A mudança constante da narrativa

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Uma das ferramentas que os psicopatas usam para manter suas vítimas desequilibradas, confusas e incapazes de entender que estão sendo vitimizadas é a mudança constante da narrativa. Sequencialmente eles mudam de assunto, para que sua vítima nunca tenha a chance de terminar de lidar com um antes de ter que lidar com outro.

Considere a forma como a narrativa sobre “vacinas” mudou.

A princípio, a narrativa bradou que essas “vacinas” milagrosamente desenvolvidas na velocidade da luz acabariam com a “crise” (entre aspas para enfatizar a falsidade do uso da palavra crise no caso de uma doença que mais de 99,8% daqueles que a pegam se recuperam) assim.

Estamos salvos! Libertação! Temos nossas liberdades de volta!

Foi-nos assegurado – com uma certeza de “95%” – pelo psicopata supostamente no comando, aquele João Bidê, que aqueles que foram “vacinados” – apenas uma vez, você deve se lembrar – não poderiam pegar ou transmitir a doença.

Essa mentira fez com que milhões fossem voluntariamente se “vacinar” nos primeiros meses de 2021. Muitos deles provavelmente teriam pensado duas vezes se soubessem a verdade de antemão.

Agora eles sabem que a vacina que tomaram – não é uma vacina – não conferiu a imunidade que pensavam estar recebendo. A coisa especificamente apregoada por aquele Bidê.

Mesmo que você tenha tomados três ou quatro doses das “vacinas”.

As pessoas começaram a fazer perguntas atrevidas. A principal é – por que devo tomar uma “vacina” que não me imuniza contra ficar doente? E qual é o sentido de uma “vacina” que não impede a propagação da doença?

Mude de assunto – rapidamente.

As “vacinas” reduzem a gravidade da doença. Quem é “vacinado” – repetidas vezes – ainda pode ficar doente, é verdade.

Mas os psicopatas que empurram a nova narrativa dizem que é menos provável que você fique gravemente doente (o quão menos provável – dada a taxa de recuperação estabelecida de 99,8 e poucos por cento para os não-vacinados – é um problema de matemática aparentemente pesado demais para ser solucionado) se você apenas toma as injeções.

Plural – e em andamento.

Nunca termina.

Em tempos passados normais, essa mudança de definições (e apenas confie em nós, só mais esta vez) equivaleriam as promessas de um conhecido passador de cheques sem fundo de que o cheque que ele acabou de preencher para você não será devolvido, desta vez. Sim, pode acreditar! O dinheiro está no banco.

Pode ter certeza.

Quantos aceitariam um segundo cheque de um conhecido passador de cheques sem fundo? Pode confiar, o cheque não vai voltar, desta vez. Ou talvez da próxima vez. Não, espere. Tudo bem se você aceitar que um “cheque” significa que você pode ser pago. Talvez não seja o valor nominal total, mas algo é melhor do que nada, hein?

As vacinas imunizam. Isto é inequívoco. Ou elas imunizam – ou elas não imunizam.

Se não imunizam, então o argumento para tomá-las é muito mais fraco. Especialmente se ao tomá-las se assume o risco de potenciais consequências mais graves do que a doença contra a qual não estão sendo imunizados.

Não existe argumento moral para forçar alguém a tomá-las. O argumento seria o mesmo para forçar as pessoas a se exercitar e seguir bons hábitos alimentares, o que também reduz a gravidade (e a probabilidade) da doença. E que também abordaria o argumento secundário apresentado pelos traficantes de “vacinas” sobre hospitais “sobrecarregados”. Que estão “sobrecarregados” com pessoas que não se exercitam e têm péssimos hábitos alimentares. Fazer com que elas percam peso e se exercitem seria muito mais “seguro” – e muito mais “eficaz” – do que forçar pessoas saudáveis ​​a aceitar serem injetadas com uma “vacina” que não imuniza. De novo e de novo e de novo outra vez. Não importa quanto tempo demore para não funcionar.

“Vacinas”  . . . “Mudanças Climáticas” . . .

Há um brilho sombrio na ambiguidade proposital desses termos. Eles podem significar o que aqueles que os disseminam querem que eles signifiquem em um determinado momento – e não há uma maneira clara de refutar o que não possui um significado específico.

Até que ponto, exatamente, o “clima” está mudando? Como, precisamente? Qual é o mecanismo, especificamente. Você pode me mostrar os dados? Não importa nada disso. Ele só está . . . mudando.

Mais quente hoje, mais frio amanhã.

De qualquer forma – e em qualquer grau – é sempre evidência de “crise”. Um que nunca acaba. Não importa o que não aconteça – ou aconteça. Porque algo está sempre acontecendo. E isso tem que ser interrompido.

Assim como o “espalhar”.

Magnífico, não é?

Tome esta “vacina”. Isso reduzirá as chances de você ficar gravemente doente. Em que grau, exatamente? Por quanto tempo? Quantas “vacinas” terei que tomar?

Não importa nada disso. Basta tomar a “vacina”. . . e esta também. E então a próxima. O fato de que a última não o impediu de adoecer não significa que esta não o impedirá de adoecer.

Uma especificidade significativa – como em uma vacina que confere imunidade ou não, e um clima que está aquecendo ou esfriando perigosamente e por razões não naturais – é precisamente o que os psicopatas sedentos de poder querem que seja retirado da mesa porque fornece o alvo com uma base para se avaliar – e refutar – as alegações sempre mutáveis feitas pelo psicopata.

Essas alegações não têm fim porque não há fim para o desejo demoníaco do psicopata de manter sua vítima perpetuamente tentando acompanhar, tentando desesperadamente descobrir como lidar com a última alegação enquanto simultaneamente tenta estruturar um contra-ataque a afirmação anterior. E assim vai.

Para sempre, se a vítima permitir.

 

 

Artigo original aqui

Leia também A narrativa Covid é insana e ilógica … e talvez não seja por acaso.

1 COMENTÁRIO

  1. Muito bom! o escritor foi cirúrgico
    Somente uma pequena minoria de dissidentes – nem todos que são contra a ditadura nazicovidiana fazem isso em termos morais ou psicológicos, mas simplesmente por terem medo -, percebe esses complexos, sofisticados e brutais mecanismos de manipulação das grandes massas. Como convencer alguém que os sujeitos que querem somente o nosso bem que na verdade, são psicopatas prontos para destruir o mundo? o que no caso em questão é diminuir a população mundial?

    Esse aperta e assopra é bem desgastante para todas as pessoas submetidas a psicopatas. O sentimento é exatamente o mesmo de alguém que sofre esta violência psicológica individualmente, só que neste caso. estamos falando de algo afeta o inconsciente coletivo. E o que é mais trágico, é que as pessoas nesse delírio psicótico acabam atacando aquelas que querem dar um basta nisso, ou seja, é a tiazinha da esquina ou o vizinho supostamente boa praça que te chamam de negacionista. Escreveram um um livro sobre o mecanismo que altera a mente das pessoas ao ponto delas perderam toda a moral: “Os carrascos voluntários de Hitler”

    Essa ditadura está durando muito tempo. Se pudermos comparar com os milicos de 64, são 100 anos concentrados em pouco mais de dois anos. Eu procuro sempre a paz, afinal defendo a ética libertária. Mas estou achando que a minha tolerância está baixando. Eu entro de máscara onde sou obrigado, mas quando vou sair, eu tiro. Mesmo eu sendo um dissidente, ás vezes me passa um filme na cabeça: um guarda mandando eu colocar a máscara quando eu estou me dirigindo a porta e eu esfaqueando o pobre trabalhador até a morte.

    Credo. Não vai acontecer, mas eu acho que Deus irá me punir por esses pensamentos. É por isso que cada vez mais eu quero que esses nazicovidianos se explodam. Desejar o mal para os agressores originais não viola a propriedade de ninguém…