A sociedade da sinalização de virtudes

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Uma análise de como o covidianismo expôs a vaidade, a hipocrisia e o narcisismo das massas 

Atualmente, graças ao covidianismo, as massas estão mais virtuosas do que nunca. Ou ao menos pensam que estão. Com a possibilidade de exibir publicamente — e até mesmo nas redes sociais — todos os símbolos de adesão à seita covidiana, muitas pessoas realmente passaram a acreditar que elas são exemplos humanitários de virtudes extraordinárias, expressões máximas da abnegação, da benevolência e do altruísmo. Hoje, usar uma máscara em praticamente qualquer lugar equivale a transmitir a seguinte mensagem: “olhe só, sou tão benevolente e me importo tanto com as pessoas que faço o enorme sacrifício de obstruir minha respiração para que todos possam ficar seguros”. Como se o simples ato de respirar livremente representasse um risco real à vida e a saúde dos seres humanos.

É claro, supondo que máscaras servissem para alguma coisa — além de prejudicar aqueles que as usam —, elas são um artefato psicológico capaz de provocar uma enorme anestesia coletiva, que deixa todas as pessoas incapazes de raciocinar sobre a real utilidade do utensílio. A verdade é que nenhum ser humano minimamente decente usaria uma máscara a não ser que fosse absolutamente necessário, e uma máscara que realmente tivesse algum efeito prático de proteção, não sendo um mero adorno de adesão coletiva a uma seita, cuja segurança não passa de uma sensação de efeito puramente psicológico.

Na prática, as máscaras descartáveis utilizadas atualmente pelas massas de covidianos novos normais não passam de um artefato coletivo de submissão a uma ideologia específica, que carrega em si uma identidade autoritária tão forte quanto a foice e o martelo comunista ou a suástica nazista. Ou seja, a máscara é simplesmente a expressão visual do autoritarismo do novo normal.

Pessoas que não aderiram ao covidianismo e observam esse espetáculo fúnebre de fora entenderam muito bem que as máscaras na verdade representam tanto a submissão do indivíduo a um sistema totalitário, quanto a sua alienação intelectual, além de representarem o poder de manipulação das massas pelos grupos poderosos que estão no topo da pirâmide. De maneira que elas são efetivamente um símbolo grotesco de humilhação e servidão, e as elites que impuseram o seu uso compulsório às multidões de quase todos os países do mundo devem se divertir ao contemplar o macabro espetáculo de submissão coletiva que infligiram à humanidade, capaz de se humilhar coletivamente em uma deplorável condição de servidão latente sem oferecer qualquer hesitação. E para piorar, as massas estão constantemente implorando e suplicando por mais escravidão, como se todo o nível de subserviência a que foram submetidas não fosse deplorável e degradante o suficiente.

Lamentavelmente, vimos os seres humanos renunciarem à sua própria dignidade, sem nem mesmo compreender como foram reduzidos a uma condição de animais irracionais, que são tratados como um grande rebanho de criaturas estúpidas por seus donos. Mas não espere que as pessoas despertem deste hediondo e sinistro pesadelo distópico. Elas estão ocupadas demais sinalizando suas virtudes aonde quer que vão.

Um fenômeno hilário desta tragédia global virou febre nas redes sociais, quando os integrantes da seita passaram a publicar em seus respectivos perfis fotos do momento da vacinação. Claro, ostentando a máscara, isso quando não estavam com protetores faciais de acrílico. Depois, todas essas pessoas publicavam também a foto da carteirinha de vacinação, com direito a todas as frases de efeito e hashtags militantes na descrição da publicação. Toda essa estupidez coletiva viralizou e virou moda entre os covidiotas, que rapidamente passaram a acreditar que são as criaturas mais virtuosas, prestativas e benevolentes que existem sobre a face da Terra.

Ao contrário do que pensam, no entanto, essas legiões de imbecis histéricos e barulhentos não são nada virtuosos, benignos ou inteligentes. Na verdade, todas essas pessoas são o material perfeito para a totalitária Nova Ordem Mundial, pois não passam de coletivos de idiotas úteis que se julgam pessoas esclarecidas, altruístas e cooperativas, mas na verdade não passam de criaturas ignóbeis, simplórias e servis, que fazem tudo aquilo que o sistema manda, tendo um orgulho patético de sua submissão cega e irracional.

Incapazes de distinguir a tênue linha existente entre a cooperação e a submissão, essas legiões de imbecis subservientes são incapazes de compreender que foram recrutados como servos de uma tirania opressiva, despótica e autoritária, que vai usar e abusar de suas cobaias até que elas morram, fiquem terrivelmente debilitadas ou se tornem criaturas totalmente inválidas, incapazes de executar a mais simples e ordinária das tarefas. Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou que a 3ª dose da (anti)vacina em breve estará disponível para todas as pessoas maiores de 18 anos. E não precisamos ter dúvida nenhuma de que mais adiante virá a 4ª dose, depois a 5ª dose, depois a 6ª dose e assim por diante. Sabemos perfeitamente que essa é uma novela que não irá terminar tão cedo.

Da mesma maneira, não precisamos ter dúvida nenhuma de que as legiões de escravos submissos da pandemia imaginária vão continuar exibindo suas virtudes tanto publicamente quanto nas redes sociais. Logo, eles estarão exibindo com felicidade o passaporte de subordinação, o documento que mostra que o escravo tem a autorização dos seus donos para ir e vir a lugares onde antes ele não necessitava de autorização alguma para frequentar. Pela primeira vez na história, vemos legiões de idiotas úteis em escala global celebrando a supressão e a restrição de suas liberdades, com um glorioso e soberbo sentimento de orgulho humanitário. E do ponto de vista deles, os errados nessa história toda somos nós, os intransigentes, pessoas sensatas que se negam a se sujeitar a esse bizarro e degradante festival de bestialidades arbitrárias e irracionais, tanto opressivas quanto incoerentes.

Desde o início deste grande golpe executado pelas elites globalistas contra a humanidade, a submissão ao covidianismo foi alardeada como um glorioso e nobre gesto de virtudes pessoais. Quanto mais submisso ao covidianismo é o indivíduo, mais digno de louvor ele se torna. Em função deste comportamento coletivo — que premia a imbecilidade e o fanatismo das criaturas submissas —, muitas pessoas não hesitaram em demonstrar sua plena obediência ao novo sistema, por terem o desejo de serem vistas por seus pares como seres benevolentes, graciosos e virtuosos, que se sacrificam por terceiros e estão dispostas a renunciar às suas liberdades pelo interesse coletivo.

Uma análise puramente objetiva dos fatos, no entanto, mostra perfeitamente que não existe virtude alguma no covidianismo, tampouco nos covidiotas. Sendo criaturas que foram facilmente manipuladas pelo mais ambicioso programa de engenharia social da história, sendo igualmente controladas pela mais sofisticada propaganda de medo, pavor e pânico já executadas em uma escala global sobre a humanidade, os integrantes da seita covidiana mostraram em todas as etapas de eclosão do novo governo mundial que eles não passam de criaturas radicalmente destituídas de inteligência, capacidade de raciocínio e autonomia intelectual. A começar pela confusão que fazem entre cooperação e submissão, a flagrante e considerável falta de discernimento das massas mostra claramente porque foi tão fácil para a elite globalista subjugar completamente a humanidade.

A distinção entre cooperação e submissão

A vasta maioria dos covidiotas não se enxerga como palhaços submissos de um circo global, mas como cidadãos virtuosos que estão cooperando com as autoridades governamentais, médicas e científicas para que a humanidade possa sair de uma crise sanitária mundial. É aí que eles se perdem. Não conseguem perceber que existe uma distinção radical entre cooperação e submissão.

Em certa medida, todos nós precisamos de cooperação para sobreviver. E encontramos muito da simbiose que nasce da cooperação nas relações de mercado, seja entre patrão e empregado, ou entre cliente e prestador de serviço. O que é muito característico das relações profissionais e comerciais é que — de uma forma ou de outra — ambos os lados usufruem de vantagens e benefícios.

Nas relações governamentais de despotismo e submissão, no entanto, o mais comum é que apenas uma das partes tenha vantagens. A outra tem apenas prejuízos e praticamente nenhum direito. É exatamente assim que tem sido no covidianismo desde o princípio. O regime totalitário covidiano exige total submissão de todos aqueles que se encontram em uma condição de sujeição às autoridades. Os donos do poder mandam e a população tem a obrigação de obedecer e arcar com todos os prejuízos sozinha. No covidianismo, as massas renunciaram integralmente à liberdade em troca de controle despótico total, submissão extrema incondicional e domínio absoluto do estado sobre os corpos de todos os cidadãos, que foram entregues à indústria farmacêutica para experiências farmacogenômicas ilegais e potencialmente letais.

Ou seja, os fatos mostraram desde o início que o que está em andamento atualmente não é uma relação de cooperação, mas de submissão. O estado corporativo farmacêutico emite decretos e os escravos submissos apenas os obedecem. Eles não tem o direito de concordar, discordar, discutir ou debater à respeito desses decretos. Deles é esperado apenas total obediência, sem direito a reclamar.

Isso ficou especialmente evidente durante os lockdowns e as quarentenas. Todos tinham de ficar em casa, pois foram proibidos de trabalhar e de exercer as suas atividades. Aqueles que se arriscavam a sair de casa muitas vezes tinham de arcar com as consequências de sua corajosa ousadia. Os desobedientes foram obrigados a arcar com prejuízos galopantes, multas, mercadoras confiscadas e apreendidas, severas restrições adicionais e até mesmo violência física, geralmente executada pela Gestapo covidiana.

Como é possível constatar pelos eventos recentes, a tendência do autoritarismo covidiano global é aumentar. Na Áustria, o governo decretou um confinamento domiciliar obrigatório para os não-vacinados por um período inicial de dez dias, que provavelmente será estendido. Na Alemanha, os não vacinados também serão submetidos a restrições sociais draconianas. Na Austrália, no território de Queensland, os não vacinados já estão terminantemente proibidos de ter vida social. Apenas os vacinados podem usufruir de “liberdade” — a “liberdade” do covidianismo, é claro, que na verdade consiste em um certo conjunto de concessões, que nem de longe se assemelham à genuína liberdade.

Infelizmente, a ausência de discernimento e de faculdades intelectuais coesas impede a grande maioria das pessoas de perceber o papel que cada uma delas exerce nessa grande farsa sanitária global. Ao colaborar com as autoridades governamentais e com um sistema de submissão extremamente opressivo, despótico e autoritário, a grande maioria das pessoas não percebe que foi reduzida ao papel de criatura servil e imoral, radicalmente destituída de sua humanidade, e portanto carente de um conjunto sólido de valores e princípios. As massas estão mais preocupadas em obedecer do que analisar os fatos, os acontecimentos e as circunstâncias do que está acontecendo.

A ausência de discernimento, somada à faculdades intelectuais paupérrimas, exposição recorrente à doutrinação midiática e uma inteligência abaixo da média, fez a maioria das pessoas confundirem cooperação com submissão. Como elas acham que estão cooperando com as autoridades, não se enxergam como meros lacaios servis e deploráveis, ou como cúmplices de um regime criminoso. Elas pensam estar em posição de grande importância ao obedecer as autoridades do estado corporativo farmacêutico, cumprindo nos mínimos detalhes todas as ordens e todos os decretos exigidos pelas autoridades.

Justamente em função de todo esse nefasto conjunto de inversão de valores, é inevitável que os covidiotas se enxerguem como graciosos e benévolos cidadãos virtuosos, que estão fazendo a sua parte para erradicar a pandemia. A maioria das pessoas que é plenamente obediente e servil à covidocracia global jamais vai compreender o que está acontecendo de fato. Essas pessoas jamais se enxergarão como aquilo que realmente são — criaturas irracionais, ingênuas e estúpidas, que aderiram a uma depravada e tirânica seita global, faminta por poder, opressão e controle autoritário sem limites, e que pretende escravizar com exasperante brutalidade toda a humanidade.

Em função disso, é fundamental comprender que, daqui para a frente, os não vacinados serão demonizados cada vez mais (já estão sendo em alguns lugares). Todo regime totalitário precisa de um inimigo público, que sirva de bode expiatório para os problemas que ele próprio provocou, e os não vacinados — a verdadeira resistência contra a ditadura sanitária global — são a nêmesis conveniente para a tirania do estado corporativo farmacêutico. Afinal, toda a ditadura vai invariavelmente detestar e desprezar todos aqueles que ainda não estão sob o seu controle, de maneira que é natural que, daqui para a frente, a perseguição aos dissidentes se torne mais feroz e virulenta, até evoluir para níveis perigosos de discriminação e segregação.

Concluindo, os seguidores da seita covidiana são uma global e deprimente confraria de criaturas irremediavelmente estúpidas, que não são nenhum pouco diferentes dos alemães de 1933, que saudavam Adolf Hitler durante os comícios públicos da NSDAP. Essas legiões de imbecis doutrinados se acham cidadãos importantes e cooperativos, quando na verdade não passam de sicofantas de uma seita despótica, autoritária e irracional, que não se preocupa com absolutamente nada, a não ser com a desmesurada e irrefreável expansão do seu nível de poder e controle.

O que os vacinados não estão prevendo é que, eventualmente, nem eles próprios escaparão das garras da ditadura globalista e de suas amargas consequências. Julgam que — por estarem vacinados — estão completamente livres de qualquer perigo ou de uma possível complicação com as autoridades. Esse pensamento é de uma ingenuidade atroz. A parte mais engraçada vai ser quando os submissos começarem a sofrer inesperadamente com as restrições e com o autoritarismo crescente, porque não estão em dia com a 7ª dose da vacina ou porque estão sofrendo problemas de saúde dramáticos em função dos efeitos colaterais maléficos das (anti)vacinas.

Conclusão

De uma forma ou de outra, a obediência e a subordinação a governos humanos sempre terão um preço terrível como consequência. Os seguidores do novo normal em breve sentirão esses efeitos em seus próprios corpos (que nem lhes pertence mais, visto que virou propriedade do estado corporativo farmacêutico).

A verdade é que as supostas “virtudes” das manadas de submissos nunca passaram de vaidades narcisistas de caráter superficial e exibicionista. Para as massas, exibir supostas virtudes em público ou nas redes sociais para conquistar a aprovação dos seus pares é muito mais importante.

Em breve, essas legiões de seguidores cegos e irracionais do nazifascismo sanitário global vão compreender que sua cumplicidade lhes custará a liberdade, e em um futuro próximo, até mesmo a própria vida. Mas definitivamente não foi por falta de aviso que eles se precipitaram ao matadouro. Foi por cultivar uma obediência irracional e estúpida a um regime que nunca se importou de fato com a preservação da vida.

A ingenuidade em acreditar nas autoridades pelo simples fato de serem autoridades eventualmente acabará por arruinar completamente a vida de todos os covidianos novos normais. Fatalmente, eles provarão do próprio veneno. Lamentavelmente, essas pessoas ignoram as reais motivações que são as engrenagens do poder político — o desejo irrefreável de exercer controle sobre terceiros. O lendário polemista americano H.L. Mencken  estava totalmente correto quando afirmou que”A ânsia de salvar a humanidade é quase sempre uma desculpa para a ânsia de governá-la”.

5 COMENTÁRIOS

  1. Mas porque aqueles que estão implantando essa ditadura sanitária para obter mais controle e poder social iriam querer submeter aqueles que são os mais obedientes às suas ordens a vacinas que podem os matar ou trazer consequências que os deixe menos capazes? Pois assim iriam sobrar menos pessoas que obedecem e mais pessoas que são dissidentes. Meio que não faz sentido isso.

    • Excelente questão!

      Essa questão é realmente difícil. Eu não sei se o que eu vou falar está correto por favor corrigir onde perceberem erros!

      A questão está na minha opinião nas origens lógicas do keynesianismo e do marxismo. Ambas as teorias são farinha do mesmo saco e são sobre expropriar e consumir a riqueza existente! O keynesianismo através de sutilezas financeiras de pseudo capitalistas muito bem vestidos e apresentados de terno e gravata. O marxismo de forma aberta e usando da violência sem qualquer pudor!

      Oras mas se eu vou expropriar a riqueza existente, não faz sentido, uma hora a riqueza acaba! Isso não é sustentável!

      Exatamente!!!!

      Ai entra a frase clássica de Keynes: A longo prazo estaremos todos mortos!

      O objetivo é consumir riqueza sem se preocupar com o amanhã! E esses são exatamente os incentivos das pessoas que estão no poder!

      Porém pessoas que tornaram sua vida financeira e política expropriar a população sua prioridade não é sobre o que é sustentável! Sua prioridade é resolver os problemas financeiros de um estado permanentemente falido e de um sistema financeiro que não se sustenta.

      Preocupações de longo prazo e tratamento justo e honesto com as pessoas definitivamente não são a preocupação de carteis e monopólios baseado na violência estatal.

      Para entender melhor a pressão econômica que o keynesianismo cria na sociedade:
      https://rothbardbrasil.com/o-que-o-governo-fez-com-o-nosso-dinheiro-2/

      Para entender melhor os incentivos dos governantes sobre um regime democrático:
      https://rothbardbrasil.com/democracia-o-deus-que-falhou-2/

  2. Hertzog cada vez mais preciso sobre as consequências da ditadura sanitária sobre a humanidade. O interessante de textos como esse, é demonstrar que existem indivíduos altamente articulados e capazes de uma retórica violenta na sua elegância, que sabem através da mais pura reflexão, a imoralidade deste golpe político jamais tentado por nenhum governo antes. Esse texto deixa claro que a resistência a ditadura covidiana não é a simples adesão à algum político que eventualmente tenha o discernimento dos fatos.

    A propósito. No início eu achava que covidianos e nazistas eram irmãos siameses, pela facilidade como se submeteram ao estado. Mas existe um contexto ideológico na ascensão dos nazistas que isenta as massas de terem sido enganadas: a ideologia de esquerda
    estava no seu alge, de maneira que os nazistas triunfaram por uma questão estatística inevitável: existiam mais esquerdistas.

    Os covidianos por outro lado, aderiram de maneira extremamente fácil à uma ideologia totalmente desconhecida até então. Se os nazistas eram apenas a esquerda não-marxista, ou seja, as massas tinham uma escolha ampla no campo da esquerda, ninguém sabe de onde nem como surgiram essa elite – diabólica, que implantou essa ditadura sanitária. Se as massas e os nazistas tiveram um tempo longo para se conhecer até que essa comedia se tornasse uma tragédia final, os covidianos em um piscar de olhos aderiram á ditadura. E com um detalhe: os nazistas foram eleitos, essa elite sanitária globalista não.

    Portanto, as massas de covidiotas são mais violentas do que os próprios nazistas. Além de como o camararada Hertzog deixa implícito, mais burras e limitadas.