Como derrotamos o Passaporte de Vacina e o Partido Nacional Socialista Hipocondríaco Covidiano

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Os ventos do nazismo covidiano estão soprando forte. Ratos de laboratório da Pfizer, para a direita. Aqueles que insistem em manter sua humanidade, para a esquerda.

Temos uma associação familiar no clube de campo com piscina e academia. Eu treino lá várias vezes por semana e também levamos nossos filhos para nadar com frequência. A gerência nos conhece.

Não portamos a suástica da vacina. Não temos “passaporte de vacina”. Não faremos parte disso nem mesmo usando um comprovante falso. Nunca fizemos um único teste serológico ou PCR. Nós nunca, nunca usamos máscaras, não ficamos em quarentena (a menos que estejamos realmente doentes sintomáticos e isso faça sentido, é claro). Não fazemos parte do Partido Nacional Socialista Hipocondríaco Covidiano. Não consentimos, e não obedeceremos.

Pegamos o carro e fomos até a piscina. Eu, minha esposa e meus 5 filhos, de 2 a 11 anos. Nosso plano é entrar direto, ignorar qualquer pedido para apresentar um passaporte de vacina e ir direto para a piscina. Antes de entrarmos, rezamos ao Santíssimo para nos proteger dos nazistas covardes e para nos dar forças para manter nossa calma. Eu digo aos meus filhos: “Enquanto estivermos fazendo a coisa certa, Hashem (Deus) nos protegerá”. Eu olho cada um deles nos olhos. Nós continuamos andando.

Chegamos mais perto da porta, e lá está ela. Aquela suástica sanitária repugnante. Aquele sinal sanitário nauseante que diz que agora somos menos que humanos porque nos recusamos a nos submeter a uma experiência médica em massa. Nós a ignoramos. Entramos no prédio, e passamos pela catraca.

“Você tem um Tav Yarok (passaporte de vacina)?” pergunta a rececionista.

“Não, nós não temos”.

“Então você tem que vir aqui para fazer um teste de corona”.

“Não, não vamos”. E nós continuamos andando.

“Espere! Pare!”

Volto para ela quando estou caminhando em direção à piscina.

“Chame a polícia, se quiser. Nós vamos nadar”.

Ela pega o telefone para ligar para o gerente principal. Vamos até a piscina e colocamos nossas coisas no gramado. Não há quase ninguém lá. Muito raro para um dia quente de agosto, o primeiro dia de aplicação do Passaporte de Vacina. Vemos o gerente, que nos conhece, caminhando em nossa direção. Antes mesmo de ele chegar perto de nós, eu digo em voz alta: “Não estou interessado em falar sobre isso de maneira alguma. Chame a polícia se quiser”. Nós vamos nadar”.

Ele diz que está chamando a polícia. Ele pega seu telefone e vai embora.

Passam trinta minutos enquanto desfrutamos da piscina, quase sozinhos. Explicamos aos nossos filhos mais velhos o que está acontecendo e porque a polícia pode vir e nos prender em breve. Eles entendem. Estamos tremendo na piscina quando a criança de 4 anos está nadando entre nós. Estamos tentando manter a calma, pensando se a polícia virá nos pescar fora da piscina a qualquer segundo. De repente, o gerente volta e me pergunta educadamente: “Posso falar com você por um segundo?”.

Isto pareceu razoável, então eu disse que sim, claro.

“Olhe, vocês são meus clientes e eu não quero chamar a polícia. Ninguém virá e eu não quero perdê-los como clientes. Eu conheço muitas pessoas como você e compreendo. Mas existem leis neste país e eu tenho que segui-las”.

“Eu não vou segui-las. Os nazistas também tinham leis”.

“Não posso dizer nada quanto a isso, mas não vou incomodar você. Apenas, há maneiras de fazer isso. Você não entra assim sem mais nem menos”, diz ele. É justo.

“Olhe, desculpe-me por isso. Você me conhece. Fico feliz que você compreenda, e eu o respeito e lhe agradeço”. Já estou sob pressão há 18 meses e estou farto da injustiça de tudo isso. Desculpe-me por ter entrado, mas estou com muita falta de paciência. Não quero causar nenhum problema a você. Apenas saiba que vou continuar vindo aqui, vou entrar direto, fazer meu treino, não tenho um passaporte de vacina, e nunca farei um único teste, nunca”.

“Então isso é por sua conta e risco”, diz ele.

“É claro, 100%. A responsabilidade é minha, não sua”. Muito obrigado, e estou feliz por estarmos de acordo”.

Minha esposa e eu nos abraçamos, ele olha para trás e nos vê, ele sorri. Tivemos um bom momento com nossos filhos. Pergunto ao meu filho de 7 anos como ele está se sentindo. Ele me diz: “Eu sabia que a polícia não viria”. Ele parecia muito confiante, sem preocupações.

“Eu não tinha tanta certeza, mas acho que você estava certo. Eu deveria ser mais corajoso como você”, eu lhe digo. O orgulho aumenta e a garganta engasga. Ele é um bom homem.

Qualquer um pode fazer isso. Em qualquer lugar. Você deve fazer isso. Basta entrar, e pagar para ver se estão blefando. Diga-lhes para chamar a polícia. O pior que vai acontecer, se você estiver calmo e se mantiver firme, é que você receberá uma multa, que depois poderá apelar no tribunal, e a multa será cancelada, porque eles não querem que nada vá a tribunal, para que não percam, há precedentes, e todo o sistema totalitário se desmorona.

Pague para ver o blefe deles. Tudo isto é apenas medo. Não há nada a temer. Piscina conquistada. Academia conquistada. Supermercado conquistado. O contra-ataque avança.

Graças a Deus por nos dar forças para fazer Tua vontade e reagir.

 

 

Artigo original aqui