Murray Rothbard foi um gênio. Contando as suas contribuições na economia, na história, na filosofia política, na estratégia e até no comentário cultural, deixou a este mundo uma imensidão de ideias extraordinárias. Poderíamos passar anos lendo a sua obra e, ainda assim, não a esgotar por completo.
O que verdadeiramente distinguia Murray de tantos dos seus pares era a sua dedicação a transformar as suas ideias em ação. É essa dedicação que sempre esteve no cerne da missão do Instituto Mises Portugal e, graças à generosidade de doadores e voluntários pelo mundo fora, as obras de Murray estão hoje acessíveis a mais pessoas do que nunca, em diversos formatos e em múltiplas traduções.
Este ano seria celebrado o seu 100º aniversário, e estamos a prestar homenagem especial ao seu legado ao longo de todo o ano. Gostaríamos de saber o que ele pensaria do mundo em 2026 — os governos democráticos em declínio acentuado, a liberdade de expressão cada vez mais condicionada, conteúdos alternativos e até subversivos circulando livremente — temos a sorte de contar com uma rede global de rothbardianos que continua a sua batalha contra o estado.
Murray gostava de dizer que, na luta pela liberdade, era um pessimista a curto prazo e um otimista a longo prazo, e que a pior coisa que poderia acontecer a qualquer movimento intelectual seria perder a esperança ou, pior ainda, vender-se por ganhos imediatos. Isso nunca acontecerá aqui. O Instituto Mises Portugal partilha a crença inextinguível de Murray no triunfo final da liberdade.
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