2021 – O ano do fascista novo normal

1
Tempo estimado de leitura: 6 minutos

E assim, com 2021 marchando em direção ao seu final fanático, é hora de meu tradicional encerramento de ano. É “O Ano do Boi” no zodíaco chinês, mas vou batizá-lo de “O Ano do Fascista Novo Normal”.

E que fenomenalmente fascista este ano foi!

Não estou falando de fascismo amador. Estou falando de fascismo profissional de Classe A. Governo e fascismo santificado corporativo. Fascismo de olhos esbugalhados, salpicado de saliva e bêbado de ódio. Estou falando de multidões de fascistas do Novo Normal destilando ódio e ameaças aos “não-vacinados” enquanto são arrastados para fora dos trens “Apenas Vacinados”, pintando mensagens da era nazista nas vitrines de suas lojas, líderes do governo fomentando o ódio em massa, comentaristas de TV literalmente citando médicos sádicos da SS nazistas, esquerdistas que se tornaram totalmente fascistas no Facebook, campos de concentração, propaganda goebbelsiana, censura à dissidência … o pacote completo.

Aqui na Europa, as coisas estão particularmente fascistas. Um por um, os países do Novo Normal estão implementando sistemas de segregação social, ordenando “lockdowns” de “não-vacinados” e perseguindo aqueles que se recusam a se conformar à ideologia oficial do Novo Normal. A Áustria tornou as “vacinações” obrigatórias. A Alemanha está prestes a fazer o mesmo. Os “passaportes da Covid” foram aprovados no Reino Unido. A Grécia está multando os aposentados “não-vacinados” reduzindo o valor de seus pagamentos da previdência social. Os suecos estão implantando chips neles mesmos. E assim por diante.

Na Nova Normal Alemanha, “os não-vacinados” estão de fato sob prisão domiciliar. Estamos banidos da sociedade. Estamos proibidos de viajar. Estamos proibidos de protestar. Nossos textos são censurados. Somos demonizados e desumanizados pelo governo do Novo Normal, pelo estado e pela mídia corporativa e pelas massas do Novo Normal diariamente. Destacamentos novos normais vagam pelas ruas, brutalizando aposentados, fazendo batidas em barbearias, checando “documentos”, medindo distâncias sociais – literalmente – com varas de medição. A Gestapo chegou a prender o Papai Noel por não usar máscara em uma feirinha de Natal. Nas escolas, os professores fascistas do Novo Normal humilham ritualmente as crianças “Não vacinadas”, forçando-as a ficar na frente da classe e justificar seu status de “Não vacinadas”, enquanto as crianças “Vacinadas” e seus pais são aplaudidos, como um versão Nova Normal da Juventude Hitlerista. Quando o novo chanceler da Nova Normal Alemanha, Olaf Scholz, anunciou que, “no meu governo não há mais limites para fazer o que precisa ser feito“, aparentemente ele não estava brincando. É apenas uma questão de tempo até que ele ordene ao Ministro da Propaganda do Novo Normal, Karl Lauterbach, que faça seu grande discurso no Sportpalast, onde perguntará aos Novos Normais se eles querem uma “guerra total” … e acho que você sabe o resto da história.

Mas esta não é apenas uma história sobre a Nova Normal Alemanha, ou Nova Normal Europa, ou Nova Normal Austrália. E não é apenas uma história sobre histeria em massa ou uma “reação exagerada” a um vírus corona. O “Novo Normal” é uma coprodução global dos capitalistas globalistas (GloboCap), uma coprodução de vários trilhões de dólares, que está em desenvolvimento há bastante tempo, e este ano seguiu exatamente o roteiro.

Dado todo o drama dos últimos 12 meses, é fácil esquecer que o ano começou com a ocupação de Washington DC por milhares de soldados das forças armadas dos EUA (ou seja, GloboCap) na esteira do “Ataque Terrorista ao Capitólio” (também chamada de  “Insurreição de 6 de janeiro” ou a “Tentativa de golpe” ou alguma coisa sem sentido) realizada por algumas centenas de apoiadores de Donald Trump totalmente desarmados, que supostamente tinham a intenção de “derrubar o governo” e “destruir a democracia” com … bem, suas próprias mãos.

Este foi o tão esperado espetáculo de “Retorno ao Normal” que esteve em desenvolvimento nos últimos quatro anos, a humilhação pública do Presidente Não Autorizado (e dos “populistas” que o colocaram no cargo) e a demonstração de força da GloboCap que se seguiu. Aqui está como eu o descrevi em janeiro:

    “Ou seja, os capitalistas globalistas estão nos dando uma lição. Eu não sei o quanto eles poderiam deixar isso mais claro. Eles acabaram de instalar um novo presidente fantoche, que não consegue nem simular a acuidade mental, em uma cerimônia fechada com guarda militar à qual ninguém foi autorizado a comparecer, exceto alguns membros das classes dominantes. Eles conseguiram algum epígono de Albert Speer para converter o Mall (onde o público normalmente se reúne) em um “campo de bandeiras“, simbolizando a “unidade”. Eles até fizeram a coisa do Lichtdom nazista. Para acertar o ponto, eles fizeram Lady Gaga se vestir como uma personagem de Jogos Vorazes com um broche ‘Mockingjay’ e cantar o Hino Nacional. Eles transmitem esse espetáculo para o mundo inteiro.”

Como suponho que seja óbvio para todos agora, o “Retorno ao Normal” foi um “Retorno ao Novo Normal”, que o establishment dominante GloboCap já estava impondo ao mundo inteiro. A mensagem não poderia ser mais clara. Como Arnold Schwarzenegger colocou de forma sucinta, a mensagem é, “dane-se a sua liberdade“. A mensagem é: cale a boca e obedeça a porra da regra. A mensagem é, mostre-me a porra dos seus documentos. Use os malditos pronomes. Coma os malditos insetos. Tome a porra das “vacinas”. Não nos pergunte “quantas”, porra. A resposta é: “tantas quantas nós lhe dissermos”.

A mensagem é: não haverá mais presidentes não autorizados, não haverá mais saída da União Europeia, não haverá mais rebeliões “populistas” contra a hegemonia global do capitalismo globalista e sua ideologia “lacradora” esmagadora e sem valor. A GloboCap cansou de brincar de pega-pega. Eles anunciaram isso em março de 2020. Eles nos informaram em termos inequívocos que nossas vidas estavam prestes a mudar, para sempre. Eles marcaram e anunciaram essa mudança como “o Novo Normal”, caso estivéssemos … você sabe, com problemas cognitivos. Eles não o esconderam. Eles queriam que entendêssemos exatamente o que estava por vir, uma versão capitalista globalista do totalitarismo, na qual todos seremos pequenos “consumidores” fascistas felizes mostrando uns aos outros nossos “certificados de conformidade” para podermos viver nossas vidas.

Não preciso revisar o ano inteiro em detalhes. Você se lembra dos destaques … o lançamento das “vacinas” milagrosas “seguras e eficazes” que não o impedem de pegar ou espalhar o vírus e que mataram e feriram milhares de pessoas, mas que agora você tem que tomar a cada três ou quatro meses para poder trabalhar ou ir a um restaurante; o lançamento do sistema global de segregação social/certificado de conformidade digital que não faz absolutamente nenhum sentido médico, mas para o qual as “vacinas” foram projetadas para nos forçar a entrar nesse sistema; a criminalização da dissidência; a fabricação da “Realidade”; a Guerra de Propaganda; o culto covidiano; o lançamento do grande expurgo do novo normal; o pacote completo do Totalitarismo Patologizado.

Gostaria de terminar com uma nota otimista, porque, Jesus, esse negócio de fascismo é deprimente. Portanto, vou apenas mencionar que, como você provavelmente deve ter notado, mais e mais pessoas estão agora “acordando” ou retomando sua coragem estomacal e, finalmente, se manifestando contra as obrigatoriedades de “vacina”, “passaportes de vacinação” e segregação social, e todo o resto do programa fascista do Novo Normal. Eu pretendo encorajar este “despertar” vociferantemente. Espero que aqueles – e você sabe quem você é – que têm relatado os fatos e se oposto ao Novo Normal, e tenham sido ridicularizados, demonizados, criticados, censurados, caluniados, ameaçados e abusados ​​de outra forma, diariamente por 21 meses, já que nossos colegas mais “proeminentes” – e vocês sabem quem vocês são – sentaram-se em silêncio, ou participaram da Festa do Ódio, se juntarão a mim para aplaudir e dar as boas-vindas a esses colegas “proeminentes” para a luta … enfim.

Ah, e se você é um daqueles colegas “proeminentes” e começa a bater no peito e a soar como se tivesse acabado de redescobrir o jornalismo investigativo e agora está liderando a acusação contra o Novo Normal para seus espectadores do YouTube ou leitores do Substack, por favor, entenda se ficarmos um pouco irritados. Falando por mim, sim, tem sido um pouco estressante, fazer o seu trabalho para você e me fodendo sozinho aqui nas trincheiras nos últimos 21 meses. Sem mencionar como isso praticamente matou minha comédia … e eu sou um satirista político.

Mas lá vou eu, ficando todo “com raiva” de novo … tanto faz. Como o médico disse, “compre o ticket, e dê uma volta na montanha russa”. E é a época de alegria, amor e perdão, e crucificação pública de dissidentes, paranoia, histeria em massa e perseguição de parentes “não-vacinados” e, OK, eu posso ter mais. Boas festas para todos, exceto, é claro, para os fascistas do Novo Normal, especialmente aqueles que estão torturando as crianças. Deus, me perdoe, mas espero que eles se estrepem.

Artigo original aqui

Artigo anteriorPassaportes Vacinais: o meio é a mensagem
Próximo artigoE se fosse Natal?
é um dramaturgo, romancista e satírico político premiado. Suas peças foram produzidas e fizeram turnê em teatros e festivais, incluindo Riverside Studios (Londres), 59E59 Theatres (Nova York), Traverse Theatre (Edimburgo), Belvoir St. Theatre (Sydney), o Du Maurier World Stage Festival (Toronto), Needtheater (Los Angeles), 7 Stages (Atlanta), Festival Fringe de Edimburgo, Adelaide Fringe, Festival de Brighton e Festival Noorderzon (Holanda), entre outros. Seus prêmios de redação incluem o 2002 First of the Scotsman Fringe Firsts, o Scotsman Fringe Firsts em 2002 e 2005 e o 2004 de Melhor peça de Adelaide Fringe. Sua sátira política e comentários foram apresentados no NPR Berlin, no CounterPunch, ColdType, The Unz Review, OffGuardian, ZeroHedge, Dissident Voice, The Greanville Post, ZNet, Black Agenda Report e outras publicações, e foram amplamente traduzidos.

1 COMENTÁRIO