Indústria farmacêutica deve ser responsabilizada por crimes contra a humanidade

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Atualmente, está muito claro que as vacinas anti-covid são armas de destruição em massa. O objetivo primordial dessas vacinas é destruir completamente o sistema imunológico das pessoas. Por essa razão, tantas de suas vítimas estão adoecendo ou morrendo logo depois de serem inoculadas com o suposto imunizante; da mesma forma, surtos de covid estão se alastrando justamente entre os países com as taxas mais elevadas de vacinação. Os fatos comprovam de maneira irrefutável que não estamos lidando com um imunizante de verdade, mas com uma arma potencialmente letal que tem como objetivo exterminar a população.

O papel da mídia corporativa mainstream em toda essa farsa global tem sido funesto. As vacinas são constantemente alardeadas como a salvação para a atual “pandemia”, mas os efeitos colaterais, as reações adversas e as mortes causadas por complicações pós-vacina são completamente negligenciadas. A mídia está plenamente contente em fingir que todas as fatalidades provocadas pela vacinação em massa simplesmente não estão acontecendo.

No entanto, a realidade mostra um hediondo e macabro festival de atrocidades. Uma verdadeira epidemia de abortos está acontecendo bem debaixo de nossos olhos, assim como infartos fulminantes estão matando sumariamente jovens adultos e adolescentes em uma taxa alarmante, nunca antes vista. Tromboses decorrentes das vacinas estão levando a amputações. Jovens atletas estão se aposentando e encerrando precocemente suas carreiras por desenvolverem problemas cardíacos, como pericardite ou miocardite. Jogadores de futebol estão desmaiando e morrendo durante as partidas. Coágulos sanguíneos estão deixando os vacinados permanentemente dependentes de remédios anticoagulantes. Isso para citar apenas algumas dentre as inúmeras hediondas desgraças causadas por toda essa nefasta e iníqua tragédia global.

Sem dúvida nenhuma, o saldo das “vacinas” covid é o de um dramático e aterrador pesadelo global. Centenas de milhares de vidas estão sendo arruinadas, aniquiladas, exterminadas, enquanto os conglomerados farmacêuticos aumentam suas receitas em centenas de bilhões de dólares e os políticos mancomunados recebem propinas substanciais para perpetuar a histeria covid e conduzir a manada submissa a infinitas rodadas de injeções.

Nunca antes a humanidade lidou com algo tão atroz, maligno e tenebroso. Uma campanha global de genocídio está em andamento, mas as vítimas pensam que estão sendo salvas de um vírus mortífero, quando na verdade elas estão indo para o abatedouro. Obviamente — por estar ao lado dos carrascos —, sabemos perfeitamente que a mídia corporativa mainstream jamais irá se pronunciar sobre as sórdidas e nefastas consequências do deplorável projeto de inoculação em massa da população. Na prática, isso é um crime contra a humanidade em andamento, que está sendo executado impunemente pela indústria farmacêutica. Obviamente, ela tem que ser responsabilizada por isso e deve responder por todos os crimes que vem cometendo livremente com o beneplácito de todos os governos políticos, desde que a campanha global de “imunização” começou.

Na prática, os seres humanos foram recrutados como cobaias descartáveis do maior experimento farmacológico da história. Um projeto tão maléfico e abominável que deixaria o carrasco de Auschwitz, Josef Mengele, parecendo um anjo caridoso e benevolente. Infelizmente, agora estamos prestes a atingir uma etapa ainda mais diabólica desse nefasto projeto de genocídio global: a vacinação em massa de crianças.

Como foram terrivelmente doutrinados pela mídia, muitos pais estão ansiosos em “vacinar” seus filhos. Lamentavelmente, muitos governos estão se antecipando e indo até as escolas para ministrar a substância nas vítimas inocentes. No entanto, sabemos perfeitamente que essas “vacinas” — justamente por não serem vacinas de verdade — não imunizam. O que elas vão fazer é destruir o sistema imunológico de crianças inocentes, que sobreviveriam facilmente, caso contraíssem o vírus da covid.

Lamentavelmente, em algumas semanas vamos ficar sabendo de crianças que morreram de ataque cardíaco fulminante quando estavam no parquinho brincando, ou quando pulavam amarelinha no recreio com os colegas. Como sempre, a mídia mainstream vai inventar alguma desculpa para essas mortes — provavelmente o aquecimento global ou a carne bovina —, e nem sequer cogitará a possibilidade de relacionar as fatalidades com a vacina. E isso irá invariavelmente ocorrer em uma escala planetária, como consequência inevitável do projeto de extermínio populacional.

Infelizmente, enfrentamos seis grandes obstáculos que nos impedem de parar essa atrocidade de escala mundial:

1) A maioria dos vacinados ainda não foi particularmente afetada pelas “vacinas” (mas todos serão em algum momento).

2) A maioria das pessoas ainda dá grande credibilidade à mídia convencional; portanto estão convictas de que os imunizantes são seguros e que todas as desgraças que acontecem no mundo são culpa dos não vacinados.

3) A mídia está ao lado da mentira, executando na população a maior campanha de lavagem cerebral e doutrinação sistemática da história. Esse é um dos principais elementos responsáveis por manter as pessoas afastadas da verdade.

4) O crime contra a humanidade está em andamento, mas sua impecável fachada de benevolência — a “imunização” em massa das pessoas contra uma “nefasta pandemia” — impede as multidões de perceberem a real natureza do projeto farmacêutico.

5) Basicamente restrita às redes sociais e a plataformas virtuais alternativas, o alcance da verdade ainda é muito pequeno. Infelizmente, a televisão — portanto, a mentira — ainda possui maior alcance.

6) A campanha global de imunização conta com o apoio maciço de inúmeros políticos populistas, que querem se promover como generosos e graciosos salvadores da humanidade, que disponibilizaram vacinas gratuitas para todas as pessoas, para salvá-las do coronavírus. Consequentemente, não é do interesse deles que a verdade seja divulgada.

Infelizmente, esses obstáculos representam dificuldades consideráveis quando o assunto é a exposição da verdade sobre esse crime mundial. Como o comitê executivo dos conglomerados farmacêuticos é constituído por pessoas extremamente importantes, e seus acionistas majoritários são pessoas igualmente abastadas e poderosas — que possuem uma vasta e intrincada rede de conexões políticas —, não é nada simples tentar parar o que está acontecendo.

Como a indústria farmacêutica, da mesma forma que todas as grandes corporações, se importa unicamente com a aquisição de lucros exorbitantes e com a expansão do seu poder corporativo, não terá nenhuma importância para ela que inúmeras pessoas — insignificantes e irrelevantes, do seu ponto de vista — morram em consequência dos “imunizantes”.

O que realmente importa para as elites econômicas que comandam o jogo é que as suas corporações onipotentes continuarão auferindo receitas de bilhões de dólares. Isso vai fazer o ciclo se repetir indefinidamente. Com cada vez mais dinheiro, a indústria farmacêutica poderá subornar ainda mais políticos, para que eles comprem novos lotes de vacinas. E assim, eles sujeitarão continuamente a população a infindáveis ciclos de “imunização”. A sociedade, por sua vez, continuará a ser sumariamente intoxicada, enquanto os seus carrascos enriquecem e ficam a cada dia mais poderosos e onipotentes.

Certamente, a campanha global de “imunização” — que é na prática o mais hediondo e maligno crime contra a humanidade executado na história da civilização — não vai parar tão cedo. Infindáveis pilhas de cadáveres serão a consequência natural dessa sórdida atrocidade de escala global, mas para os poderosos que estão por trás disso, não faz diferença alguma.

Com o controle da mídia nas mãos, as elites corporativas continuarão a manipular a população, que invariavelmente continuará suplicando por mais picadas, convicta de que a culpa da pandemia global fictícia é dos não vacinados (ironicamente, são justamente os vacinados que estão perpetuando a tragédia).

Intensificando toda essa desgraça, a doutrinação e a lavagem cerebral ininterruptas perpetuam um cenário aterrador, que faz com que as vítimas venerem os seus carrascos, enquanto demonizam ativamente todos aqueles que desejam libertá-los desse abominável ciclo de degradante totalitarismo e experimentos farmacológicos assassinos.

Seja como for, a verdade deve ser exposta, da mesma maneira que devemos persistir na criminalização da indústria farmacêutica. Mesmo que parar isso esteja além de nossas capacidades, um crime de escala mundial definitivamente não pode ser ignorado, tampouco deve ser tratado com indiferença ou irrelevância.

5 COMENTÁRIOS

  1. Isso estava profetizado nas Escrituras:
    και φως λυχνου ου μη φανη εν σοι ετι και φωνη νυμφιου και νυμφης ου μη ακουσθη εν σοι ετι οτι οι εμποροι σου ησαν οι μεγιστανες της γης οτι εν τη φαρμακεια σου επλανηθησαν παντα τα εθνη (Apocalipse 18:23 – TR)

    “φαρμακεια” foi traduzido como “feitiçarias”, mas “pharmakeias” é, na realidade, farmacêuticas…

  2. O crime contra a humanidade está sendo cometido primeiramente pelo maldito estado, empresas farmacêuticas não tem poder sozinhas de obrigar quem quer que seja a tomar o veneno da vez deles. Em relação aos problemas cardíacos e trombose os bonitões estão dizendo que quem tomou a vacina e teve problema é porque teve covid antes e o covid é a causa não a vacina. E vão ainda mais longe, um artigo no New York Times se não me engano disse que mesmo se a vacina der problemas cardíacos e trombose o covid também dá então na dúvida melhor tomar a vacina que pelo menos fornece a “imunização”.

  3. ‘A maioria dos vacinados ainda não foi particularmente afetada pelas “vacinas” (mas todos serão em algum momento).’

    Alguém poderia me explicar melhor esse trecho. Eu tomei a primeira dose da vacina Pfizer, mas vendo todas as evidências desde então acho que foi um grande erro da minha parte, acho que não vou tomar a segunda sequer considerando esses perigos. Alguém sabe responder se quem tomou a segunda dose o risco é muito maior de adquirir algum problema?

  4. “A maioria dos vacinados ainda não foi particularmente afetada pelas “vacinas” (mas todos serão em algum momento).”

    Alguém poderia me explicar melhor esse trecho. Eu tomei a primeira dose da vacina Pfizer, mas vendo todas as evidências desde então acho que foi um grande erro da minha parte, acho que não vou tomar a segunda sequer considerando esses perigos. Alguém sabe responder se quem tomou a segunda dose o risco é muito maior de adquirir algum problema?