Todos os anos, por volta desta época, um assassino silencioso invade as costas europeias e mata dezenas de milhares de pessoas.
No ano passado, matou mais pessoas em apenas três meses do que o número de civis mortos na guerra na Ucrânia durante todo o ano.
Matou três vezes mais pessoas do que os acidentes de trânsito.
E matou quatro vezes mais europeus do que a violência por armas matou nos EUA.
Não estou falando da COVID. Nem mesmo das legiões de migrantes que invadem o continente.
Este flagelo mortal que mata dezenas de milhares de europeus todos os anos é a falta de ar condicionado.
De acordo com um estudo publicado na Nature Medicine, o calor matou 62.775 pessoas em todo o continente no verão de 2024.
A Organização Mundial da Saúde considera o calor a principal causa de morte “relacionada ao clima” na região.
Mas, na realidade, essas mortes estão diretamente relacionadas às políticas ambientalistas dos governos europeus, que tornaram a eletricidade para o funcionamento do ar condicionado proibitivamente cara.
Aproximadamente 19% das casas europeias têm ar condicionado, contra 90% nos EUA.
O motivo é simples: a conta de luz. Na Alemanha, a eletricidade custa cerca de 2,5 vezes mais do que nos Estados Unidos. A partir de 2011, a Alemanha desativou todas as suas usinas nucleares e apostou em energia eólica e solar — em um país onde o sol quase não dá as caras.
A mídia e os políticos europeus também passaram uma geração fazendo com que qualquer pessoa que sequer pense em comprar ar-condicionado se sinta um fracasso moral.
O resultado é um continente que tornou o resfriamento algo inacessível e vergonhoso; depois, eles se mostram surpresos quando 60.000 pessoas morrem em uma onda de calor.
Os mortos não são o único preço a pagar. Durante décadas, a indústria alemã prosperou porque uma única máquina podia produzir mais do que mil trabalhadores nos países em desenvolvimento.
Mas o modelo de produção de alta tecnologia da Alemanha só funcionou porque a eletricidade para operar essas máquinas era confiável e acessível. No entanto, o governo alemão passou vinte anos tornando a energia cara demais ou, em certos dias, simplesmente indisponível.
A Alemanha costumava ter eletricidade barata graças aos seus reatores nucleares. Mas os ambientalistas radicais conseguiram desativar esses reatores, resultando em preços de eletricidade mais altos.
O custo dessa política recai sobre o chão de fábrica. A Associação Alemã da Indústria Automotiva informou, em 13 de maio de 2026, que as montadoras alemãs já eliminaram 100.000 empregos desde 2019, e a previsão é de que outros 125.000 desapareçam até 2035.
O chanceler alemão Friedrich Merz classificou o desmantelamento da energia nuclear como “um erro” e afirmou: “Lamento isso”. No entanto, logo em seguida, explicou que “é assim que as coisas são, e agora estamos nos concentrando na política energética que temos”.
Em outras palavras, eles reconhecem que cometeram um grande erro. Mas também admitem que não vão corrigi-lo.
Por mais paradoxal que pareça, o simples ato de admitir um erro (mesmo sem corrigi-lo) representa, na verdade, um progresso para um político.
Basta olhar para a política de imigração deles — eles nem sequer admitem o erro de importar legiões de estrangeiros estupradores coletivos que não respeitam as leis e não têm problema nenhum em cometer violência.
A conta dessa política chegou da mesma forma que a conta de energia: em corpos.
Em agosto de 2024, o Festival da Diversidade de Solingen presenciou uma demonstração em primeira mão daquilo que celebrava, quando um requerente de asilo sírio esfaqueou três pessoas até a morte.
Quatro meses depois, um cidadão saudita dirigiu um SUV alugado pela feira de Natal de Magdeburgo, matando seis pessoas e ferindo 200.
Em janeiro de 2025, um requerente de asilo afegão — que já estava sob uma ordem de deportação ativa que as autoridades alemãs não conseguiram cumprir — esfaqueou até a morte um menino de dois anos e um homem de 41 anos em um parque público em Aschaffenburg.
Em novembro de 2025, as cidades alemãs começaram a cancelar suas feiras de Natal por completo. Uma delas reabriu sua feira após gastar mais de € 250.000 em barreiras de concreto para impedir que caminhões atropelassem os frequentadores pela segunda vez.
A resposta do estado à violência importada não é impedir sua importação. É cancelar o Natal.
O padrão é sempre o mesmo: até mesmo quando os governos cometem um erro enorme, eles se apegam a ele. Raramente consertam alguma coisa, apenas continuam com uma política destrutiva.
E qualquer um que realmente tente consertar é ridicularizado, cancelado ou baleado.
Um exemplo atual nos EUA é a eleição para prefeito de Los Angeles.
A atual prefeita, Karen Bass, presidiu a pior destruição que a cidade viu em décadas. Ela não faz nada em relação ao problema dos moradores de rua — na verdade, ela declarou recentemente que os pagadores de impostos deveriam pagar por dentes novos para viciados em metanfetamina sem-teto, para que eles possam ter dignidade.
Sua única contribuição positiva, em suas próprias palavras, é que ela estava “fora do país” quando os incêndios florestais de Palisades começaram em janeiro de 2025 e que ela “não iniciou os incêndios”.
Seu oponente, Spencer Pratt, só quer consertar a cidade. Ele apresenta soluções reais para problemas reais, mas é ele quem a mídia pinta como um lunático extremista — e não a mulher que quer dar dentes pagos através de impostos a viciados em metanfetamina.
Os políticos não apenas se recusam a corrigir seus erros; eles reservam seu desprezo mais veemente para quem for rude o suficiente para mencioná-los, ou ousado o suficiente para corrigi-los.
Talvez ainda haja uma saída. Talvez pessoas mais responsáveis e sensatas comecem a se candidatar… e talvez os eleitores sejam responsáveis e sensatos o suficiente para elegê-las. Talvez isso aconteça antes que seja tarde demais, e os Estados Unidos finalmente consigam dar a volta por cima.
Mas também existe a possibilidade racional de que isso não aconteça… e é por isso que vale a pena ter um Plano B.
Artigo original aqui









