Aula XXIII – O Utilitarismo de Ludwig von Mises

Antes de conhecermos a teoria ética austríaca tal como é hoje, vamos passar em revista a sua evolução, a começar pela doutrina ética de...

Aula XXII – Economia e Ética: Distinções Necessárias

Até aqui, temos nos dedicado predominantemente ao estudo da Economia, depois de oferecer as considerações epistemológicas que fundamentam esse estudo. Passaremos agora à esfera...

Aula XXI – O Problema do Monopólio

Os críticos da economia de livre mercado alegam que esse sistema comporta uma ameaça contra a sua própria existência e funcionalidade: a possibilidade do...

Aula XX – O Problema dos Bens Públicos

Em 1849, o economista belga Gustave de Molinari argumentou do seguinte modo: se os bens são mais bem providos aos consumidores sob o regime...

Aula XIX – O Imposto de Renda

Após analisar os efeitos da tributação em geral, voltemo-nos à análise de um tributo em particular, o imposto de renda, que, embora não seja...

Aula XVIII – Tributação

Embora os economistas austríacos costumem empregar os termos “imposto” e “tributo” como sinônimos, tais nomes indicam na verdade coisas diferentes. Você deve saber que...

Aula XVII – O Protecionismo

Em todo país, sempre é e deve ser do interesse da grande massa do povo comprar tudo que deseja daqueles que vendam mais barato. Adam...

Aula XVI – O Controle de Preços

Após oferecer uma visão geral do que é intervenção, adentraremos agora em seus tipos principais e mais consagrados, tais como o controle de preços,...

Aula XV – O Intervencionismo

Agora que dispomos de um panorama geral da economia de mercado em seu funcionamento natural, livre de obstáculos, podemos investigar os efeitos de eventuais...

Aula XIV – Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos

Na aula anterior, dissemos que a taxa de juros tem a função de regular o gasto em investimentos em relação à quantidade de dinheiro...

Aula XIII – Teoria Austríaca do Capital

Capital, segundo a definição oferecida por Jesús Huerta de Soto, é “o valor a preços de mercado dos bens de capital”. Outra conceituação, apresentada...

Aula XII – Teoria Austríaca da Moeda

No princípio, havia o escambo. Os indivíduos realizavam apenas trocas diretas, isto é, mercadoria por mercadoria. Então, para que uma troca fosse realizada, era...

Aula XI – Preços, Cálculo Econômico e a Impossibilidade do Socialismo

O processo de mercado, como explicado em aula anterior, é formado por ações humanas, partindo cada uma de juízos de valor distintos. A soma...

Aula X – A Função Empresarial

A constante situação de desequilíbrio no mercado gera um fenômeno interessante: a igualmente constante possibilidade de se amenizar o desequilíbrio mediante uma ação coordenadora....

Aula IX – O Processo de Mercado

Dados os pressupostos epistemológicos da Escola Austríaca e as primeiras implicações do conceito de ação humana, podemos agora adentrar no campo da Economia propriamente...

Aula VIII – Praxeologia: Implicações Ulteriores

Na aula anterior, vimos que toda ação requer o uso de meios para atingir fins. Em Economia, chamamos tais meios de bens, os quais...

Aula VII – A Praxeologia e suas Primeiras Implicações

Como expliquei numa aula anterior, praxeologia é a ciência que estuda as implicações formais do conceito de ação, o qual se define como comportamento...

Aula VI – O Dualismo e o Individualismo Metodológicos

Na filosofia, existe uma antiga e famosa discussão sobre a natureza da realidade que nos oferece a seguinte pergunta: será que a realidade é...

Aula V – O Apriorismo Austríaco e os Argumentos contra o Empirismo

Adentremos agora na arena do debate epistemológico e verifiquemos por que a Escola Austríaca prevalece diante das demais escolas. A epistemologia é o ramo da...

Aula IV – As Influências Filosóficas da Escola Austríaca

Ao adentrarmos na questão epistemológica da Escola Austríaca, é importante que se tenha uma noção básica sobre suas raízes filosóficas, que se encontram no...

Aula III – A Tradição Praxeológica antes de Mises

Após o nascimento oficial da Escola Austríaca com Carl Menger, em 1871, ela encontrou novos desenvolvimentos em Eugen von Böhm-Bawerk e Friedrich Wieser, os...

Aula II – A Revolução Marginalista

Com o sucesso da influência de Adam Smith sobre o pensamento econômico, a chamada Escola Clássica, que envolvia Smith, Ricardo e outros grandes economistas,...

Aula I – Os precursores da Escola Austríaca e o surgimento da ciência econômica...

Muito embora a Escola Austríaca tenha começado oficialmente em 1871, com a publicação do livro Princípios de Economia Política, de Carl Menger, ela encontra...

Introdução

Estudar as ciências sociais é um grande desafio porque ao seu objeto – o homem e suas relações – não se aplicam os instrumentos...

Primeiro texto de apresentação

  O Novo Curso Básico de Escola Austríaca: Economia, Ética e Direito   Quando, pela primeira vez, um homem cercou um pedaço de terra e disse “isto...

Segundo texto de apresentação

  História do Curso Básico de Escola Austríaca   A vaidade sempre monta uma insidiosa armadilha para o escritor: é que alguns nunca se julgam aptos para...

A energia “verde”

  Adaptação feita por Marco Batalha da série do Mises Institute “Fueling a Freer Future“.

A verdadeira crise energética

Adaptação feita por Marco Batalha da série do Mises Institute “Fueling a Freer Future“.

30 – Posfácio

Por Hans-Hermann Hoppe     Homem, Economia e Liberdade, que surgiu de uma conferência em comemoração ao 60º aniversário de Murray Rothbard, em 1986, é uma coletânea...

29 – Depoimento

Por Margit von Mises   Obrigado por me dar esta oportunidade de dizer "feliz aniversário" ao meu querido amigo, Murray Rothbard, e parabenizá-lo pelo grande trabalho...

28 – Minha opinião sobre Murray Rothbard

Por JoAnn Rothbard   Quando Murray estava na escola, ele sempre participava das peças teatrais da turma, porque, como todos que o conhecem sabem, ele é...

27 – Rothbard como conservador cultural

Por Neil McCaffrey   Murray Rothbard e eu formamos uma dupla estranha. Mais exatamente, os Rothbards e os McCaffreys formam um quarteto estranho, já que a...

26 – Ele mesmo, aos sessenta

Com desculpas a Ogden Nash Robert Kephart e Dyanne Petersen   Silencioso Cal na Casa Branca, e Babe Ruth em seu auge, Para o Vudu Keynesiano valer algo...

25 – As críticas do “Sr. Noite de Estreia”

Por Justus D. Doenecke   Embora Murray Rothbard tenha sido objeto de inúmeros artigos e capítulos de livros, pouco ou nada foi escrito sobre Rothbard como...

24 – Comentarista de nossos tempos: Uma busca pelo Rothbard histórico

Por Sheldon L. Richman   Certa vez, Murray Rothbard foi questionado sobre sua opinião sobre um livro intitulado Shirtsleeve Economics: A Commonsense Survey, de William A....

23 – John Prince Smith e o movimento de livre comércio alemão

Por Ralph Raico   John Prince Smith foi o criador do movimento de livre comércio alemão e seu líder desde a década de 1840 até sua...

22 – Uma utopia para a liberdade: Liberdade individual na Islandia de Austin Tappan...

Por Arthur A. Ekirch, Jr.   Islandia é aquela raridade entre as utopias literárias – um romance que não se baseia na esperança de estabelecer uma...

21 – A importância política de Murray N. Rothbard

Por Ron Paul   Seria difícil exagerar a influência do professor Murray N. Rothbard no movimento pela liberdade e pelos mercados livres. Ele é o gigante...

20 – Casta e Classe: a visão rothbardiana de governos e mercados

Por David Osterfeld   Este artigo examinará as definições de liberdade e poder do professor Murray Rothbard. Essas definições serão usadas para construir um modelo formal...

19 – O papel do governo

Por Randall G. Holcombe   A erudição de Murray Rothbard abrange uma amplitude incrível, mas ele é certamente mais conhecido por sua defesa da liberdade individual...

18 – Propriedade histórica e o direito aos recursos naturais

Por Jeffrey Paul   Um dos problemas mais perturbadores da filosofia política é como distribuir apropriadamente objetos não-humanos entre uma dada população de pessoas. O problema...

17 – Ética vs. Coerção: Moralidade ou Valores Justos?

Por Tibor R. Machan   O governo contra o Estado O estado consiste de profissionais de coerção em tempo integral. Murray Rothbard acredita nisso e é por...

16 – Em defesa dos direitos

Por David Gordon   Se alguém acreditar em um livro recente, todo o pensamento político de Murray Rothbard estaria baseado em um mito. Como até o...

15 – Liberdades particulares contra a vontade geral

Por Antony Flew   Em um dos capítulos mais valiosos e característicos de uma obra em que não foi muito bem, Bertrand Russell descreveu Jean-Jacques Rousseau...

14 – Liberdade e Virtude Revisitadas

Por Douglas J. Den Uyl   P: Quantos libertários são necessários para trocar uma lâmpada? R: Nenhum. O mercado livre fará isso.   Para mim, é um prazer e...

13 – Utilidade e a função de bem-estar social

Por Leland B. Yeager   As questões Os interesses criteriosamente céticos, mas criativos, de Murray Rothbard na teoria da utilidade, economia do bem-estar, comparações de utilidade interpessoal,...

12 – Murray Rothbard como consultor de investimentos

Por Mark Skousen   ‘Os homens práticos, que se consideram totalmente isentos de qualquer influência intelectual, são geralmente escravos de algum economista defunto.’ – John Maynard...

11 – Três Tesouros Nacionais: Hazlitt, Hutt e Rothbard

Por Llewellyn H. Rockwell, Jr.   Para a maioria dos americanos, economistas não são a primeira coisa que vem à mente quando pensam em tesouros, muito...

10 – Igualdade salarial: fundações teóricas

Por Ellen Frankel Paul   A ideia de igualdade salarial está varrendo o país. Em 25 estados, estudos estão sendo conduzidos sobre as disparidades salariais entre...

9 – Eficiência econômica e políticas públicas

Por E.C. Pasour, Jr.   Muito já foi escrito sobre os hábitos perdulários dos cidadãos americanos. Tomadores de decisão individuais e empresários são acusados de serem...

8 – Por que Murray Rothbard nunca vai ganhar o Prêmio Nobel?!

Por Gary North   Mark Skousen insiste que Murray Rothbard deveria ganhar o Prêmio Nobel de economia. Eu também acho, mas por sua contribuição profissional que...

7 – Bem-estar econômico: Uma perspectiva austríaca moderna

Por Israel M. Kirzner   Entre a mais notável das muitas contribuições de Murray Rothbard para a literatura da economia austríaca moderna, está certamente o principal...

6 – Da Economia do Laissez-Faire à Ética do Libertarianismo

Por Hans-Hermann Hoppe     — I —   Ludwig von Mises, sem sombra de dúvida um dos mais rigorosos defensores de um sistema social de laissez-faire desimpedido por...

5- O professor Rothbard e a teoria dos juros

Por Roger W. Garrison   A teoria dos juros em perspectiva Tornou-se cada vez mais verdade que economistas individuais são categorizados de acordo com seus campos de...

4 – Ouro e a Constituição: retrospectiva e perspectiva

Por Gregory B. Christainsen   Anarquistas como Murray Rothbard há muito sustentam que nenhuma constituição pode ser eficaz em limitar os poderes do governo. As pressões...

3 – Sistema bancário de reservas fracionárias: uma perspectiva interdisciplinar

Por Walter Block   Calouros de economia são ensinados a entender o milagre do sistema bancário de reservas fracionárias: ele pode criar dinheiro do nada! Os...

2 – Dilema do Prisioneiro, Custos de Transação e Rothbard

Por Roger A. Arnold   Atualmente não existe nenhum expositor mais conhecido, mais articulado ou mais persuasivo do caso contra o governo do que Murray Rothbard....

1 – Teoria rothbardiana do monopólio e a política antitruste

por Dominick T. Armentano     Este ensaio discutirá algumas das contribuições de Murray N. Rothbard à teoria do monopólio à luz das reformas atuais na administração...

Introdução

Murray N. Rothbard é um estudioso de realizações únicas, de fato monumentais: o fundador da primeira ciência totalmente integrada da liberdade. Considere, primeiro, suas realizações...

Como os hidrocarbonetos salvaram o mundo

Adaptação feita por Marco Batalha da série do Mises Institute "Fueling a Freer Future".

Apêndice: a ligação entre as categorias de ação a priori e a realidade

Este pequeno apêndice visa abordar uma questão importante: como é possível que as categorias a priori da ação humana derivadas das faculdades cognitivas humanas...

Epílogo: Um mundo melhor é possível

Em uma palavra, o progresso de uma ciência é bloqueado porque prevalecem princípios metodológicos errôneos. – Carl Menger   O desenvolvimento da humanidade não é pré-programado. Não...

22. A centelha de esperança: livre mercado de dinheiro e a Sociedade de Leis...

Reverter a tendência e reduzir o papel do governo em nossas vidas... é uma tarefa educacional gigantesca. – HANS F. SENNHOLZ   Um livre mercado de dinheiro...

21. Disrupção tecnológica: criptomoedas

Bitcoin é o começo de algo grandioso: uma moeda sem governo, algo necessário e imperativo. – NASSIM TALEB   A criptounidade bitcoin oferece a perspectiva de algo...

20. A distopia: uma única moeda fiduciária mundial

Quando os governos temem o povo, há liberdade. Quando as pessoas temem o governo, há tirania. – THOMAS JEFFERSON   O que teria de tão problemático se...

19. Propostas para uma Moeda Mundial: Bancor, Unitas, Dólar Americano, INTOR, Libra

Para obter todos os benefícios da união monetária, os países podem querer fazer uma reforma monetária que tornaria o franco nacional, lira ou peso...

18. Um poder secreto e sinistro: o cartel do Banco Central Mundial

Não é por acaso que o século da guerra total coincidiu com o século dos bancos centrais. – RON PAUL   Os bancos centrais têm uma longa...

17. Campanha contra a escolha da moeda: o euro

A Europa será feita através de uma moeda, ou não será feita. – JACQUES RUEFF   Os proponentes de um “Estados Unidos da Europa” perceberam em algum...

16. Imperialismo do dólar: o sistema de Bretton Woods

Um dos fatores que contribui para a grande confiança no dólar dos Estados Unidos que existe em todo o mundo … é, sem dúvida,...

15. A ilusão da democracia: a “lei de ferro da oligarquia”

O perigo é óbvio de que a revolução social transformaria a classe dominante tangível e visível de hoje, abertamente reconhecida como tal, em uma...

14. Migração: natural e não natural

Devido à interdependência entre pensamento e palavra, fica claro que as línguas não são realmente um meio para representar a verdade que já é...

13. A Nação: comunidade de língua e valores

Não existe acaso; e o que nos parece um mero acidente brota da fonte mais profunda do destino. – FRIEDRICH SCHILLER   Com a ajuda da lógica...

12. O teorema da progressão: rumo a um governo mundial

Todas as nações devem se unir para construir um regime global mais forte. – BARACK OBAMA   A ideia de estabelecer a dominação mundial, um governo mundial,...

11. Avaliação de impacto: um caso para a teoria a priori

O homem é tão inteligente que se sente impelido a inventar teorias para explicar o que acontece no mundo. Infelizmente, ele não é inteligente...

10. Uma ideologia destrutiva: o socialismo democrático

Nas ideias socialistas, o idealismo mais ousado sempre coincidiu com o materialismo mais cobiçoso. – HEINRICH VON TREITSCHKE   O socialismo promete às pessoas um mundo melhor...

9. Anatomia de uma disrupção: o que a moeda fiduciária causa

À primeira vista, o papel-moeda parece ser uma grande economia, ou melhor, ele não custa nada; mas é o dinheiro mais caro que existe. –...

8. O Estado e a deterioração da moeda: da moeda-mercadoria a moeda fiduciária

história … fornece a ilustração mais vívida da ligação direta entre os poderes internos de falsificação de um Estado e sua política de agressão...

7. A força descivilizadora: o Estado

O Estado em si é o todo mais moral, a realização da liberdade; e é o propósito absoluto da razão que a liberdade seja...

6. A perfeição da troca: dinheiro

Se não é para tornar o mundo melhor, para que serve o dinheiro? – ELIZABETH TAYLOR   A lógica contida na frase “Os humanos agem” explica por...

5. A força motriz da civilização: desigualdade

A razão é o princípio da igualdade geral, a mente é o princípio da desigualdade entre os homens. – FRIEDRICH WILHELM JOSEPH SCHELLING   A percepção de...

4. Interpretando a história: o papel da teoria

Mas, embora todo o nosso conhecimento comece com a experiência, não se segue que tudo surja da experiência. — EMANUEL KANT   Não há compreensão dos acontecimentos...

3. O que é indispensável para a ação humana: a propriedade

Não pode haver felicidade sem constância e prudência. – LÚCIO ANNAEU SÊNECA   Na frase indiscutivelmente verdadeira que não pode ser negada sem contradição, “Os humanos agem”,...

2. O que sabemos como fato: os humanos agem

Como a lógica e a matemática, o conhecimento praxeológico está em nós; não vem de fora. — LUDWIG DE MISES   De um modo geral, a...

1. Sobre o pensamento correto: lógica

A lógica é a anatomia do pensamento. — JOHN LOCKE   A Lógica é a doutrina do pensamento correto. Ela não nos diz o que pensar,...

Introdução

É justa toda ação que em si, ou na máxima da qual procede, é tal que pode coexistir com a liberdade da vontade de...

ELOGIOS A ESTE LIVRO

O socialismo é baseado no planejamento burocrático. Isso significa uma restrição da liberdade pessoal. O sonho da igualdade, uma meta até mesmo do socialismo...

Capítulo 2 -Jeremy Bentham: O Utilitarista como o Grande Irmão

2.1. Do laissez-faire ao estatismo Jeremy Bentham (1748-1832) começou como um smithiano devotado, mas mais consistentemente apegado ao laissez-faire. Durante seu período de interesse relativamente...

Capítulo 1 – J.B. Say: A Tradição Francesa em Roupagem Smithiana

1.1 A conquista smithiana da França Um dos grandes quebra-cabeças na história do pensamento econômico, como indicamos no Volume 1, é o porquê de Adam...

Agradecimentos

Esses volumes foram inspirados por Mark Skousen, do Colégio Rollings, Flórida, que me encorajou a escrever uma história do pensamento econômico de uma perspectiva...

Introdução

Assim como o diz o subtítulo, esta obra é uma história geral do pensamento econômico de um ponto de vista honestamente “Austríaco”: isto é,...

Capítulo 14 – Depois de Mill: Bastiat e a Tradição Francesa de Laissez Faire

14.1 A Escola Francesa de Laissez Faire A conquista da economia britânica por John Stuart Mill por meio de seu tratado de 1848, Os Princípios...

Capítulo 13 – O Sistema Marxiano II: A Economia do Capitalismo e seu Inevitável...

                                                                                 13.1       A teoria do valor-trabalho Vimos que, na segunda metade de sua vida, Karl Marx, exilado na Grã-Bretanha longe do combate político ou do...

Capítulo 12 – O Sistema Marxiano I: O Materialismo Histórico e a Luta de...

12.1 A Estratégia Marxiana Marx desesperadamente buscou uma dialética materialista da história, uma dialética que explicaria toda mudança histórica básica e que levaria inevitavelmente à...

Capítulo 11 – A Alienação, a Unidade e a Dialética

11.1 Origens da dialética: criatologia “Alienação”, para Marx, não tem qualquer relação com a tagarelice na moda dos intelectuais Marxóides do final do século vinte....

Capítulo 10 – A Visão de Marx do Comunismo

10.1 Comunismo milenarista A chave para o intrincado e massivo sistema de pensamento criado por Karl Marx (1818-83) é, no fundo, simples: Karl Marx era...

Capítulo 9 – Raízes do Marxismo: O Comunismo Messiânico

9.1 Comunismo Primitivo Por séculos o suposto ideal de comunismo veio ao mundo como um credo messiânico e milenarista. Vários videntes, especialmente Joachim de Fiore,...

Capítulo 8 – John Stuart Mill e a Recolocação da Economia Ricardiana

8.1       A importância de Mill Os Mills, pai e filho, tiveram um impacto fatal na história do pensamento econômico. Se James Mill desempenhou um papel...

Capítulo 7 – O Pensamento Monetário e Bancário III: A Luta Pela Currency School

7.1 O trauma de 1825 Em 1823, a economia britânica finalmente se recuperou da pós-guerra napoleônica e da depressão agrícola pós-1819. Na verdade, um boom...

Capítulo 6 – O Pensamento Monetário e Bancário II: o Report do bulião e...

6.1 Ricardo entra na briga A controvérsia bulionista caiu no esquecimento por cinco anos após 1804, em grande parte porque uma política cautelosa por parte...

Capítulo 5 – O Pensamento Monetário e Bancário I: A Inicial Controvérsia Bulionista

5.1 A Restrição e a Emergência da Controvérsia Bulionista   O Banco da Inglaterra tem sido o bastião do sistema bancário inglês (e, ao servir como...

Capítulo 4 – O Declínio do Sistema Ricardiano, 1820-48

4.1 O enigma da popularidade de Ricardo O que deve ser levado em conta para explicar a popularidade dos Princípios de Ricardo, e para a...

Capítulo 3 – James Mill, Ricardo e o Sistema Ricardiano

3.1 James Mill, o Lenin dos Radicais James Mill (1771-1836) foi certamente uma das mais fascinantes figuras na história do pensamento econômico. E ainda sim,...

Prefácio de Karl Hess

As questões políticas mais interessantes ao longo da história têm sido se os humanos serão ou não governados ou livres, se serão responsáveis ​​por...

Agradecimentos

Os autores desejam expressar sua gratidão a Skye d'Aureous e Natalee Hall por inúmeras ideias e sugestões (incluindo as ideias do Sr. d'Aureous sobre...

16. A força que molda o mundo

Mas uma discussão sobre como o governo poderia ser desmantelado, e como homens livres poderiam então construir uma sociedade laissez-faire a partir de seus...

15. Do Governo ao laissez-faire

A perspectiva de liberdade real em uma sociedade laissez-faire é deslumbrante, mas como tal sociedade pode ser tornada realidade? Ao longo das décadas, o...

14. A abolição da guerra

Algumas centenas de anos atrás, a devastação de pragas e fomes periódicas era aceita, sem questionamento, como uma parte normal e inescapável da existência...

13. Agressão Externa

Muitas pessoas perguntam: “Mas como poderia uma sociedade laissez-faire lidar com a agressão de nações estrangeiras, já que não teria um governo para protegê-la?”...

12. Legislação e Lei Objetiva

Defensores do governo objetam que uma sociedade laissez-faire, uma vez que não teria mecanismo legislativo, careceria das leis objetivas necessárias para manter a ordem...

11. Guerra entre Agências de Defesa e Crime Organizado

Alguns opositores de uma sociedade laissez-faire alegaram que, como uma sociedade sem governo não teria uma única instituição capaz de exercer legitimamente uma força...

10. Retificação de injustiça

Já que a agressão seria retificada forçando (quando necessário) o agressor a ressarcir sua vítima pelos danos causados​​, ao invés de destruir valores pertencentes...

9. Lidando com a coerção

Ao longo da história, o meio de lidar com a agressão (crime) foi a punição. Tradicionalmente, afirma-se que quando um homem comete um crime...

8. Proteção da Vida e da Propriedade

Como o homem tem direito à vida, ele tem o direito de defender essa vida. Sem o direito à autodefesa, o direito à vida...

7. Arbitragem de litígios

Sempre que os homens interagem uns com os outros, há uma chance de surgirem desentendimentos e litígios. Mesmo quando não houve iniciação de força,...

6. Propriedade – A grande solucionadora de problemas

A maioria dos problemas sociais que deixam os líderes nacionais perplexos poderia ser resolvido de maneira bastante simples por um aumento na quantidade e...

5. Uma economia livre e saudável

Imagine um servo feudal, legalmente vinculado à terra e à posição social em que nasceu, labutando do amanhecer ao anoitecer com ferramentas primitivas por...

4. Governo – um mal desnecessário

Como o peso do poder governamental tem grande influência na estrutura e no funcionamento de qualquer sociedade, as ideias sobre a organização social geralmente...

3. O mercado autorregulado

Os burocratas do governo, e seus aliados entre os formadores de opinião atuais, adotaram a prática de espalhar informações enganosas sobre a natureza do...

2. Homem e sociedade

Em toda a história registrada, os homens nunca conseguiram estabelecer uma ordem social que não institucionalizasse violações da liberdade, paz e justiça; ou seja,...

1. Se não sabemos para onde estamos indo. . .

Se não sabemos para onde estamos indo, é provável que não cheguemos lá! Nosso mundo está cada vez mais agitado pela insatisfação. Miríades de pessoas...

Prefácio à edição brasileira

Difundir as ideias da liberdade de forma duradoura, com o objetivo último de alterar o substrato cultural de uma sociedade – para que se...

Capítulo 42: Cinema Paradiso

  Os leitores que me acompanham faz tempo sabem que, decididamente, não sou fã de filmes em língua estrangeira: não porque ler legendas seja uma...

Capítulo 41: Desejo de matar

  Desejo de matar é um filme soberbo, o melhor filme de herói e vingança desde Dirty Harry. Bronson, um arquiteto cuja jovem família foi...

Capítulo 40: O policial durão

  O gênero policial durão definitivamente está se destacando. Na TV, a nova série Kojak, protagonizada pelo durão e cínico Telly Savales, tornou-se um dos...

Capítulo 39: Blaxploitation

  Um dos fenômenos cinematográficos mais importantes dos últimos anos tem sido o que os críticos da esquerda liberal e os do establishment ridicularizam amargamente...

Capítulo 38: O Poderoso Chefão, Parte II

  O Oscar. Desde o início, ficou claro que a corrida ao Oscar de melhor filme de 1974 estava entre O Poderoso Chefão, Parte II...

Capítulo 37: O Poderoso Chefão

  O Poderoso Chefão é um dos grandes filmes dos últimos anos, e sua enorme popularidade é eminentemente merecida. Em primeiro lugar, é um filme...

Capítulo 36: Em defesa dos demagogos

  Há muitos anos, os demagogos têm sido injustiçados. Eles não são sóbrios, não são respeitáveis, não são “cavalheiros”. No entanto, há uma grande e...

Capítulo 35: Por que ser libertário?

  Por que ser libertário, afinal? Com isso queremos dizer: qual é o sentido de tudo isso? Por que se envolver em um compromisso profundo...

Capítulo 34: Sociedade sem Estado

  I Ao tentar esboçar como uma “sociedade sem estado” – isto é, uma sociedade anarquista – poderia funcionar com sucesso, gostaria de primeiro impugnar duas...

Capítulo 33: Notas sobre a Guerra de Nintendo

  Nos dois primeiros dias e noites da guerra, eu, como muitas outras pessoas, fiquei grudado no meu aparelho de TV, assistindo à guerra, concentrado...

Capítulo 32: Guerra, Paz e o Estado

  O movimento libertário foi repreendido por Willian F. Buckley, Jr., por falhar em usar sua “inteligência estratégica” para lidar com os grandes problemas de...

Capítulo 31: Propriedade e Troca

  O AXIOMA DA NÃO-AGRESSÃO O credo libertário está baseado num axioma central: o de que nenhum homem ou grupo de homens pode cometer uma agressão...

Capítulo 30: Insatisfação com o Sistema Bancário Nacional

  O grande empurrão anterior que o estatismo recebeu nos EUA ocorreu durante a Guerra Civil, quando o Congresso, de virtualmente partido único, após a...

Capítulo 29: O Movimento Progressista

  O projeto de lei do Federal Reserve de 23 de dezembro de 1913 foi parte integrante da onda de legislação progressista nos níveis de...

Capítulo 28: Determinismo Econômico, Ideologia e a Revolução Americana

  Faz parte da condição inescapável do historiador que ele deve fazer estimativas e julgamentos sobre a motivação humana, mesmo que não possa fundamentar seus...

Capítulo 27: Israel Kirzner e o homem econômico

  A economia tem sido considerada a ciência sombria pela maioria dos homens instruídos. Grande parte dessa atitude negativa decorre de uma firme crença de...

Capítulo 26: A Escola de Chicago

  Devo dizer que quanto mais leio as obras gerais e abrangentes da “escola de Chicago” de economia, menos me impressiono. Um bom exemplo da abordagem...

Capítulo 25: A Economia Política de Keynes

  Em A Teoria Geral, Keynes estabeleceu uma sociologia político-econômica única, dividindo a população de cada país em várias classes econômicas rigidamente separadas, cada uma...

Capítulo 24: Frédéric Bastiat: Defensor do laissez-faire

  Alguém que é particularmente negligenciado pela história é o mais famoso dos economistas franceses do laissez-faire, Claude Frédéric Bastiat (1801-1850), a quem o Dictionnaire...

Capítulo 23: Mercantilismo

  O mercantilismo como aspecto econômico do absolutismo No começo do século XVII, o absolutismo real emergiu vitorioso por toda a Europa. Mas um rei...

Capítulo 22: Lições da Recessão

  É oficial! Muito depois de todos nos Estados Unidos saberem que estávamos em uma recessão severa, o Departamento Nacional de Pesquisa Econômica, privado, mas...

Capítulo 21: Anatomia de uma corrida bancária

  Foi uma cena familiar para qualquer fã de nostalgia: filas a noite toda esperando os bancos (primeiro em Ohio, depois em Maryland) abrirem. Garantias...

Capítulo 20: A deflação reconsiderada

  Esta é uma ideia que tem sido considerada “impensável”, devido à má fama da deflação em todos os lugares. Quero reconsiderar o conceito de...

Capítulo 19: Sobre a definição da oferta monetária

  O conceito de oferta de moeda desempenha um papel vitalmente importante, de diferentes maneiras, tanto na escola de economia austríaca quanto na de Chicago....

Capítulo 18: O essencial sobre Moeda e Inflação

  A moeda é um posto de comando crucial de qualquer economia, portanto, de qualquer sociedade. A sociedade repousa sobre uma rede de trocas voluntárias,...

Capítulo 17: O mito da “reforma” tributária

  Todos concordarão que o sistema tributário do país é uma bagunça. Os impostos são muito altos e o sistema emaranhado é tão complicado que...

Capítulo 16: Trabalho ilegal: o salário mínimo, mais uma vez

  Não há demonstração mais clara da semelhança essencial dos dois partidos políticos do que suas posições sobre o salário mínimo. Os democratas propuseram aumentar...

Capítulo 15: O Problema dos sindicatos

    Os sindicatos estão mostrando sua força novamente. No ano passado, uma greve no New York Daily News conseguiu infligir tão significativas perdas à...

Capítulo 14: Congestionamento nos aeroportos: um caso de falha de mercado?

  A imprensa novamente reporta tudo como sendo mais um capítulo do interminável caso de sucesso envolvendo a “cooperação entre governo e empresas.” A estória...

Capítulo 13: O argumento da indústria nascente

  O argumento da “indústria nascente” tem sido considerado o único fundamento justificável para uma tarifa protecionista por muitos economistas “neoclássicos”. O teor do argumento...

Capítulo 12: Os diamantes são realmente para sempre?

  O cartel internacional de diamantes, o cartel mais bem-sucedido da história, muito mais bem-sucedido do que a demonizada OPEP, está finalmente passando por dificuldades....

Capítulo 11: Monopólio e concorrência

  Bem vindos ao mundo selvagem e maravilhoso do monopólio e da concorrência. Resumindo o que falei na última palestra, o que aconteceu foi que...

Capítulo 10: A Divisão do Trabalho esclarecida

  Percebi, desde que escrevi este ensaio, que exagerei nas contribuições e na importância de Adam Smith na divisão do trabalho. Ainda, para minha surpresa,...

Capítulo 9: Troca e Divisão do Trabalho

  É chegada a hora de trazer outros homens à nossa composição robinsoniana — para estender nossa análise a relações interpessoais. O problema para a...

Capítulo 8: Fundamentos de valor e preço

  Ludwig von Mises (1881-1973) nasceu no dia 29 de setembro na cidade de Lemberg, então parte do Império Austro-húngaro, onde estava morando seu pai,...

Capítulo 7: Ludwig von Mises e o Paradigma para Nossa Era

  Inquestionavelmente, o desenvolvimento mais significativo e desafiador na historiografia da ciência na última década é a teoria de Thomas S. Kuhn. Sem defender a...

Capítulo 6: Estatísticas: o calcanhar de Aquiles do governo

  Realmente vivemos na Era das Estatísticas. Em um país e em uma época que idolatra os dados estatísticos como super “científicos”, oferecendo-nos as chaves...

Capítulo 5: Implicações de juízo de valor da teoria econômica

  A economia, como ciência, tenta e afirma ser puramente isenta de juízo de valores; isto é, separado das tendências pessoais, valorativas ou políticas do...

Capítulo 4: A Disciplina da Liberdade

  Provavelmente, a pergunta que mais me fizeram — com alguma exasperação — ao longo dos anos foi: “Por que você não se atém à...

Capítulo 3: Murray Rothbard no The New Banner

  Nota do Editor da Redação: Nunca havia conhecido pessoalmente Murray Rothbard antes desta entrevista, eu só conhecia seu lado acadêmico – através de seus...

Capítulo 2: Uma conversa com Murray N. Rothbard

AEN: Como ficou seu livro Homem, Economia e Estado? Rothbard: Acabou totalmente diferente do que era no começou. Depois que Mises escreveu Ação Humana, o...

Capítulo 1: Murray Rothbard

O pôster na parede de Murray Rothbard mostra um professor grisalho, digitando em uma máquina de escrever. Suas palavras surgem magicamente da máquina e...

Introdução

Poucos economistas conseguem produzir um conjunto da obra que ostente seguidores sérios vinte anos após suas mortes. Murray N. Rothbard é uma rara exceção....

Protecionismo e Comunismo

Janeiro de 1849   Ao senhor Thiers   Senhor, Não seja ingrato com a revolução de fevereiro. Ela o surpreendeu e, talvez, o tenha assustado; mas ela também lhe...

Propriedade e Lei

A confiança de meus cidadãos me concedeu o título de legislador. Eu teria certamente renegado esse título caso o enxergasse como Rousseau. “Aquele que ousa empreender...

Povo e Burguesia

22 de maio de 1847   Os homens são facilmente enganados por sistemas, desde que um certo arranjo simétrico os torne fáceis de entender. Por exemplo, nada...

Novas Adesões a Propriedade Intelectual

Mugron, 9 de setembro de 1847   Senhor, Fiquei sabendo com grande satisfação da entrada que você publicou no mundo das revistas com o objetivo de defender...

Discurso ao Círculo da Livraria

16 de dezembro de 1847   Senhores, Um amigo meu, que recentemente assistiu a uma sessão da Academia de Ciências Morais e Políticas, relatou-me que assim que...

Resposta à La Presse sobre a Natureza do Comércio

10 de julho de 1847   Quanto à tabela de importações e exportações de 1846, recentemente publicada pelo Moniteur, La Presse fez algumas observações que não...

Resposta ao Jornal O Ateliê

12 de setembro de 1847   (Escrito em viagem e endereçado ao editor chefe do Jornal dos Economistas)   Se às vezes ouso dizer que faço boa economia política...

O Comunismo

27 de junho de 1847   Os preconceitos econômicos não são o maior obstáculo à liberdade comercial. Entre homens de opiniões divergentes acerca da economia política,...

Prefácio à Primeira Edição

Bastiat não era um anarquista de livre mercado, um libertário ou qualquer coisa parecida. Bastiat defendia o Estado. Dizia que o Estado tinha uma...

Epílogo

OBSERVAÇÕES INTRODUTÓRIAS A marca característica dessa era de ditadores, guerras e revoluções é seu viés anticapitalista. A maioria dos governos e partidos políticos está ansiosa...

Apêndice

Uma contribuição para uma crítica das tentativas de construir um sistema de cálculo econômico para uma comunidade socialista Podemos dividir as várias tentativas, que foram...

Conclusão — O significado histórico do socialismo moderno

§.1 Socialismo na história Nada é mais difícil do que obter uma perspectiva histórica clara de um movimento contemporâneo. A proximidade do homem em relação à...

Capítulo III — Superando o destrucionismo

§.1 A ação contrária dos “interesses” do capitalismo De acordo com Marx, a posição política do indivíduo depende da classe à qual ele pertence; a posição...

Capítulo II —  Os métodos do destrucionismo

§.1 Os meios do destrucionismo A política socialista emprega dois métodos para cumprir seus propósitos: o primeiro visa diretamente converter a sociedade ao socialismo; o segundo...

Capítulo I —  As forças motrizes do destrucionismo

§.1 A natureza do destrucionismo Para o socialista, a vinda do socialismo significa uma transição de uma economia irracional para uma economia racional. No socialismo, a...

Capítulo VI — Ética capitalista

§.1 Ética capitalista e a impraticabilidade do socialismo Nas exposições do Socialismo Ético, encontra-se constantemente a afirmação de que ele pressupõe a purificação moral dos homens....

Capítulo V —  A democracia econômica

§.1 O slogan “democracia econômica” Um dos argumentos mais importantes a favor do socialismo é aquele contido no slogan “autogoverno na indústria”. Como na esfera política...

Capítulo IV — Socialismo ético, especialmente o do neokantismo

§.1 O imperativo categórico como um fundamento para o socialismo Engels chamou o Movimento Trabalhista Alemão de o herdeiro da filosofia clássica alemã. Seria mais correto...

Capítulo III —  Cristianismo e socialismo

§.1 Religião e ética social A religião, não meramente como igreja, mas também como uma filosofia, é como qualquer outro fato da vida espiritual, como produto...

Capítulo II — Socialismo como emanação do modo de vida ascético

§.1 A visão de mundo ascética A fuga do mundo e a negação da vida, mesmo do ponto de vista religioso, não são fins últimos, buscados...

Capítulo I — Socialismo e ética

§.1 A atitude socialista em relação a ética Para o puro marxismo, o socialismo não é um programa político. Não exige que a sociedade seja transformada...

Capítulo V — Monopólios e seus efeitos

§1 A natureza dos monopólios e sua significância para a formação de preços Nenhuma outra parte da economia foi tão mal-entendida quanto a teoria do monopólio....

Capítulo IV — A concentração das fortunas

§1 O problema Uma tendência para a concentração dos estabelecimentos ou da concentração dos empreendimentos não é, de forma alguma, equivalente a uma tendência para a...

Capítulo III — A concentração dos empreendimentos

§1 A concentração horizontal dos empreendimentos A fusão de diversos estabelecimentos similares e independentes em um empreendimento pode ser chamada de concentração horizontal da produção. Seguimos...

Capítulo II — A concentração de establishments

§1 A concentração dos establishments como um complemento para a divisão de trabalho A concentração dos estabelecimentos é dada com a divisão do trabalho. Na oficina...

Capítulo I — O problema

§1 A teoria marxiana da concentração Marx procura estabelecer uma fundação econômica para a tese de que a evolução em direção ao socialismo é inevitável, ao...

Capítulo V — A concepção materialista da história

§1 O Ser e o Pensar Foi dito por Feuerbach: “o pensamento procede do ser, mas não o ser do pensamento”. Essa observação, que pretendia apenas...

Capítulo IV — O conflito de interesses de classe e a luta de classes

§1 O conceito de classe e do conflito de classes A qualquer dado momento a posição de um indivíduo na economia social determina suas relações com...

Capítulo III — Conflito como um fator na evolução social

§1 A causa da evolução social A forma mais simples de retratar a evolução da sociedade é mostrar a distinção entre duas tendências evolucionárias que estão...

Capítulo II  — Sociedade

§1 A natureza da sociedade A ideia do destino humano domina todas as visões da existência social. A sociedade progride em direção a um objetivo predeterminado...

Capítulo I — Quiliasmo socialista

§1 A origem do quiliasmo O socialismo obtém sua força de duas fontes diferentes. Por um lado, é um desafio ético, político e econômico-político. A ordem...

Capítulo II — Sistemas pseudossocialistas

§1 Solidarismo Nas últimas décadas, poucos conseguiram permanecer não influenciados pelo sucesso da crítica socialista à ordem social capitalista. Mesmo aqueles que não quiseram se render...

Capítulo I — Formas particulares de socialismo

§1 A natureza do socialismo A essência do socialismo é esta: todos os meios de produção estão sob o controle exclusivo da comunidade organizada. Isso, e...

Capítulo III —  Comércio exterior sob o socialismo

§1 Autarquia e socialismo Uma comunidade socialista, que não incluísse toda a humanidade, não teria motivos para permanecer isolada do resto do mundo. É verdade que...

Capítulo II —  O problema da migração sob o socialismo

§1 Migração e diferenças nas condições nacionais Se as trocas fossem totalmente livres, a produção só ocorreria nas condições mais adequadas. As matérias-primas seriam produzidas nas...

Capítulo I —  Nacional-socialismo e socialismo mundial

§1 A extensão espacial de uma comunidade socialista O socialismo primitivo é marcado por sua predileção por um retorno aos modos de produção mais simples dos...