Fora de minha propriedade, parasitas! A desobediência civil em massa começa agora

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Uma cena maravilhosa de desobediência civil e resistência à tirania do coronazismo que ocorreu ontem no estado de Nova York deveria servir de exemplo para empresários do mundo todo e para todas as pessoas que possuem um mínimo de apreço pelas liberdades individuais.

Conforme reportado pelo Daiy Wire, ficou claro na noite de sexta-feira que alguns empresários estão fartos das restrições arbitrárias relacionadas ao coronavírus, impostas pelo governadores, que estão matando seus negócios e prejudicando seus funcionários.

Reunidos dentro da academia Athletes Unleashed em Orchard Park,NY, vários empresários se recusaram a obedecer quando um funcionário público do departamento de saúde e o Xerife do Condado de Erie entraram em suas instalações. Os empresários, que gravaram a interação, disseram a funça da saúde e aos policiais para “irem arrumar um mandado” e sairem de sua “propriedade privada”.

E, sob aplausos dos empresários, as autoridades acataram, saindo da academia e da frente do estabelecimento, conforme mostram os vídeos.

De acordo com a reportagem da WBEN, havia cerca de 100 empresários reunidos antes de serem denunciados por uma pessoa anônima por infringirem o decreto do governador do Estado de Nova York, Cuomo que determinou a proibição de reuniões de mais que 10 pessoas.

No início do vídeo, um dos homens diz calmamente aos funcionários públicos que, ao contrário deles, sua renda não vem dos impostos e que devem permanecer abertos para sobreviver.

“Eu vi clientes morrerem porque perderam seu ganha-pão”, implora o homem. “Estou pedindo que [vocês] tenham um pouco de compaixão pelas pessoas que perderam tudo.”

“Nós temos compaixão pelas pessoas que perderam tudo”, a funcionária do departamento de saúde pública responde.

“Vá buscar um mandado”, outro empresário interrompe com firmeza, “Aqui é propriedade privada. … Esta é uma propriedade privada, [vocês] não são bem-vindos aqui.”

“Façam seu trabalho”, diz ele aos policiais, acrescentando: “Seu trabalho é remover as pessoas que não são bem-vindas aqui”.

“Todos vocês deveriam usar máscaras; como é que vocês não estão de máscaras?” um dos policiais pergunta. “Não se preocupe com minha saúde”, responde um empresário, “Minha saúde não é da sua conta”.

“É um decreto do governo”, insiste o policial. “É a lei.”

Os empresários dizem ao xerife que “não é a lei”. O decreto da máscara em todo o estado é uma ordem executiva do governador e nunca foi aprovado pelo legislativo.

“Você tem que sair”, repetem os empresários, “vocês têm que sair”. Outro homem diz a eles: “Vocês precisam ir embora porque agora, vocês estão invadindo sem um mandado; você precisa sair.”

“A desobediência civil [em massa] começa agora”, grita outra pessoa.

“Você não pode violar a Constituição”, disseram aos funcionários públicos. “Você não contorna ou subverte a Constituição.”

Gritos de “Saia” e “Não obedeceremos” irromperam entre os empresários enquanto os parasitas públicos foram sendo conduzidos para fora da propriedade.

Antes de serem enxotados para fora do local, ficou claro que os empresários foram “denunciados” por uma pessoa “anônima”, segundo a funça do departamento de saúde, que alegou que não havia problema da denúncia ter sido anônima.

Os empresários, relata a WBEN, estavam, ironicamente, reunidos para falar sobre as novas restrições relacionadas ao COVID.

Estes policiais estavam agindo como guardas de campos de concentração nazistas, ao tentarem impor a ordens tirânicas do nefasto governador do estado, mas foram impedidos por um grupo que resolveu não mais consentir com sua escravidão e destruição. É bom lembrar a estes policiais que a desculpa de “estávamos apenas cumprindo ordens” não colou no tribunal de Nuremberg, e todos que “apenas cumpriram as ordens” dadas pela cúpula do governo nacional socialista foram considerados culpados. A polícia é cúmplice dos políticos no desrespeito as leis.

Diferente destes dois policiais que foram confrontados pelos empresários, outros homens da lei se pronunciaram publicamente contra as ordens de prisão e servidão da população. Pelo menos quatro xerifes do estado confortaram o alucinado governador e disseram que não vão cumprir essas ordens, que preveem até a invasão de casas para impedir a confraternização familiar do Dia de Ação de Graças!

Nós do Instituto Rothbard estamos desde o começo desta Fraudemia instando os empresários a se recusarem a cumprir decretos que violam seus direitos de propriedade privada e proíbem até que exerçam as atividades das quais dependem sua sobrevivência, como pode ser visto nesta Carta Aberta que publicamos em abril. E já estamos dizendo que a desobediência civil é a solução para esta loucura COVID-19, pois, como disse Paulo Kogos, “uma pandemia que não existe, nunca acaba. Não se sai dela por espera, mas por rebelião.”

Nós alertamos que os “15 dias para achatar a curva” eram um engodo e essa ideia totalitária esdruxula deveria ser rechaçada vigorosamente. As massas aceitaram e essas duas semanas se estendem por mais de 9 meses, cada hora com uma desculpa fraudulenta nova. A tecla do grande reinício já foi apertada, e este crime contra a humanidade está em curso – a pleno vapor. Somente uma reação como a vista em Nova York pode brecar o plano macabro dos globalistas. Infelizmente, essa possibilidade é remota…

 

Adendo

No Brasil o empresário Luciano Hang da Havan conclamou todos os empresários e pessoas de bem do país a não obedecerem mais as absurdas e tirânicas ordens de fechamento:

6 COMENTÁRIOS

  1. Eu não sei como são as leis nos EUA, mas aqui, qualquer alienado que trabalha para a gangue de ladrões em larga escala, poderia rapidamente enquadrar qualquer pessoas em desacato à autoridade ou qualquer coisa do tipo. Eu já vi sujeito sendo preso pelos robocops do estado apenas por se recusar a mostrar a identidade, algo que ao contrário do que pensa o senso comum, não é obrigatório.

    Esses tempos entrando em um supermercado, eu fiquei pensando que cumprir esses decretos draconianos de uso de máscaras é até compreensível pelo medo de ter o estabelecimento fechado. Mas ao menos os donos poderiam colocar um aviso – irônico, do tipo “sob nova direção”, “sob intervenção” ou “sob ocupação”. Resistência passiva também conta,