou sendo totalmente culpada pela guerra — ignorando completamente o fato de que aquela nação “não planejou uma guerra europeia, não quis uma, e fez… tentativas genuínas de evitar uma”, nas palavras do historiador Sidney Fay.[2] As pesadas reparações pós-guerra impostas à Alemanha prepararam, em grande parte, o terreno para o surgimento posterior de Hitler e seu partido NSDAP.
Como em todas as guerras, muitos civis foram pegos no fogo cruzado; nisso, os judeus não foram exceção. No entanto, o sofrimento deles já vinha acontecendo há muitos anos antes da guerra. Ou talvez devêssemos dizer, sofrimento autoinfligido. O comportamento, atitudes, ações e crenças judaicas têm sido uma fonte constante de conflito ao longo dos séculos — mesmo ao longo dos milênios.[3] A abrasividade judaica tornou-se particularmente urgente no final do século XVIII, como foi notado por muitos críticos proeminentes, incluindo Kant, Voltaire, Hegel, Fichte e Herder. Em meados século XIX, nomes como Schopenhauer e Bruno Bauer estavam fazendo críticas severas a eles.
Uma situação particularmente preocupante, porém, estava se desenvolvendo na Rússia. No final do século XIX, a Rússia tinha cerca de 5 milhões de judeus dentro de suas fronteiras, quase todos viviam na chamada Zona de Assentamento, no extremo oeste do país; isso representava cerca de metade do total global de cerca de 10 milhões de judeus. Essa grande população judaica era uma força disruptiva e agitadora dentro da Rússia e, por isso, ganhou a antipatia dos czares Nicolau I (reinou de 1825 a 1855) e Alexandre II (reinou de 1855 a 1881). Em 1871, o ativista russo Mikhail Bakunin pôde fazer esta observação sobre os judeus:
“Todo esse mundo judaico que constitui uma única seita exploradora, uma espécie de povo sugador de sangue (ein Blutegelvolk), um parasita coletivo (einzigen fressenden Parasiten), voraz, organizado em si mesmo, não apenas nas fronteiras dos estados, mas até mesmo em todas as diferenças de opinião política — este mundo está atualmente, ao menos em grande parte, à disposição de Marx de um lado e dos Rothschild de outro…. A solidariedade judaica, essa poderosa solidariedade que se manteve ao longo de toda a história, uniu ambos.”[4]
Em 1881, uma gangue de anarquistas conhecida como Narodnaya Volya, que incluía alguns judeus, conseguiu assassinar Alexandre; isso desencadeou uma série de pogroms antijudaicos que persistiram por décadas.
No final da década de 1880, a mídia americana começou a notar a situação judaica na Rússia — especialmente o New York Times. Uma breve nota de 1889 começava com a pergunta “Quantos judeus existem?”, globalmente. No mínimo, “o número da raça onipresente [é] 6.000.000.” Em seguida, continua com uma referência ao sofrimento judaico: “Com exceção de meio milhão, todos estão em estado de escravidão política.” Além disso, “somente na Rússia havia 4.000.000 de pessoas de sua raça cujo passo era marcado por essa maldição, ódio religioso e perseguição.”[5] Aqui encontramos uma referência inicial a (quase) seis milhões de judeus sofrendo.
Outro breve texto apareceu em 1891 intitulado “O Cristianismo da Rússia: O Rabino Gottheil diz uma palavra sobre a perseguição aos judeus.” Em uma palestra pública, Gottheil examinou vários fatos “em relação ao tratamento dado aos 5.000.000 a 6.000.000 de judeus da Rússia pela população cristã.” Notavelmente, a população de judeus russos, que era de apenas 4 milhões dois anos antes, agora chegava a 6 milhões. Gottheil então cita um artigo recente de E. B. Lanin, que disse: “cerca de seis milhões [sic] perseguidos e miseráveis permanecem firmemente fiéis a uma religião que transforma suas vidas em uma fornalha ardente.”[6] Profético, de fato.
Quase uma década depois, em junho de 1900, os rabinos Gottheil e Stephen Wise foram os palestrantes principais em uma “reunião de massa sionista” em Nova York. Eles estavam ansiosos para destacar o sofrimento judaico ao redor do mundo para ajudar a defender uma pátria judaica na Palestina. Gottheil falou genericamente dos “oprimidos na Rússia”, mas Wise deixou o ponto explícito: “Existem 6.000.000 de argumentos vivos, sangrando e sofrendo a favor do sionismo.”[7] Em poucos anos, os pogroms tornaram-se cada vez mais intensos, levando eventualmente a assassinatos em pequena escala. O chamado “massacre de Kishineff (ou Kishinev)” de 1903, no qual todos os 49 judeus foram mortos, tornou-se, pela primeira vez, um “holocausto”. O NYT cita um editorial do Jewish Chronicle:
“Responsabilizamos o Governo Russo pelo massacre de Kishineff. Dizemos que ele está completamente sobrecarregado de culpa neste holocausto.” (16 de maio, p. 1)
O editorial continua falando sobre como os judeus russos estão sendo “lentamente aniquilados” e submetidos ao “processo de extermínio.” Tais palavras obviamente antecipam acusações semelhantes que seriam feitas contra os Nacional-Socialistas cerca de quatro décadas depois.
Dois anos depois, lemos que o “holocausto” ainda está em andamento. Uma breve matéria de 1905 tem como título “Simon Wolf pergunta por quanto tempo o holocausto russo vai continuar.”[8] Também naquele ano, o NYT noticiou, mais uma vez, sobre “nossos 6.000.000 de irmãos acuados na Rússia.”[9] No ano seguinte, em 1906, lemos sobre “relatórios surpreendentes sobre a condição e o futuro dos 6.000.000 de judeus da Rússia”; é um “quadro horripilante” de “massacres renovados” e “extermínio sistemático e assassino.”[10] Neste ponto, é tentado perguntar: O que há nos judeus para que sejam sujeitos a abusos tão contínuos e horríveis? E além disso, por que o número de seis milhões, relatado pela primeira vez em 1890, não está crescendo ainda mais? Agora, de alguma forma, está fixo em seis milhões? Se sim, por quê?
Em 1910, encontramos “judeus russos em situação lamentável”, e ficamos entristecidos com “o desgaste sistemático, implacável e silencioso de um povo de mais de 6.000.000 de almas.”[11] Em 1911, o New York Times relatou que “os 6.000.000 de judeus da Rússia são alvo de opressão sistemática e perseguição pelo devido processo legal.”[12] E mesmo assim as coisas ainda pioraram:
“Que a Rússia está seguindo uma política antijudaica definida, que a condição dos judeus na Rússia está pior agora do que jamais foi, será descoberto a partir dos trechos a seguir… [A]s leis restritivas que agora existem… intensificam a opressão dos judeus, e isso está tornando os 6.000.000 de judeus um povo economicamente exausto—um povo sem quaisquer direitos.” (10 de dezembro, p. SM8)
Precisamos lembrar a nós mesmos que os principais russos tinham uma opinião muito negativa dos judeus e se sentiam em pleno direito de recrimina-los. Às vezes, as palavras deles eram chocantes. O primeiro-ministro russo Pyotr Stolypin escreveu o seguinte em 1911:
“É importante que as características raciais tenham diferenciado tanto o povo judeu do restante da humanidade a ponto de torná-los criaturas totalmente diferentes, que não podem entrar em nosso conceito de natureza humana. Podemos observá-los do mesmo jeito que observamos e estudamos os animais, podemos sentir nojo por eles ou hostilidade, como sentimos pela hiena, pelo chacal ou pela aranha, mas falar de ódio por eles elevaria eles ao nosso nível. … Somente disseminando na consciência popular o conceito de que a criatura da raça judaica não é a mesma que as outras pessoas, mas uma imitação de um humano, com quem não podem lidar — apenas isso pode gradualmente curar o organismo nacional e enfraquecer a nação judaica para que ela não possa mais causar dano, ou vai desaparecer completamente. A história conhece muitas tribos extintas. A ciência deve colocar, não a raça judaica, mas o caráter do judaísmo em tal condição que o faça desaparecer.”[13]
Poucos meses depois, Stolypin foi assassinado por um radical judeu, Dmitri Bogrov.
Enfatizo que não foi apenas o New York Times que estava noticiando os seis milhões de hebreus sofrendo. Judeus sionistas repetiam as mesmas frases para seu próprio povo. Falando no Congresso Sionista de 1911, Max Nordau disse o seguinte:
“Governos virtuosos… preparam o terreno com as próprias mãos para a destruição de seis milhões de pessoas, e ninguém, exceto as próprias vítimas, levanta a voz contra isso — mesmo que isso, claro, seja um crime infinitamente maior do que qualquer guerra que até agora nunca tenha destruído seis milhões de vidas humanas.”[14]
Assim, encontramos uma ligação repetida, ao longo de muitos anos, de “seis milhões”, “extermínio” e “holocausto” em relação aos judeus. A história realmente se repete.
Na Grande Guerra
Parece, então, que nossa jornada pelo holocausto é ainda mais intrigante do que indiquei acima. O primeiro holocausto judaico ocorreu na Rússia, ocorrendo, no mínimo, dos anos de 1903 a 1911. Não sabemos quantos judeus foram mortos nesse período, mas foi indiscutivelmente pouco, dado o excesso de ênfase em eventos relativamente menores nos quais, por exemplo, 49 pessoas foram mortas (veja “Revisiting the Nineteenth-Century Russian Pogroms”, de Andrew Joyce). Com base em relatos dispersos, o total teria sido da ordem de alguns milhares, no máximo. E ainda assim, o número de 6 milhões se repetia constantemente, como uma espécie de símbolo do sofrimento judaico em massa. Isso preparou o terreno para o segundo holocausto, da Primeira Guerra Mundial, como estou prestes a explicar. E isso, claro, torna “o” Holocausto da Segunda Guerra Mundial o terceiro holocausto. Uma reviravolta bastante notável que dificilmente será abordada na sua aula local de história.
Como mencionei acima, a Primeira Guerra Mundial começou em julho de 1914. Já em dezembro daquele ano, estávamos lendo relatos de sofrimento em massa dos judeus — e podemos adivinhar o número. O New York Times informou o seguinte:
“Apelo por ajuda para judeus: Comitê Americano fala sobre o sofrimento devido à guerra. O Comitê de Ajuda Judaica Americana convocou uma conferência… para considerar a situação de mais de 6.000.000 de judeus que vivem dentro da zona de guerra.” (2 de dezembro, p. 12)
A “zona de guerra” em questão era a Frente Oriental, que atravessava partes da atual Polônia, Ucrânia, Áustria e Hungria, além de partes do oeste da Rússia. Apenas um mês depois, o Times noticiou,
“No mundo de hoje, há cerca de 13.000.000 de judeus, dos quais mais de 6.000.000 estão no coração da zona de guerra; judeus cujas vidas estão em jogo e que hoje estão sujeitos a todo tipo de tristeza e sofrimento.” (14 de janeiro, p. 3)
Um ano depois, lemos que o chefe de uma sociedade judaica de ajuda declarou que “nem mesmo as injustiças dos belgas poderiam ser comparadas às atrocidades infligidas contra os judeus poloneses.” Quase seis milhões de judeus estão arruinados, na maior miséria moral e material. … E o mundo está em silêncio’.”[15] E caso tivéssemos esquecido, o Times logo nos lembraria que, de fato, essa situação horrível constituía… um holocausto. Em outubro, uma organização judaica — o Comitê Conjunto de Distribuição de Fundos para Judeus Sofrendo em Guerras — lançou uma campanha de 10 milhões de dólares com estas palavras:
“A nova campanha é a maior já realizada por judeus dos Estados Unidos…. o dr. Judah Magnes pôde [apurar] as necessidades atuais do povo judeu na Europa, que padeceu sob a praga do holocausto mundial.” (29 de outubro, p. E9)
Em 1917, a guerra evoluiu para uma espécie de impasse, com as infames trincheiras definindo grande parte do front. Apesar do aumento das fatalidades de todos os lados, o número de judeus sofrendo permaneceu notavelmente constante: “Seis milhões [sic] de judeus vivem em terras onde são oprimidos, explorados, esmagados e privados de todos os direitos humanos inalienáveis.”[16] Em setembro daquele ano, o Times já estava reportando um apelo por um fundo de ajuda,
“para aliviar o sofrimento dos judeus nas zonas de guerra europeias… [cujo] sofrimento é incomparável [!] na história. … mulheres, crianças e bebês devem ser salvos se a raça judaica quiser sobreviver ao terrível holocausto…” (24 de setembro, p. 20)
Mais uma vez, vemos a conexão repetida entre o ‘holocausto’ e ‘seis milhões’ de judeus sofrendo.
Em meados de outubro de 1918, estava ficando claro — pelo menos para a equipe do New York Times — que a guerra estava prestes a acabar. Por isso, eles reportaram animadamente sobre um surpreendente “fundo de 1 bilhão de dólares para reconstruir o judaísmo” (18 de outubro, p. 12).[17] Acontece que, daqueles “seis milhões” de judeus que sofriam, passavam fome e morriam no “holocausto” — bem, milagrosamente, todos sobreviveram. E eles precisavam de dinheiro. “Seis milhões de almas precisarão de ajuda para retomar a vida normal quando a guerra acabar”, lemos. Envie seus cheques agora.
Holocausto entre guerras?
Mal a Primeira Guerra Mundial terminou, nosso sempre industrioso Lobby Judaico voltou a trabalhar, evocando ainda mais sofrimento judaico. Em setembro de 1919 — menos de um ano após a guerra — o New York Times reportava o renovado sofrimento em massa dos judeus, agora na Polônia e na Ucrânia. Em uma matéria intitulada “Judeus Ucranianos Tentam Deter Pogroms”, lemos, sem surpresa agora, que “6.000.000 estão em perigo.” Aparentemente, metade deles está na Polônia, metade na Ucrânia, mas “todos eles precisam de ajuda dos Estados Unidos.” Segundo a matéria, o presidente Wilson havia emitido recentemente uma declaração de preocupação na qual disse:
“Esse fato de que a população de 6.000.000 de almas na Ucrânia e na Polônia foi notificada por ação e por palavra de que seria completamente exterminada — esse fato se apresenta ao mundo inteiro como a questão central do momento.” (8 de setembro, p. 6)
Com certeza.
Para que não possamos esquecer, essa situação foi rapidamente descrita como, sim, um “holocausto”. Em um dos artigos mais covardes e bajuladores já escritos por um político não judeu, o ex-governador de Nova York, Martin Glynn, publicou um ensaio para o American Hebrew em outubro de 1919, intitulado “A Crucificação dos Judeus Deve Parar!” Lemos, em parte:
“Do outro lado do mar, seis milhões de homens e mulheres nos clamam por ajuda, e oitocentas mil crianças choram por pão…. Com eles residem as possibilidades ilimitadas para o avanço da raça humana, como naturalmente residiria em seis milhões de seres humanos. … Nesta catástrofe, quando seis milhões de seres humanos estão sendo levados ao túmulo por um destino cruel e implacável. … Seis milhões de homens e mulheres estão morrendo por falta do necessário para viver; oitocentas mil crianças choram por pão. … Neste ameaçado holocausto da vida humana, esquecidas são as sutilezas da distinção filosófica…. E assim, no espírito que transformou a oferta votiva de cobre da pobre viúva em prata… o povo deste país é chamado a santificar seu dinheiro doando 35 milhões de dólares em nome da humanidade de Moisés a seis milhões de homens e mulheres famintos. Seis milhões de homens e mulheres estão morrendo…” [itálico adicionado]
Um ato de servilismo verdadeiramente deplorável, sem dúvida alguma. Claramente, Glynn devia muito aos seus apoiadores hebreus.
No mês seguinte, o NYT noticiou sobre o proeminente banqueiro judeu Felix Warburg, que havia viajado recentemente para a Europa para testemunhar o sofrimento em primeira mão:
“Os golpes sucessivos dos exércitos em conflito praticamente quebraram as costas do judaísmo europeu, reduzindo a uma pobreza, fome e doença tragicamente inacreditáveis cerca de 6.000.000 de almas, ou metade da população judaica da Terra.” (12 de novembro, p. 7)
A trama persistiu nos anos seguintes:
* Abril de 1920: “O Sr. Louis Marshall declarou que o tifo ameaçava 6.000.000 de judeus da Europa.”[18]
* Maio de 1920: “Fome, trapos frios, desolação, doença, morte — seis milhões de seres humanos sem comida, abrigo, roupas…”
* Julho de 1921: “Os 6.000.000 de judeus da Rússia enfrentam extermínio por massacre” (novamente!).
* Setembro de 1924: “1.235 Pogroms” na União Soviética; “A população judaica, que na Rússia conta com mais de 6.000.000, vive dispersa. … [Os eventos] submeteram os judeus a um sofrimento maior do que qualquer outra parte da população russa.”
E assim por diante. Mas o ponto está comprovado. Por uma longa série de circunstâncias incríveis e inacreditáveis, seis milhões de judeus sofreram perpetuamente várias encarnações de um “holocausto” por décadas antes da Segunda Guerra Mundial. Essas referências diminuíram ao longo da década de 1930, mas aceleraram novamente com a aproximação da segunda grande guerra. Várias menções aos “seis milhões” apareceram entre 1936 e 1939. Com o início da guerra em setembro de 1939, as previsões tornaram-se explícitas. Em junho de 1940, o importante sionista Nahum Goldmann foi citado dizendo: “Seis milhões de judeus na Europa estão condenados à destruição, se a vitória dos nazistas for final.”[19] Que previsão impressionante! Como Goldmann poderia saber, naquela data tão precoce, do número final de mortos? A premonição judaica nunca deixa de surpreender.
Conclusões
Os fatos aqui são claros e indiscutíveis. O leitor é fortemente incentivado a pesquisar algumas das antigas citações do New York Times que mencionei, para confirmar que as palavras realmente estão lá. Quase qualquer mecanismo de busca online ou banco de dados de pesquisa de bibliotecas local pode encontrá-los. Eles são altamente condenatórios. Nossos amigos do lobby judaico não têm resposta plausível, nenhuma defesa razoável, nenhuma boa explicação; eles são capazes apenas de abafar toda a discussão. E é exatamente isso que eles fazem.
Há lições claras aqui para a história. Se seis milhões de judeus sofreram, mas muito poucos morreram, no primeiro holocausto (Rússia), e se outros seis milhões sofreram, mas muito poucos morreram, no segundo holocausto (Primeira Guerra Mundial), então poderíamos razoavelmente inferir, por lógica indutiva, que talvez o suposto total no terceiro Holocausto (Segunda Guerra Mundial) tenha sido—digamos—não exatamente correto. Especialmente considerando os fatos que mencionei logo no início deste ensaio. Também podemos inferir plausivelmente que o número alegado de ‘seis milhões’ da Segunda Guerra Mundial não veio de uma contagem de corpos — não veio — mas sim de um número simbólico, um símbolo usado ao longo de muitos anos para representar o sofrimento judaico em massa. Como número real de mortos, pode estar muito distante da realidade.
E se tudo isso for verdade, então há consequências profundas. Primeiro, precisamos reescrever significativamente nossa história da metade do século XX; segundo, devemos responsabilizar todos aqueles historiadores e políticos, judeus ou não, que nos impuseram uma imagem distorcida do sofrimento humano; e terceiro, precisamos recompensar a Alemanha, Suíça, Bélgica e todos aqueles que foram extorquidos a pagar bilhões em “reparações” a Israel e ao judaísmo global. Não é difícil encontrar o dinheiro; só os judeus americanos possuem ou controlam talvez 50 trilhões de dólares em bens, e isso contribuiria muito para uma justiça restaurativa.[20] Temos os meios. Só precisamos reunir a vontade para agir.
Artigo original aqui
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[1] Essas supostas câmaras de gás que mostram aos turistas no Campo Principal de Auschwitz, Majdanek e Dachau são reconstruções do pós-guerra e jamais poderiam ter funcionado como locais de massacre usando gás venenoso. Veja meus livros para mais detalhes.
[2] Como citado no “estudo clássico” da guerra de Fay, The Origins of the World War (1928), p. 552.
[3] Para esta história, veja meu livro Eternal Strangers (2020).
[4] Citado em Wheen, Karl Marx (1999), p. 340.
[5] 10 de fevereiro, p. 14.
[6] 26 de janeiro, p. 8.
[7] 11 de junho, p. 7. Curiosamente, o New York Times era, nessa época, formalmente um jornal judaico; Adolph Ochs comprou a empresa em 1896. Desde então, manteve a propriedade e a administração judaica.
[8] 10 de novembro, p. 2.
[9] 23 de março, p. 7.
[10] 25 de março, p. SM6.
[11] 11 de abril, p. 18.
[12] 31 de outubro, p. 5.
[13] Citado em Vaksberg, Stalin Against the Jews (1994), p. 6.
[14] Citado no Herzl Year Book, vol. 2 (1959), p. 156. O autor do capítulo comenta explicitamente sobre a “precisão surpreendente” de Nordau.
[15] 28 de fevereiro, p. 8.
[16] 22 de janeiro, p. 6.
[17] Em valores atuais, isso somaria quase 20 bilhões de dólares.
[18] Notavelmente, foi o tifo que provavelmente causou a maior parte das mortes judaicas durante a Segunda Guerra Mundial.
[19] 25 de junho, p. 4.
[20] Veja meu ensaio, “Um breve olhar sobre a riqueza judaica” (2019). Mas a situação se tornou ainda mais extrema devido à pandemia de Covid, durante a qual bilionários judeus da tecnologia prosperaram imensamente. Apenas os cinco judeus americanos mais ricos — Larry Ellison, Larry Page, Sergey Brin, Mark Zuckerberg e Michael Bloomberg — agora possuem mais de meio trilhão de dólares. Precisamos refletir sobre isso por um momento: cinco homens individuais, cinco judeus, possuem coletivamente mais de 500 bilhões de dólares. Quando consideramos então a riqueza total dos cerca de seis milhões de judeus americanos, é bastante fácil alcançar 50 trilhões de dólares, ou mais.










Como assim ?? O “7/10” ainda não chegou naquela cifra cabalística ?! 😉