Eles estão dizendo para esquecermos o Covid

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No início deste ano, uma frase estava em alta porque a jornalista do New Yourk Times Bari Weiss a disse em um talk show: “Para mim já deu essa história de Covid”. Muitas pessoas aplaudiram simplesmente porque o assunto tem sido fonte de grande opressão para bilhões de pessoas por dois anos.

Existem duas maneiras de superar o Covid.

Uma maneira é fazer o que o memorando dos consultores do Comitê Nacional Democrata sugeria: declarar a guerra vencida e seguir em frente. Por motivos políticos.

As mortes atribuídas ao Covid nacionalmente são maiores agora do que no verão de 2020, quando todo o país foi fechado. Elas também são mais altas agora do que durante as eleições de novembro do mesmo ano. Mas hoje devemos tratá-lo pelo que é: um vírus sazonal com um impacto diferente nos idosos e frágeis.

A racionalidade está de volta! Nesse sentido, é bom esquecer o Covid se isso significa viver a vida normalmente e adotar comportamentos claros sobre o que funciona e o que não funciona para mitigar um vírus. Os políticos democratas decidiram que as formas hiper-restricionistas estavam arriscando seus futuros políticos. Portanto, a linha e os pontos de discussão precisavam mudar.

Outra maneira de superar o Covid é esquecer completamente os últimos dois anos, especialmente os estrondosos fracassos dos controles pandêmicos compulsórios. Esqueça os fechamentos de escolas que custaram a uma geração dois anos de aprendizado. Esqueça que os hospitais estavam em grande parte interditados para pessoas sem uma doença relacionada ao Covid. Esqueça as mortes evitáveis ​​em lares de idosos. Esqueça que a odontologia foi praticamente abolida por alguns meses, ou que não se podia nem cortar o cabelo.

Esqueça as ordens de ficar em casa, o fechamento de igrejas e comércios, o fechamento de playgrounds e academias, as falências, as restrições de viagem, as demissões, os conselhos endoidecidos para que todos usassem máscara e se separem fisicamente, os recordes de mortes relacionadas a drogas, a depressão em massa, a segregação, a brutalização dos pequenos negócios, a desistência da força de trabalho, as paralisações forçadas da arte e da cultura e os limites de capacidade dos locais que forçavam casamentos e funerais a serem exibidos no Zoom.

Esqueça de analisar melhor os modelos matemáticos falsos, os testes de vacinas, as circunstâncias por trás das Autorizações de Uso de Emergência, os efeitos adversos, as imprecisões do teste de PCR e a classificação incorreta de mortes, os bilhões e trilhões de fundos mal direcionados, a divisão de todos trabalhadores entre o essencial e o não essencial, e os milhões que foram forçados a receber injeções que não queriam.

Esqueça a possibilidade de um vazamento de laboratório, o papel da China, o uso mortal de ventiladores, a negligência da terapêutica, a quase proibição de toda conversa sobre imunidade natural, a venda excessiva da vacina, os feriados religiosos perdidos, as mortes solitárias devido a proibição de entes queridos dos hospitais, a censura da ciência, os dados manipulados e ocultos do CDC, os pagamentos à grande mídia, a relação simbiótica entre governo e Big Tech, a demonização da dissidência e o abuso dos poderes de emergência.

Esqueça como burocratas indicados por políticos assumiram a tarefa de regular quase toda a vida, enquanto diziam ao país que a liberdade simplesmente não importa mais!

Quem precisamente se beneficia desse método de “superar o Covid?” A hegemonia impenitente que nos deu esse desastre para começar. Eles querem se livrar de tudo. Eles não desejam apenas ser exonerados; eles não querem ser julgados de forma alguma. Eles querem se livrar de toda responsabilidade. O melhor caminho para esse fim é promover a amnésia pública.

Não me refiro apenas aos democratas. Essa calamidade começou sob um presidente republicano que ainda mantém o status de herói popular. Além disso, todos os governadores republicanos, exceto um (Kristi Noem, da Dakota do Sul), aderiram aos lockdowns iniciais. Eles também não querem falar sobre isso.

Existe uma vasta máquina que deseja desesperadamente que todos esqueçam. Não perdoe, apenas esqueça. Não pense sobre coisas antigas. Pense sobre a coisa nova em vez disso. Não aprenda lições. Não mude o sistema. Não extirpe as burocracias ou examine por que o sistema judicial falhou tão miseravelmente até que fosse tarde demais. Não busque mais informações. Não busque reformas. Não retire poderes do CDC e da Anvisa, muito menos do STF.

Enquanto isso, vivemos em meio a uma crise sem precedentes. Que afeta saúde, economia, direito, cultura, educação e ciência. Nada foi deixado intocado. O fim das viagens acentuou todas as tensões internacionais preexistentes. Os gastos desenfreados do governo e a acomodação monetária da dívida crescente, além das quebras da cadeia de suprimentos, são todos responsáveis ​​diretos pelos níveis recordes de inflação. É muito mais fácil culpar Putin do que olhar para as políticas fracassadas dos EUA e de muitos outros governos no mundo.

Há tantas perguntas a serem respondidas. Minha própria estimativa é que sabemos cerca de 5% do que precisamos saber para entender todo esse desastre. O que exatamente Fauci, Collins, Farrar, Birx e toda a turma estavam fazendo em fevereiro de 2020 quando não estavam procurando por tratamentos precoces?

Por que tantos epidemiologistas proeminentes reverteram completamente suas visões declaradas sobre lockdowns? Eles deixaram de ser amplamente céticos em relação a medidas coercitivas em 2 de março de 2020 para adotar totalmente as medidas mais flagrantes apenas algumas semanas depois. Além disso, havia claramente uma conspiração emanando do topo para difamar cientistas dissidentes que mais tarde disseram que os lockdowns estavam causando muito mais mal do que bem. As pessoas por trás da Declaração de Great Barrington foram alvo de difamação profissional do governo e da mídia.

Quando as empresas de vacinas entraram no esquema e em que termos? Precisamos saber o quando e o porquê do questionamento e negação da imunidade natural. Quem estava envolvido nessa tentativa flagrante e totalmente imprecisa de estigmatizar aqueles que rejeitaram a vacina? Onde estavam os ensaios para terapias genéricas que o NIH deveria financiar?

Por que, em geral, todo um establishment escolheu o pânico, o lockdown e o decreto em vez da calma e da prática tradicional de saúde pública?

Eu tenho minhas próprias perguntas. Quais foram as condições e as mensagens que levaram o New York Times a usar seus podcasts e páginas impressas (27 e 28 de fevereiro de 2020) para espalhar o pânico absoluto? Essa instituição nunca havia feito isso antes em nenhuma pandemia anterior. Por que escolheu esse caminho semanas antes de Fauci e Birx começarem a pressionar Trump para puxar o gatilho?

Para levantar um ponto importante: quanto dinheiro estava envolvido?

O que precisamos é de um cronograma completo com todos os detalhes dos dois anos. Precisamos de reparações para as vítimas. Precisamos tirar o poder de centenas e milhares de políticos, cientistas, autoridades de saúde pública e executivos de mídia.

O que provocou a mudança do pânico pandêmico para uma nova calma foi a força da opinião pública. Deus abençoe os manifestantes, as pesquisas e os caminhoneiros. Isso é uma grande melhoria, mas há um longo caminho a percorrer para reacender o amor pela liberdade que pode nos proteger da próxima vez. Não é sobre esquerda e direita. Precisamos de uma nova compreensão da saúde pública, autonomia corporal e liberdades essenciais.

Algumas pessoas querem amnésia global e, de outra forma, nenhuma mudança no regime, nenhuma averiguação, nenhuma investigação, nada que faça as pessoas ligarem os pontos, nenhuma justiça, nenhuma resposta para perguntas que não querem calar.

E considere isso. Se já superamos o Covid, por que as pessoas ainda estão sendo demitidas por não serem vacinadas, inclusive pessoas com imunidade natural superior? Por que os demitidos não foram recontratados? Por que as máscaras em aviões, trens e ônibus? Por que as regras de quarentena contínuas? Por que as restrições às viagens internacionais? Por que as crianças ainda são obrigadas a cobrir o rosto? Por que todos que querem ver uma peça de teatro devem ser forçados a esconder seus sorrisos?

Os resquícios de restrições, decretos e imposições estão lá para servir como um lembrete da atitude predominante da classe dominante em relação às suas escolhas políticas. Não há arrependimentos. Eles fizeram tudo certo. E eles ainda estão com as botas pisando em você.

Isso é intolerável. Por todos os meios, esqueça o Covid e viva a vida o mais normalmente possível, desafiando aqueles que vivem para fomentar o medo. Mas nunca se esqueça das desastrosas restrições do Covid que criaram tal destruição. Não podemos deixar ninguém escapar, muito menos fingir que o desastre político que criou bilhões de tragédias pessoais nunca aconteceu.

O mundo em que vivemos hoje – com saúde pior, ruína econômica, crianças e jovens desmoralizados e subeducados, segregações e censuras, a onipresença inquestionável das regras fabricadas pelo Estado administrativo antidemocrático, a instabilidade e o medo que vem com a falta de confiança no sistema – está muito longe do que existia apenas alguns anos atrás. Precisamos saber por que, como e quem. Existem milhões de perguntas que clamam por respostas. Devemos obtê-las. E precisamos trabalhar para recuperar, reconstruir e garantir que isso nunca aconteça novamente.

 

 

 

Artigo original aqui