A implacável máquina de propaganda e publicidade do covidianismo

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O atual regime de governo mundial, a covidocracia — sistema baseado na histeria e no medo irracional das massas por um vírus, deliberadamente abastecidos pela mídia mainstream e usados de forma oportunista pela classe política, sempre ávida por pretextos para aumentar e expandir os seus poderes —, conta com uma máquina de propaganda nunca antes vista na história. Toda essa propaganda não tem outro propósito ou objetivo, senão o de doutrinar paulatinamente a população e sujeitar as massas ao sistema, deixando-as plenamente obedientes.

De fato, podemos alegar afirmativamente que o governo mundial covidocrático existe porque os seus alicerces de apoio — o medo, o pânico e a histeria irracional das massas — são sustentados diuturnamente pela mais eficiente campanha de propaganda e publicidade já vistas na história. E é justamente toda essa propaganda nefasta, perniciosa, enganosa, irrealista e deliberadamente exagerada que mantém a covidocracia, lhe dá sustentação, legitimidade e apoio popular. Um apoio popular baseado inteiramente no medo; um medo histérico e irracional, que não encontra base factual na realidade. Quando falamos da covidocracia, portanto, estamos falando de propaganda a um nível ostensivamente exacerbado. De fato, como diz o velho ditado, a propaganda é a alma do negócio.

Sabemos perfeitamente que a propaganda covidiana é incessante, não para nunca. De fato, a mídia mainstream abraçou com fervor e veemência a causa do covidianismo, para — aparentemente — nunca mais abandoná-la. Ela veicula informações sobre a histeria coronazista 24 horas por dia, sem cessar.

Nem um pouco inovadora — muito pelo contrário —, a propaganda coronazista é baseada em um sistema de sugestões e repetições incessantes, típica de regimes totalitários. O propósito é induzir o medo na população, que por sua vez produzirá os desejados efeitos de sujeição e subserviência.

Fique em casa. Sinta medo. Permaneça apavorado. Novas mutações do vírus estão surgindo. Use máscara. Use duas máscaras, uma por cima da outra. Especialistas sabem o que é melhor para você e sua família. Obedeça-os incondicionalmente. Não questione. Novas restrições são necessárias. O comércio só pode funcionar em determinados horários. Precisamos evitar aglomerações. Não saia de casa. Fique em quarentena eterna. Passe álcool gel constantemente. Sinta medo. Sinta ainda mais medo. Abrace a histeria. Sinta o pânico. Fique paralisado de pavor. Você pode contrair o vírus e morrer. As UTI’s estão lotadas. Não pense, não raciocine, apenas obedeça. Deixe a covidocracia pensar por você, raciocinar por você, tomar decisões por você e governar você.

Suscetíveis a toda essa maciça e deplorável propaganda bestial, as massas simplórias, impressionáveis e facilmente manipuláveis simplesmente obedecem, acreditando que tudo aquilo que passa na televisão é verdade. Mas não é. A covidocracia é um regime totalitário inteiramente baseado em um radical, eficiente e incessante trabalho de propaganda e publicidade — possivelmente o mais maciço e implacável da história —, cujo principal trabalho é disseminar o medo, o pavor e o pânico nas massas.

Na prática, a covidocracia não passa de uma despótica, opressiva e maléfica tirania; não obstante, um dos grandes objetivos do regime é dissimular sua natureza, para não parecer aquilo que ele efetivamente é — um opressivo e tirânico regime totalitário. Por essa razão, é fundamental doutrinar as massas através de um sofisticado esquema de lavagem cerebral, muito bem executado, que tem por finalidade enganar as pessoas, comprometendo sua capacidade de raciocínio, para que elas sejam totalmente incapazes de analisar e compreender a realidade objetiva de acordo com os seus parâmetros fundamentais. Por essa razão, é evidente que um dos objetivos da covidocracia — sendo esta a principal tarefa da máquina de propaganda do regime — é alterar a percepção de realidade dos seus vassalos.

O que é necessário fazer para um regime totalitário parecer um governo democrático legítimo? Os dirigentes políticos criam uma crise, e alegam que a erradicação de liberdades individuais inalienáveis impostas verticalmente pelo governo são medidas necessárias para mitigá-la, com o objetivo de preservar a ordem social vigente e o bem comum. Eles também afirmam que todas as restrições são temporárias.

Posteriormente, no entanto, eles criam novas contingências que prolongam a crise. Essas novas urgências, no entanto, acabarão invariavelmente com o governo arregimentando e estendendo cada vez mais os seus poderes. Aí a máquina de propaganda responsável pela manutenção do sistema é mais uma vez acionada, para doutrinar as massas, legitimar a “necessidade” das ações adotadas e mostrar como são corretas, gentis e protetoras todas as medidas instauradas pelo governo para gerenciar a crise — que ele mesmo prolonga, estende indefinidamente e trabalha ativamente para que jamais termine.

Não obstante, muito mais do que a suposta “eficiência” das medidas adotadas, o governo sabe perfeitamente que a propaganda é o elemento fundamental para pacificar as massas e deixar todos os cidadãos em completa e total sujeição ao sistema. Na verdade, o governo não precisa fazer nada, se a propaganda disser que ele fez tudo. De fato, o governo não precisa fazer absolutamente nada. Se a propaganda transmitir a mensagem de que o governo fez tudo de forma resoluta, eficiente e impecável, as pessoas acreditarão nisso, porque sempre serão mais suscetíveis à propaganda do que aos resultados em si, assim como sempre serão muito mais suscetíveis à narrativa oficial do regime do que a própria realidade prática.

Na verdade, se o governo quisesse, poderia afirmar que o Sol tem coloração preta e o céu na verdade é verde. Embora isso não seja verdade, se a propaganda estatal repetisse essas falsidades incessantemente, sem parar, em pouco tempo as pessoas  passariam a acreditar nelas. E quem ousasse contestá-las — ao apontar para o céu falando que na verdade o sol é amarelo e o céu é azul —, seria, em um primeiro momento, considerado um louco excêntrico, e posteriormente, um sujeito perigoso e subverviso, por ousar divergir do sistema e dos padrões estabelecidos pelo governo.

Isso comprova o que declarou certa vez Joseph Goebbels — ministro da propaganda do regime nazista —, que em determinada ocasião falou: “Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade”. Governos sabem disso e usam esse elemento a seu favor. Eles sabem que a verdade é frágil, vulnerável, suscetível a distorções e pode ser facilmente manipulada ou até mesmo suprimida. A covidocracia, no entanto, teve o distinto mérito de potencializar essa sordidez ao extremo, ao transformar uma mentira em um espetáculo político e sanitário de proporções globais.

No caso da covidocracia, a propaganda oficial do sistema tem três funções primordiais:

1) Doutrinar a população

2) Deixar os cidadãos totalmente subservientes ao sistema, induzindo-os a complacência

3) Afastar as pessoas da realidade objetiva, para fazê-las enxergar as coisas — não como elas realmente são, mas — de acordo com a vontade do sistema

Quando o assunto é a doutrinação, portanto, o sistema será invariavelmente implacável, pois precisa fazer as pessoas aceitarem a perda das liberdades individuais com passividade, sem provocar reações maciças de cólera ou grande indignação popular. Ou seja, a tirania precisa de prerrogativas “benévolas”, “altruístas” e “convincentes” para prevalecer; portanto é essencial passar a impressão de que a erradicação das liberdades individuais é necessária e se destina a atingir um bem maior, que no presente caso consiste em preservar a saúde pública e salvar vidas — essa é a narrativa oficial do sistema. Persuadidas, portanto, de que o governo age de acordo com os interesses do coletivo, a população obedece, porque julga que todas as medidas restritivas adotadas são necessárias e estão sendo implementadas para o seu próprio bem.

Nada, no entanto, poderia estar mais longe da verdade. A covidocracia não existe para salvar vidas ou resguardar a saúde da população. A maciça e implacável campanha de propaganda e publicidade que doutrina as massas diariamente serve apenas para subjugá-las, condicionando-as a serem totalmente subservientes ao sistema.

Todo regime totalitário precisa de uma prerrogativa consistente, um motivo válido que justifique a sua existência. A narrativa oficial do establishment exige um inimigo, especialmente quando o sistema político implementa oficialmente um regime autoritário. Na ditadura maoísta, os inimigos eram os burgueses capitalistas que exploravam o pobre povo chinês. Na ditadura fascista de Franco, os inimigos eram os ardilosos e perigosos comunistas que queriam dominar o país. Para a ditadura norte-coreana da dinastia Kim, o grande inimigo é o imperialismo americano.

Agora, no entanto, o inimigo não é uma ideologia política contrária ao establishment ou um grupo armado de guerrilheiros desesperados para tomar o poder. A covidocracia inovou nessa área ao colocar um vírus como o terrível inimigo a ser combatido, algo que unirá toda a humanidade em um maciço esforço de colaboração coletiva, para acabar com o perigo invisível. Isso é muito mais eficiente. Um vírus não pode ser sumariamente eliminado ou completamente vencido. Portanto, essa narrativa fornece prerrogativas perfeitas e incontestáveis para que a crise nunca termine, e possa assim ser prolongada indefinidamente.

Dessa forma, estados e governos tem pretextos aparentemente plausíveis para reclamarem cada vez mais poder, e assim expandir sua capacidade de atuação e intervenção sobre a sociedade de forma supostamente legítima — e com total apoio popular —, alegando que isso está sendo realizado para promover o bem-estar e a segurança geral da população.

Ostensivamente doutrinada e atemorizada pelo medo constante de perder a vida — e profundamente grata pelo fato do governo estar tão disposto a ajudar —, a população irá prontamente ceder e obedecer a todas as exigências. A propaganda incessante do regime serve como uma máquina programada para manter as engrenagens do pavor em atividade, de forma onipresente em toda a sociedade, na manutenção incessante do medo, da aflição e do pânico, que são elementos indispensáveis para que a covidocracia funcione, sujeitando assim toda a população, fazendo com que todas as pessoas sejam plenamente obedientes ao totalitarismo covidiano.

No presente caso, o medo está intimamente associado à obediência. A obediência, por sua vez, é encarada como fundamental para a preservação da vida. E a preservação da vida depende da obediência incondicional dos cidadãos ao governo e às suas diretrizes sanitárias. A doutrinação da covidocracia, portanto, possui uma dependência intrínseca com relação ao medo, que serve como o elemento fundamental para subjugar a população e deixá-la em completa e total sujeição ao sistema. O medo, por sua vez, foi tão absorvido pelas massas que as pessoas sãs, inteligentes e de espírito livre que não usam máscaras e tentam viver suas vidas normalmente são encaradas como transgressoras pelas pessoas subservientes ao regime.

O medo, a excessiva cautela e a obediência incondicional se transformaram em virtudes. E quem não demontra essas “virtudes” é frequentemente encarado como um elemento subversivo, alguém que coloca em risco a saúde pública. Na verdade, as únicas “transgressões” das quais as pessoas livres podem ser consideradas culpadas são a de não terem aderido a histeria coletiva e terem plena consciência de que o teatro político global que encena a falsa pandemia de coronavírus está na verdade ocupado em sustentar e perpetuar uma colossal e criminosa fraude de proporções mundiais.

O medo, por sua vez, é inoculado nas massas através de doses maciças de doutrinação midiática, que são ministrados de forma ininterrupta. Expostas à nociva propaganda de medo e de pânico do sistema de forma permanente — 24 horas por dia, praticamente —, as pessoas são lembradas constantemente de que elas devem ficar apavoradas e amedrontadas, em face do “perigo iminente”. Não obstante, ao mesmo tempo elas também são lembradas de que o governo gentil, bondoso, eficiente, sagaz e diligente ao qual elas servem está trabalhando incessantemente para solucionar todos os problemas de saúde pública que afligem a sociedade. No presente caso, os governos covidocráticos prometem aos cidadãos vacinas oriundas de diferentes partes do mundo, que trazem consigo a promessa de mitigar o terrível problema da pandemia, que aflige a sociedade de forma “severa” e “excruciante”, de acordo com os boletins recorrentes da mídia.

Não obstante, depois do processo de imunização em massa, o sistema criará novas prerrogativas e inventará novas adversidades, com o objetivo de manter o status quo — porque jamais desejará abdicar de todo o poder conquistado com a crise fabricada e ardilosamente mantida por ele. Muito pelo contrário, os governos coronazistas sempre estarão criando novos pretextos para acumular cada vez mais poder.

Sem dúvida nenhuma, a covidocracia alegará que novas variantes do vírus tornarão necessárias novas doses da vacina, e possivelmente um esquema de imunização periódica será estabelecido em breve. O que não faltam são indícios consistentes que mostram efetivamente que a covidocracia global tomará esse caminho. Notícias de mutações do vírus já estão sendo alardeadas e exploradas pela mídia como um novo recurso para aterrorizar a população.

Consequentemente, toda a propaganda do sistema será invariavelmente modificada para condicionar as massas a obedecerem de forma servil às novas exigências do regime. Tudo em nome do bem comum, do bem-estar geral e da preservação da vida e da saúde pública. Por essa razão, o medo, o pavor e o pânico continuarão sendo os elementos fundamentais da covidocracia — seus alicerces inalienáveis e insubstituíveis —, que mantém as massas dóceis como cordeirinhos, sob total controle do sistema.

Lamentavelmente, as massas, em sua deplorável letargia e escravidão mental, não perceberam que — em função de sua deplorável e infantil subserviência —, acabaram soterradas em um autoritário e tirânico ciclo vicioso. O estado nunca mais deixará a sociedade ser livre. A covidocracia sempre estará criando novas ameaças para difundir o pânico, o pavor e o medo entre a população, com o objetivo de aterrorizar os cidadãos, para deixá-los plenamente obedientes à ditadura coronazista. Ostensivamente amedrontadas diante da propaganda do medo, todos obedecerão incondicionalmente às autoridades políticas, sem se atrever a contestar ou questionar.

Na covidocracia — como em qualquer regime totalitário — a propaganda é fundamental para a manutenção do sistema. Especificamente nesse caso, possivelmente muito mais do que em qualquer outro, a propaganda é realmente a alma do negócio.

Ser governado ou não pela covidocracia dependerá do quanto você é intelectualmente independente do sistema. O pensamento autônomo e individual é o que mais assusta uma tirania totalitária e deixa as massas subjugadas extremamente histéricas e encolerizadas. O regime detesta dissidentes e as massas odeiam indivíduos virtuosos, que contestam, questionam e pensam por si mesmos. Para aqueles que não são influenciados, coagidos ou atemorizados pela propaganda oficial do regime coronazista, a liberdade já é uma virtude inalienável.

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